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terça-feira

11 Coisas sobre o pós-parto que toda mãe deve saber

Foto: Reprodução.
1. Seu corpo estará totalmente diferente

Principalmente nas primeiras 6 semanas, seu corpo vai estar ainda com mais jeito de grávida do que de mãe. O útero não volta para o lugar na hora e por isso pode ser que você fique com a barriga como se ainda estivesse grávida. Não tenha vergonha dele, é normal! Logo você começará a perder os quilos extras (principalmente se você estive amamentando) e o útero vai voltando ao tamanho original!

2. Você poderá sentir cólicas

É normal sentir cólicas, principalmente enquanto amamenta, em média, nos primeiros 15 dias. As cólicas podem ser de leves a moderadas. Isso acontece, pois é seu útero voltando para o lugar. Se a dor estiver demais, procure um médico.

3. Amamentação não é tão fácil quanto parece

Você não nasceu sabendo dar de mamá e o bebê não nasceu sabendo pegar o peito de forma correta, então está adaptação pode ser turbulenta. Sem contar que seu organismo ainda estará regulando a quantidade de leite, o que fará você produzir muito mais no começo. Depois que passa esta fase, amamentar é maravilhoso! Caso você esteja tendo muita dificuldade, procure ajuda em um banco de leite.

4. Você poderá sangrar por 20 dias ou mais

Depois que o bebê nasce, seu corpo precisa se recuperar de tudo que aconteceu, por isso que sangramos tanto tempo depois. O tempo não é igual para todas as mulheres. Tem umas que tem um fluxo maior de sangue e outras bem menos. De qualquer forma, prepare absorventes para esta época. Nos primeiros dias pós parto eu usei aquelas calcinhas descartáveis da plenitude e foi a melhor coisa para mim! Elas não vazam e eu me senti segura de estar com elas no lugar dos absorventes!

5. Vai doer

Se você fez cesárea ou fez episiotomia (o corte na vagina) durante o parto normal, é provável que você esteja com pontos e te causará dor. Pessoas mais sensíveis tendem a sentir mais dor do que outras, de qualquer forma, procure seu médico caso a dor esteja demais.

6. Não vai ser fácil

Não sei se te falaram, mas a adaptação inicial pode ser bem complicada. São muitos hormônios nos deixando sensíveis, uma nova rotina para adaptar, um bebê que chora e não sabemos o porque, noites sem dormir e várias coisas que precisaremos aprender a lidar. Sei que pode ser desesperador, mas em pouco tempo tudo entrará no lugar!

7. Talvez você queira chorar e se sinta triste

Nossa sociedade impõe muito que ser mãe é a melhor coisa do mundo e por isso acreditamos que tristeza não pode ter lugar na nossa vida depois que os filhos nascem. Isso não é verdade. Mesmo sendo mães continuamos a ser seres humanos e muitas vezes será difícil e a vontade de chorar e sair correndo vai bater. Não se culpe! Permita-se sentir tudo isso e se achar que está muito difícil, procure ajude de um médico ou psicólogo. Converse com pessoas de sua confiança. Não guarde para si.

8. O amor pode não ser instantâneo

Nem sempre o amor que você sentirá por seus filhos será aqueles dos filmes. O amor de mãe que ouvimos falar vai chegar, mas pode ser que ele venha aos poucos. É normal e você não será menos mãe por isso. Você não é uma péssima mãe por isso. E quando menos esperar, seu coração estará explodindo de tanto amor!

9. Depressão pós parto e baby blues

É normal, como disse antes, se sentir triste e querer chorar, porém, se estes sentimentos estiverem muito fortes em você, pode ser que seja depressão pós parto (DPP) ou baby blues, que é uma DPP mais leve, que dura em torno de 1 mês. Ambas devem ser tratadas com seriedade, pois não é frescura da mulher ou qualquer coisa do tipo. Procure um médico, converse com seu parceiro ou alguém de confiança e peça ajuda. Você não precisa passar por isso sozinha.

10. Pode ser que seus amigos sem filhos se afastem

Parece piada de mal gosto, mas infelizmente não é. Depois que nossos filhos nascem parece que alguns amigos se sentem deslocados e acabam se afastando. A boa notícia é que muitas outras pessoas se aproximarão e um novo círculo de amizades se abre para nós.

11. Você não será mais o centro das atenções

Enquanto estamos grávidas, todos os mimos e paparicos são para nós, depois que os bebês nascem, acabou isso. Ninguém mais pergunta como estamos, se precisamos de algo ou nos dão presentes. Pode ser que você não se importe com isso, mas se achar ruim, saiba que é normal.

sexta-feira

Artista plástica cria parque infantil de crochê

Crianças se divertem com as estruturas de pano em museu do Japão


Crescer



A artista japonesa Toshiko Horiuchi é a responsável pela criação do primeiro parque infantil de crochê do mundo, localizado no Hakone Open-Air Museum, na cidade de Sapporo, no Japão.

Horiuchi trabalha com o material desde o início dos anos 70, mas a ideia do parque surgiu quando ela se deparou com a reação de crianças diante as suas obras, em meados de 2007.

Na ocasião, os pequenos não deram a mínima atenção para as regras de um renomado museu e começaram a brincar com as peças que eram expostas.




Naquele momento, Horiuchi percebeu que seu trabalho poderia ser mais vivo e dinâmico. A artista decidiu então utilizar cores brilhantes e design mais lúdico para a composição das obras e, junto com uma equipe de arquitetos e engenheiros, deu início a montagem do parque.

Foram aproximadamente 3 anos, com 10 horas de trabalho diárias, para a concretização do projeto. O resultado foram peças de crochê gigantescas e crianças imensamente felizes.


quarta-feira

Genética e alimentação na gravidez influenciam o paladar do bebê

Pesquisadores americanos descobriram que, assim como os alimentos que a gestante ingere, a genética também interfere na formação das preferências alimentares da criança


Bruna Menegueço


Quantas vezes você já ouviu, durante a gravidez, que os alimentos ingeridos nesse período influenciam o desenvolvimento do paladar do seu filho? Muitos estudos mostram que os sabores desses alimentos interferem na composição do líquido amniótico (que envolve o bebê na placenta). O fato de ingerir esse líquido o tempo inteiro, antes de nascer, pode resultar em preferências por esses alimentos no futuro.


Agora, cientistas do Centro Monnel Chemical Senses (instituição norte-americana de pesquisa sobre a importância dos sentidos para a saúde) descobriram que uma determinada proteína que é encontrada em uma célula das papilas gustativas (saliência na mucosa da língua) pode ser fundamental para a criança aceitar sabores amargos.


Segundo os pesquisadores, que fizeram experimentos com ratos, os animais que tinham herdado a proteína chamada Serca3 aceitavam os alimentos amargos com mais facilidade. Já os que não tinham a proteína na célula se mostraram mais sensíveis e rejeitaram os alimentos amargos. Em outras palavras, se você não gosta de alimentos amargos, como escarola e acelga, seu filho também pode não gostar.


Para o obstetra Abner Lobão, da Universidade Federal de São Paulo, o estudo reforça que não é só o meio o responsável pelos hábitos alimentares das pessoas, mas a genética também interfere no paladar do bebê. "Muitos estudos falam da importância dos alimentos que a gestante ingere durante os nove meses para a alimentação da criança, mas não se sabe o quão desenvolvidas estão as papilas gustativas do feto", diz. "Tampouco se tem certeza se os sabores que chegam pelo cordão umbilical são os mesmos do alimento in natura, por exemplo." Ele acredita que o resultado final dessas pesquisas, provavelmente, vai mostrar que todos os aspectos se completam: genética, apresentação dos alimentos durante a gestação e na primeira infância e hábitos culturais. 


Fonte: Revista Crescer

sexta-feira

Quando eles aprendem a aprender...

Um estudo mostra que aos 16 meses, seu filho já capaz de aprender com a experiência. Confira


Bruna Menegueço


Com 16 meses, seu filho já é capaz de aprender com a experiência! Essa foi a conclusão de um estudo da Universidade de Ohio, nos Estados Unidos. Os cientistas observaram a reação de bebês entre 8 e 16 meses durante a exibição de sequências de imagens coloridas. A cada sequência, uma imagem era incluída no final. Todas as crianças noataram as mudanças e passaram a prestar mais atenção no término das sequências.


Para testar a transferência desse conhecimento para outras situações, os bebês ouviram sequências de sons. Da mesma forma, novos sons foram adicionados no final. Apenas os bebês com 16 meses prestaram mais atenção nos finais das sequências auditivas. Para Antônio Carlos de Faria, neurologista pediátrico do Hospital Pequeno Príncipe (PR), esse é mais um marco no desenvolvimento infantil. "É quando as crianças aprendem a aprender", diz.


Fonte: revista Crescer

terça-feira

Trabalhar muito pode melhorar o casamento


Especialista diz que isso acontece porque a mulher se sente valorizada. Confira


Crescer


Parece algo bem estranho, mas foi isso que mostrou um estudo publicado no Journal of Family Psychology (EUA). Um grupo de 169 casais foi analisado ao longo de quatro anos e os pesquisadores perceberam que, entre os com filhos, o relacionamento ficava melhor nas fases em que a mãe tinha várias tarefas e era muito exigida em seu trabalho. “Uma razão par isso é que a mulher se sente valorizada na carreira, aumenta sua satisfação pessoal e o relacionamento tende a ficar mais leve, mesmo se ela estiver mais cansada fisicamente”, diz Beatriz Gonçalves, psicoterapeuta especializada em terapia de casais. E com você, é assim também? Conte para nós! 


Fonte: Revista Crescer

domingo

Leite orgânico tem mais ômega-3 do que versão convencional

Cientistas descobrem no leite comum efeitos negativos das mudanças climáticas


Quase ninguém duvida que os produtos orgânicos são mais saudáveis, justamente por não conterem agrotóxicos. Mas um estudo da Universidade Newcastle, na Inglaterra, descobriu que as vantagens do leite orgânico vão além: a bebida certificada contém níveis mais altos de ácidos graxos benéficos à saúde, como ômega-3 e gordura poliinsaturada. Além disso, quem toma leite orgânico ingere menos gordura saturada (a grande vilã do sistema cardiovascular) do que quem prefere o leite produzido de maneira convencional, ou seja, com o uso de herbicidas, adubos artificiais e medicamentos veterinários.

A pesquisa, publicada no Journal of Dairy Science, também concluiu que a qualidade do leite ingerido pelos ingleses está mudando devido às mudanças climáticas. Os cientistas encontraram mais gordura saturada e menos ácidos graxos benéficos na bebida produzida durante um verão com mais chuva e temperaturas mais baixas (em relação à média histórica) e no inverno seguinte a esse verão atípico. “Essas condições climáticas podem afetar o comportamento das vacas, reduzindo a ingestão de capim e a produção de leite”, afirma Gillian Butler, pesquisadora responsável pelo estudo. “Para manter a oferta de leite, os fazendeiros geralmente aumentam a alimentação artificial dos animais”, completa.

Com essa descoberta, novamente, a versão sem agrotóxicos ganhou pontos. Os efeitos negativos das mudanças climáticas são menores no leite orgânico. Para receber a certificação, os fazendeiros devem alimentar o gado principalmente com pasto natural, o que melhora a composição da bebida. “Optar por laticínios orgânicos é uma boa maneira de aumentar a ingestão de gorduras benéficas, vitaminas e antioxidantes, diminuindo de 30% a 50% as gorduras saturadas”, diz Gillian.

Livre de resíduos

Independentemente dos benefícios nutricionais do leite orgânico, somente o fato de não conter químicos em sua cadeia produtiva já faria dele uma opção mais saudável. Muitas fazendas convencionais utilizam herbicidas para controle de parasitas, adubação artificial e produtos veterinários (como antibióticos, antiinflamatórios e hormônios de crescimento), que deixam restos tanto na carne quanto no leite que chegam às nossas casas. “O resíduo fica na pastagem e passa para o animal. São cancerígenos”, afirma Mônica Florião, pesquisadora mestranda em ciências veterinárias e colaboradora da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Estado do Rio de Janeiro (Pesagro-Rio).
Segundo Mônica, todo o tratamento de pragas e doenças na produção orgânica é feito de maneira natural, com homeopatia, fitoterapia e até mesmo acupuntura. As entidades certificadoras de alimentos orgânicos permitem o uso de, no máximo, 15% de produtos convencionais para esse controle. Por isso, é tão importante verificar se o alimento que você compra no supermercado ou na feira perto de casa tem um selo de certificação. No Brasil, há algumas instituições certificadoras, como o Instituto Biodinâmico (IBD), a Ecocert e a Associação de Agricultores Biológicos (Abio).

Fonte: Revista Crescer

quinta-feira

Pequenos filhos, grandes negócios - Para festejar desde bebê

A festinha era para comemorar 1 ano da Larissa, mas, nos bufês, só tinha brinquedo para crianças maiores e em casa ficava difícil entreter os bebês. “Eu queria aqueles brinquedos menores, que não quebram e que a criança pode curtir mesmo sem saber andar ainda”, lembra Letícia Jácome Brina. Foi então que ela criou a Festa do Bebê, assim mesmo, vapt-vupt. O aniversário foi em outubro e em dezembro ela já tinha comprado os brinquedos e montava sua primeira festa. Letícia, que era comissária de bordo, tirou licença não remunerada da empresa para estudar mais sobre ter o próprio negócio e não apostar todas as fichas sem saber se ia dar certo. Fato é que deu bem certo. Já faz dois anos que ela monta os “cantinhos do bebê” com tapetes especiais e os brinquedos escolhidos pelos clientes. O melhor é que logo, logo, ela vai poder aproveitar ainda mais seus serviços: seu segundo filho, Luigi, deve nascer ainda este mês.

Festa do Bebê
Tel.: (11) 5052-3179/8141-6725

Como funciona: pelo site é possível escolher entre os cantinhos para bebês e crianças, com tamanhos e quantidade de brinquedos variados (a partir de R$ 250). O orçamento também é solicitado e enviado pela internet e os cantinhos podem ser montados em casa, no salão de festas ou mesmo em um bufê para atender às crianças menores.


Papo de Mãe sobre empreendedorismo

No Papo de Mãe do dia 05 de junho, o tema é mães empreendedoras. A discussão vai ser em torno de histórias de mulheres que decidiram abrir um negócio depois de se tornarem mães ou que mudaram totalmente o rumo de suas carreiras para ter mais tempo com as crianças. Entre os convidados, a psicóloga Luciana Amaral e o escritor Eduardo Shiniashiki.

O Papo de Mãe vai ao ar pela TV Brasil, todo domingo, às 7h da noite. Logo após, o bate-papo continua no blog do programa até às 9h da noite.

sexta-feira

Eu não sabia que estava grávida até dar à luz


Mírian Mariano Quarentei Saldanha, 41 anos, advogada, mãe de leandro, 25, Isabela, 20, e Valentina, 1
“No dia 31 de março de 2010, levantei pela manhã com uma indisposição, parecia uma cólica. No decorrer do dia, o desconforto foi aumentando. Comecei a me preocupar. Liguei para minha ginecologista e consegui agendar uma consulta no mesmo dia. Saí do trabalho com o abdômen muito dolorido e inchado, e fui dirigindo até lá. A médica me examinou rapidamente e disse que eu não tinha nenhum problema, que, na verdade, eu estava em trabalho de parto e teria que correr até o hospital, que ficava a duas quadras dali, senão não daria tempo. Entrei em pânico! Como eu, que já tinha tido dois filhos, não sabia que estava grávida?

Felizmente, minha prima Paula, que tinha uma consulta agendada com a mesma ginecologista e estava na sala de espera, e uma tia, que veio logo ao nosso encontro, me acompanharam ao hospital, onde a médica me encontraria. Paula tomou as primeiras providências e logo avisou parentes e amigos da novidade!

Aos 40 anos, menstruei a gravidez toda e fiz regime na tentativa de perder os oito quilos que ganhei. Não tive pré-natal e sou hipertensa. Aquilo que estava acontecendo comigo era muito amedrontador e senti pavor em pensar que poderia ter causado algum mal irreparável para o bebê. Felizmente, em menos de uma hora, a Valentina nasceu perfeita.

A reação de todos foi de surpresa e susto, tanto dos irmãos, pai e avós! Minha filha Isabela, que faz faculdade de enfermagem, assistiu ao parto e foi quem carregou a bebê para mostrar para o meu marido – sim, o pai dos meus três filhos é o mesmo.

Tudo correu muito bem, mas ela não tinha uma fralda sequer. Minhas tias e primas, que tiveram bebê há pouco tempo, me ajudaram muito, levando tudo aquilo que elas não usavam mais, inclusive comprando o que faltava. Saímos da maternidade como se eu tivesse feito um enxoval completo. Nunca vou conseguir agradecer o suficiente a essas pessoas – até berço na minha casa elas montaram.

Depois do parto, um pouco mais calma, consegui parar e pensar no que tinha acontecido. Não me conformava com a possibilidade de uma gravidez passar despercebida. Quando comecei a engordar, logo fiz regime, o que mascarou a barriga de grávida – é preciso contar que, na época, eu estava gordinha por inteiro. Minha menstruação teve o fluxo reduzido e irregular, então pensei que estava entrando no período pré-menopausa. No momento do parto, tive uma hemorragia e foi feito uma histerectomia (retirada do útero), pois eu tinha miomas – eles sangraram por todo o período gestacional, e eu pensava que era fluxo menstrual. Também não senti o bebê chutar. Olha que perigo!

Leandro, meu primeiro filho, está com 25 anos, e a minha filha, Isabela, tem 20. A diferença de idade deles com a Valentina é muito grande. Eles até parecem pais dela! Interessante que, quando tive meu primeiro filho, eu tinha 16 anos e, quando a Valentina nasceu, eu estava com 40. Olha só como eu tenho o hábito de agir fora dos costumes... e provocar sustos na família toda!”

Fonte: Revista Crescer

quinta-feira

Autocontrole pode ser mais importante do que inteligência, diz pesquisa

Estudo que avaliou 1.500 pessoas do nascimento aos 32 anos constatou que aquelas que conseguiram se controlar desde pequenas tiveram menos problemas de saúde e vícios


Ajudar seu filho a ter autocontrole desde pequeno contribui para que ele tenha uma vida adulta mais saudável e feliz. E , para o bem-estar a longo prazo, essa qualidade pode ser mais importante até mesmo do que a inteligência. É o que mostrou um estudo da Duke University, nos EUA. Os pesquisadores avaliaram 1.500 pessoas desde o nascimento até os 32 anos. E constataram que aquelas que conseguiram se controlar desde a infância tiveram menos doenças (como hipertensão e obesidade), problemas financeiros e dependência a drogas, cigarro e álcool.
Os cientistas levaram em conta características como tolerância aos sentimentos de frustração, persistência para atingir um objetivo, hiperatividade e dificuldade de se manter concentrado em uma mesma tarefa (montar um quebra-cabeça, por exemplo). "Autocontrole é uma qualidade vital para planejar aonde você quer ir, controlar o temperamento quando a vida o frustra, conviver bem com outras pessoas, saber esperar o que é realmente bom em vez de se contentar com seduções imediatas", disse à CRESCER Terrie Moffitt, principal autor do estudo e professor do departamento de psicologia e neurociências da Duke University.

Essa virtude não deve ser confundida com o controle de sentimentos, a ponto de a criança aprender a reprimir o que sente (o que é totalmente contraindicado). “Uma coisa é o filho ficar chateado porque não pode ver TV na hora que quer e aprender a superar esse momento. Outra é proibi-lo de chorar porque está triste”, explica a psicanalista Anne Lise Scappaticci, professora de terapia familiar da Unifesp e colunista da CRESCER.

A forma mais comum da falta de controle é a impulsividade: seu filho se frustra ou se cansa e deixa claro sua insatisfação – com um escândalo ou desistindo da atividade. É claro que fazer birra é normal na infância. Os pais só precisam ficar atentos aos exageros. "Se as reações negativas se tornam um hábito e prejudicam a criança nas relações com outras pessoas, há um problema aí", indica Moffitt.

A consultora de Recursos Humanos Angela Camargo, 34, conversa sempre com sua filha, Luisa, de 3 anos, para que ela etenda que as frustrações fazem parte da vida. “Às vezes não é fácil, mas eu não cedo”, diz. “Mas não vivemos num quartel militar: a gente negocia um prazo, algumas trocas.” Afinal de contas, os combinados também são uma maneira de impor limites.

E saiba que o problema pode se manifestar exatamente de maneira oposta. Vítimas constantes de bullying ou crianças que ficam apáticas diante de uma situação difícil também mostram que não têm controle de si.

Dá para ensinar?
Os especialistas concordam que é possível, sim, orientar a criança desde cedo para que ela aprenda a ter autocontrole. A dica básica é ter em mente que o aprendizado tem dois lados, dos pais e da criança, e que uma boa conversa é essencial sempre. Adultos pacientes e equilibrados tendem a ser mais bem-sucedidos ao ajudar o filho a lidar com frustrações e limites. Veja a seguir outros exemplos de como praticar tudo isso na sua família.


Crianças pequenas

Desde bebê, seu filho consegue compreender que nem tudo é possível o tempo todo. Só que, até os três anos, a linguagem não verbal é a mais importante. A criança vai entender os argumentos do adulto pelo tom de voz e pela postura.

Dica: esteja tranquilo e trate o assunto com a devida importância. Uma explicação dada de maneira distraída dificilmente será acatada pelo pequeno.
Na hora das compras

Você não precisa atender todos os pedidos do seu filho. O indicado é criar regras: se o filho deseja um celular novo, os pais podem combinar com ele que a troca ocorrerá uma vez por ano ou no próximo aniversário, por exemplo. Crie condições que forcem a criança a se controlar. "É uma oportunidade para os pais mostrarem aos filhos que acreditam que eles saberão fazer escolhas sábias. A aprovação da família é um fator forte também", diz Moffitt.

Dica: uma ideia é dar o dinheiro exato para o filho usar num passeio. Assim, ele precisará fazer escolhas sensatas para fazer a verba render. Ou, então, ao entregar a mesada, converse com o filho para ajudá-lo a planejar os gastos: se ele não comprar vários chocolates ao longo da semana, terá dinheiro para ir ao cinema com os amigos no sábado.

Com os amigos

Explique sempre para a criança que seus atos e decisões sempre têm alguma conseqüência, adequando o tom e as explicações para a idade.

Dica: diga ao seu filho que, se explodir com o amigo num jogo de futebol, ele certamente ficará magoado. Se desistir de pintar todo o desenho porque está difícil, a obra não vai ficar tão bonita.

Outras fontes: Guilherme Polanczky, psiquiatra da infância e da adolescência e professor da Faculdade de Medicina da USP, e Quézia Bombonatto, psicopedagoga e presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia
Revista Crescer

Pequenos filhos, grandes negócios - Papinha pronta – e natural

Gabriela era a única bebê que comia papinha preparada pela mãe. Todas as outras mulheres compravam os alimentos específicos já prontos. “Minhas amigas ficavam espantadas que eu chegava do trabalho e ainda fazia a comida dela”, lembra Maria Fernanda Thomé de Rizzo. “Mas eu não encontrava nenhuma marca que fazia papinhas só com ingredientes orgânicos. Então, não tinha outra solução se quisesse passar esse hábito para ela.” A ex-professora de educação física já buscava os alimentos orgânicos antes de engravidar e não quis abrir mão disso só porque faltava opção no mercado brasileiro. Faltava. Agora não falta mais. Há dois anos – Gabriela hoje tem 3 –, Maria Fernanda aproveitou uma ideia do marido, se associou à Sonia de Azevedo Thomé, que cuida da administração, e Mara Cristina Miranda, nutricionista, para criar o Empório da Papinha. “A maternidade me trouxe maturidade para dar a virada radical”, conta ela, responsável pela área comercial da empresa, que já tem produtos em três estados.

Empório da Papinha
Av. Açocê, 648, Moema, São Paulo, SP Tel.: (11) 5051-4343

Como funciona: as papinhas são divididas por idade e por categoria: de fruta, salgadas, sopas e comidas prontas, além de uma linha para toda a família, feitas só com ingredientes orgânicos. A partir de R$ 4,90 a porção.Tem delivery para São Paulo e revenda em Natal (RN) e Vitória (ES).
Ajuda de mãe

Quando teve seu primeiro filho, Arthur, hoje com 4 anos, Viviane Paulucci comprou um carrinho de bebê lindo. Só percebeu que não servia para ela quando teve de colocá-lo e tirá-lo do carro e sentiu o seu peso real. Durante a gestação, precisou ficar de repouso e viu também o quanto dava trabalho procurar tudo o que queria, do jeito que queria, no preço que queria. “Ia ser bem mais fácil se alguém pudesse trazer as coisas que eu precisava para mim, para que eu só escolhesse”, lembra. Viu aí uma oportunidade de negócio. Com uma amiga, Ana Anselmo, que morava no exterior e estava voltando para o Brasil, Viviane largou a profissão de publicitária e investiu na personalização dos serviços de enxoval, chá de bebê e avisos de nascimento, entre outros, que abrangem desde a gravidez até o primeiro ano de vida da criança. O Projeto BB tem dois anos, mesma idade de Sofia, a segunda filha de Viviane.

Projeto BB
Tel.: (11) 9549-2070, Ana Anselmo, ou (11) 9963-5005, Viviane Paulucci

Como funciona: as consultoras fazem o atendimento para entender o que a mulher ou o casal necessitam. Levam as opções de produtos e serviços, nacionais e importados, para montar o “personal enxoval”. Além de atender em todo o Brasil, têm um serviço especial de consultoria para quem quer montar o enxoval em Miami.
Sócios-brincadores

O segundo filho trouxe algumas percepções de mundo diferentes para Wagner Heilman. “Quando nasce o primeiro você quer dar tudo, já com o segundo começa a racionalizar as coisas. Percebe, por exemplo, que eles enjoam muito rápido daqueles tapetinhos de atividades bem caros e de outros brinquedos que depois ficam se amontoando em casa”, conta. Na internet, ele descobriu que em países como a Nova Zelândia e Cingapura as empresas de aluguel de brinquedo eram muito comuns. Foi assim que a pequena Gabriela, hoje com um ano, e seu irmão Gustavo, 3, inspirararam o pai a criar no início de 2010 o Clube do Brinquedo, primeiro serviço do tipo no país. Ele usou a experiência que tinha com marketing, relacionamento e sustentabilidade, mapeou o mercado, fez um estudo de negócio, largou o emprego em um banco e saiu comprando brinquedos. Hoje são 650 unidades de 250 modelos diferentes para várias idades e gostos. E se o seu filho não gostar, é só devolver.

Clube do Brinquedo
Tel.: (11) 7763-3317

Como funciona: tudo é feito pelo site, desde o cadastro até a escolha dos brinquedos. Os planos de sócio vão de dois a sete brinquedos por mês (de R$70 a R$ 175), que são entregues em casa e depois retirados. Como nas antigas locadoras de vídeo, podem ter as mensalidades renovadas.

quarta-feira

Pequenos filhos, grandes negócios

Ter um bebê sempre muda a vida do casal, claro. A de alguns pais e mães, porém, muda um pouco mais que a de outros. Contamos a história de cinco pessoas que trocaram suas profissões por um negócio diferente, nascido das necessidades que começaram a sentir no novo dia a dia.


Um jeito prático, mas bem saudável para resolver a comida do bebê. Uma festa com diversão adequada para cada idade. A chance de testar brinquedos para saber se o seu filho gosta antes de investir dinheiro naquilo – e de encher a casa com mais uma caixa que vai ficar encostada depois de três semanas de uso. A oportunidade de ensinar às crianças uma atividade tão interessante quando útil, como a costura. E uma ajuda personalizada, mais do que conveniente, na hora de montar o enxoval do bebê. Tudo isso parece aquela lista de sonhos do mundo perfeito. Mas, acredite, tudo existe. E existe porque alguém resolveu tirar da lista dos sonhos e colocou na lista de coisas a fazer. Esses pais e mães se pegaram em um determinado momento da vida pensando: “Como iria ser bom se existisse um serviço assim, assim, assado”. A isso se seguiu outro pensamento: “Será que não existe mesmo?” e foram procurar na internet, perguntando para amigos, em revistas e jornais. Ao descobrir que não, reuniram um pouco de dinheiro, muita coragem e tornaram-se empreendedores. CRESCER foi conhecer as histórias por trás dessas coisas que, de tão bacanas que eram de ser imaginadas, viraram facilidades da vida real.
Costurando ideias

Fernanda Egydio era fonoaudióloga geriátrica. Trabalhava com idosos, muitos deles no fim da vida. Quando teve seu primeiro filho, Pedro, ela percebeu que não conseguiria mais manter a profissão. “Tinha dias que eu lidava em uma mesma meia hora com a morte de um paciente e com aquela criança cheia de vida. Não conseguia trocar de canal rapidamente e resolvi virar mãe em tempo integral por alguns anos”, conta. De lá para cá, Fernanda teve mais uma filha. Hoje Pedro tem 6 anos e Maria Julia, 4. Apaixonada por costura, ela percebeu que sempre que estava usando sua máquina, a filha ficava fascinada. E as amigas do filho começaram a pedir que ela fizesse roupas para suas bonecas. No início deste ano, Fernanda foi para a Alemanha acompanhar o marido em uma viagem de trabalho, sem as crianças. Em um dia de muito frio e neve, encontrou abrigo em uma livraria. Descobriu um andar só de livros de artesanato e comprou muitos de costura para crianças. Quando o marido de Fernanda chegou de noite, o quarto do hotel estava forrado de cartolinas, ela tinha uma pilha de livros e tecidos e tinha criado, já na sua cabeça, a Love Blankie, uma butique de costura para crianças. Aberta oficialmente desde agosto, as aulas já são um sucesso. “Muitas avós querem que as netas aprendam a costurar e me contam que a filha – mãe das crianças – não sabe nem pregar um botão”, diverte-se a, agora, empresária. Mais do que um passatempo, ela explica que a costura valoriza a organização, a coordenação motora, o planejamento da criança e o orgulho do “feito por mim”. “Quando você junta pedaços de tecido, junta coisa também dentro de você.”

Love Blankie Butique e Costura
Rua Diogo Jacome, 368, Vila Nova Conceição, São Paulo, SP. Tel.: (11) 3846-4160

Como funciona: quatro aulas individuais de 1h30, uma vez por semana (a partir de seis anos, R$ 400) A criança escolhe com Fernanda, que é a professora e conta com assistentes, o que quer fazer. Pode ser uma bolsa, uma capa para almofada, um enfeite. Os projetos sempre começam e terminam na mesma aula.

Fonte: Revista Crescer


terça-feira

Pesquisa mostra que 23% dos homens têm mudanças físicas e emocionais durante a gravidez da mulher

Entre os sintomas estão náuseas, alterações de humor e mais emotividade


Será mesmo que os homens podem ser influenciados pela gravidez de suas esposas? Uma pesquisa realizada por encomenda da Pampers com 2.000 homens entre 16 e 65 anos, na Inglaterra, diz que sim. O estudo mostrou que 1/4 deles apresentaram sintomas típicos de grávidas durante os nove meses das parceiras – 26% tiveram alterações de humor, 10% desejos por comidas bizarras, 6% náuseas, 8% choraram com mais facilidade e, o mais estranho, 3% dos entrevistados afirmaram ter sentido dores do parto.

Na família Rodrigues essa tese se comprovou. Há três anos, Ivone, 29, empresária, engravidou e o marido, Sérgio, 40, vendedor, além de estar sempre presente, também passou por algumas situações tipicamente associadas às grávidas. Ele engordou 12 quilos e enjoou de perfumes, por exemplo, assim como a esposa. “O pessoal até brincava que ele tinha realmente engravidado junto comigo”, conta Ivone.

Para Solange Martins, psicóloga do Hospital Santa Catarina (SP), uma das explicações possíveis para esse fenômeno é o fato de que atualmente o homem está muito mais envolvido com a gravidez. “Hoje os pais participam do pré-natal, acompanham os exames, vão ao curso de gestantes. No hospital, em muitos casos, é ele quem dá o primeiro banho, enquanto a mãe ainda está se recuperando do parto”, afirma.

Além disso, é natural que os homens sintam medo ao descobrir que vão se tornar pais – o que pode deixá-los mais ansiosos e, por consequência, fazer com que ganhem peso. “O papel do provedor, mesmo que o pai divida as responsabilidades financeiras com a mãe, é muito forte ainda no sexo masculino", diz a psicóloga. Toda essa novidade pode alterar, ainda, o sono e o humor dos "grávidos". Por isso, vale lembrar: mesmo que você seja o foco da gravidez, o pai também tem o seu papel desde o momento em que o exame deu positivo. Afinal, o bebê vai mudar a vida de você dois para sempre.

Fonte: Revista Crescer

quinta-feira

Estudos comprovam a existência do instinto maternal



Manifestação poderia ser evidenciada logo após o parto

Por Minha Vida
http://yahoo.minhavida.com.br

Aos poucos a ciência começa a comprovar eventos até então subjetivos, como o instinto maternal, por exemplo. Durante muito tempo nós vivemos sob as crenças de que o instinto maternal seria algo que toda mulher precisa ter ou manifestar, até para que possa ser considerada uma boa mãe pela sociedade. Em 2009, a Universidade de Oxford publicou uma pesquisa que soma esforços junto com outros trabalhos para esclarecer melhor os fatos. Segundo o estudo, finalmente, foi descoberta uma região no cérebro que é responsável pelo instinto maternal.

Em primeiro lugar é importante diferenciar instinto de amor maternal. Amor maternal é o carinho, um vínculo amoroso que se intensifica à medida em que o bebê nasce e o convívio se intensifica. Enquanto que o instinto maternal tem a ver com querer proteger e suprir a necessidade de alguém, com sentir um impulso e sair correndo para salvar a vida do seu filho e, tendo em vista este objetivo, fazer tudo o que for preciso. Exatamente como os bichos.
Segunda a ginecologista e obstetra Gisela Traut Kirst, a manifestação de um instinto maternal primário pode ser evidenciado logo após o parto. "Mesmo sendo o primeiro filho, depois de todo esforço para dar à luz, a mãe estende os braços para pegar o recém nascido e oferecer seu peito", afirma. De acordo com a médica, este pequeno gesto contém muitas ideias a respeito do comportamento materno.

Sandra Ebisawa é terapeuta e realiza um trabalho dirigido de consciência corporal para gestantes auxiliando na descoberta do papel de mãe. Ela parte do princípio de que todas as respostas para as questões individuais e sociais podem ser encontradas no corpo físico. Seria só uma questão de sintonizar na frequência certa e seguir seus instintos. Como por exemplo, o maternal.

As duas abordagens, tanto a holística quanto a científica levam em conta os mesmos processos internos, utilizando diferentes linguagens para tentar explicá-los. Gisela cita a importância da ocitocina para explicar o gesto instintivo de proteção da mulher após o parto. Segundo ela, este hormônio, somado a progesterona, estrogênio e a prolactina provocariam um misto de sensação de bem-estar e disposição para cuidar.
O mesmo que Sandra chama de instinto, uma orientação natural vinda dos sentidos. Assim como fomos treinados para entender que estamos com fome, sono ou em perigo através do olfato, da audição ou da visão, também temos condições de sentir impulsos em outras direções. Um sentido mais sutil do que os cinco básicos conhecidos que nos moveria orientados pela urgência em cuidar, em amar um ser desprotegido.


Muitos casos têm sido narrados em que mães estão distantes de seus filhos quando de repente sentem "algo diferente". Seria uma espécie de pressentimento, uma corrente elétrica por suas células. Mas seria algo muito maior do que uma simples conexão telepática ou algo sobrenatural. Este sentimento teria origem numa sintonia fina entre mãe e filho. Assim, quando o pequeno indefeso entra em perigo e "busca" a ajuda da mãe, e esta, por sua vez, também está sintonizada com ele, mesmo que seja em pensamento, algo muito forte, como um chamado urgente a faria sair correndo.
Algo curioso a respeito deste controverso sentimento é que não depende da existência de laços sanguíneos. É algo que pode acontecer tanto com filhos legítimos quanto com adotivos. Comprovando assim que a ligação não está condicionada ao processo da gestação, mas sim, nasce de uma interpretação de dependência e de sustentação entre dois indivíduos.

O instinto maternal revela um pacto de compromisso em que um ser mais capacitado ou evoluído presta auxílio a um outro em estágio de aprendizagem. Algo que a ciência começa a comprovar, mas que só a natureza pode explicar.

Cardápio rico em gordura ajuda menina de 8 anos a evitar crises epilépticas



Depois de anos de tratamento com remédios, uma substância presente em alimentos gordurosos pode finalmente salvar a britânica Jessica Banks

Enquanto a recomendação é para que as crianças comam doces de vez em quando, a britânica Jessica Banks, de 8 anos, precisa consumi todos os dias para evitar crises epilépticas. Depois de passar 3 anos tendo 40 ataques por mês e entrar em coma por duas semanas, os médicos descobriram uma alternativa para controlar o problema: uma dieta rica em alimentos gordurosos, segundo informações do jornal britânico Daily Mail.

Jéssica passou anos se tratando com medicamentos que apenas controlavam as crises, mas agora pode ter encontrado a solução em uma enzima presente em alimentos ricos em gordura, pois a substância realmente evita convulsões. “Nós tentamos de tudo e nada funcionou”, contou Andrew Banks, pai da menina. “Ela vai ter que fazer essa dieta especial por dois anos. Acho que ela está vivendo um sonho”, acrescentou.

Depois que Jessica começou a dieta, ela teve apenas uma convulsão, mas, de acordo com seu pai, isso aconteceu por causa de uma doença secundária. Os médicos também afirmam que o tratamento alternativo tem sido mais eficaz que os remédios. O que ocorre é que, quando a gordura é queimada como energia, produz um resíduo dessa enzima específica e, ao aumentar os níveis dessa substância, a possibilidade de convulsão é cortada. Por isso, a garotinha passou a se alimentar de produtos que contenham óleo, nata, manteiga, ovos, maionese e queijo."Ela está apenas há sete meses nessa dieta, mas deu um impacto positivo”, comentou Amanda Banks, mãe de Jessica.

Fonte: Revista Crescer

quarta-feira

Laptop no colo pode resultar em infertilidade masculina?

Atenção homens que algum dia querem ser papais ou ainda pensam em ter mais filhos. O uso do computador portátil pode ser prejudicial para a saúde reprodutiva do homem. Alguns estudos apontam para uma relação direta entre o uso do Laptop/Notebook no colo e a infertilidade masculina. Em 2007, uma pesquisa da Universidade de Loyola, em Chicago, nos Estados Unidos, relaciona o uso excessivo de computadores portáteis no colo a uma redução da fertilidade masculina, já que o calor gerado pelo computador pode ter um impacto na produção e desenvolvimento do espermatozóide. O estudo não tem caráter conclusivo já que, de acordo com os pesquisadores, ainda é necessário avaliar um número maior de casos. A conclusão de um estudo coordenado pelo urologista Yelim Sheynkin, da Universidade Estadual de Nova York, em 2010, e publicado no periódico Fertility and Sterility, também é de que o uso excessivo do laptop no colo de um homem pode diminuir a quantidade de espermatozóides e, consequentemente, comprometer a fertilidade masculina. Essa pesquisa foi realizada com 29 homens voluntários que se submeteram a testes de temperatura corporal após permanecerem com o computador sobre o colo. Foi verificado que a temperatura dos órgãos reprodutivos masculinos superaqueceu rapidamente, chegando a aumentar até 2,5°C. A explicação dos dois estudos é de que os espermatozóides não sobrevivem a temperaturas mais altas. Os testículos se formam fora do corpo do homem para que a sua temperatura fique de 1 a 2,5°C abaixo da temperatura do corpo, podendo os espermatozóides se desenvolverem adequadamente. Com o calor gerado pelo Laptop muito perto dos órgãos reprodutivos masculinos, a temperatura aumenta, prejudicando o crescimento e desenvolvimento dos espermatozóides. Esse prejuízo que gera nos espermatozóides compromete a fertilidade masculina. É claro que não é preciso entrar em pânico. Os estudos ainda não são conclusivos, sendo que outras pesquisas devem ser realizadas para comprovarem a queda da fertilidade. Mas como já é provado que o calor realmente pode lesar os espermatozóides é melhor evitar uso excessivo do computador no colo. Aos homens, usem uma mesa ou algum equipamento que deixe o aparelho longe do colo.

Bruno Rodrigues


Fonte: http://guiadobebe.uol.com.br

terça-feira

Doulas, mãos amigas

Já ouviu falar em doulas?
Conheça essas companheiras das futuras mães

O nome é um pouco estranho, pouca gente ouve falar, mas a presença de uma doula pode fazer toda a diferença no momento do parto. Isso mesmo, o nome que se dá à mulher que acompanha a gestante no momento em que ela dá a luz - que você provavelmente já deve ter visto em filmes e novelas - é doula. A palavra vem do grego e seu significado original é "mulher que serve". Hoje em dia, chamam-se doulas aquelas que dão suporte físico e emocional às mães antes, durante e depois do parto. Há também outros nomes para designar a atividade, como "acompanhante de parto" e "monitora perinatal".Sua presença era praticamente obrigatória em qualquer parto realizado nas primeiras décadas do século XX, época em que as mulheres davam à luz em casa. Provavelmente sua mãe ou avó nasceram diante dos olhos de uma delas. As doulas podiam ser vizinhas, comadres, a mãe, amigas, ou até mesmo a parteira. Elas ficavam encarregadas de dar apoio às mamães no momento do nascimento, segurando sua mão, secando o suor, dando-lhes água ou molhando sua testa. O parto, nessa época, era um momento absolutamente familiar, só se chamava um médico se houvesse alguma complicação séria para o nascimento do bebê.
“O ambiente hospitalar impessoal e a necessidade das mães em retornar rapidamente às suas funções como dona-de-casa e profissional fazem com que elas passem a lidar, repentinamente, com um estado de expectativa que fatalmente provocará ansiedade e tensão”Com o avanço da medicina e a descoberta de novas técnicas e procedimentos que reduziram, inclusive, o número de mortes de mães e bebês durante os partos, o nascimento de um bebê se tornou um momento hospitalar. Atualmente, quanto mais cercadas de cuidados médicos, mais seguras as mulheres se sentem. Mas será que todas pensam assim? Não, há aquelas que preferem fazer do parto o momento mais natural possível. É aí que as doulas entram em ação.
De acordo com a fisioterapeuta Cristina Balzano Guimarães, a figura das doulas ressurgiu nos EUA a partir da década de 1980. "Elas voltaram a atuar durante o trabalho de parto, através do apoio e suporte contínuo à parturiente, realizando massagens, sugerindo posições que facilitem a saída do bebê, auxiliando na respiração, usando a água como conforto para a dor, entre outras funções", explica.
Antes, durante e depois
O relacionamento entre a gestante e a doula começa antes mesmo do parto. "Normalmente, elas se encontram uma ou duas vezes antes do grande dia, para se conhecerem, para que haja mais intimidade, deixando a mãe mais à vontade na hora de ter seu bebê. As doulas explicam os procedimentos do parto e orientam o casal para o que pode acontecer antes, durante e depois dele.
O acompanhamento durante o trabalho de parto é ininterrupto. A doula traz, principalmente, confiança para a mulher que está prestes a ter seu filho. Além de explicar para a mãe os complicados termos médicos, ela realiza banhos, massagens, exercícios de respiração e relaxamento com a gestante, além de diminuir bastante o clima formal, frio e até impessoal entre ela e a equipe médica. Tudo para que a mãe se sinta mais relaxada, segura e disposta.
Depois do parto, a doula volta a se encontrar com a nova mamãe para conversar sobre aquele momento tão especial e dar algumas dicas sobre amamentação e cuidados com o bebê.
Vantagens
A ciência comprova os resultados da atuação das doulas. "Pesquisas americanas demonstram que a presença delas nos hospitais reduziu em 50% o número de cesarianas e em 60% o número de pedidos de analgesia, ou seja, remédios contra a dor. O tempo de duração do trabalho de parto foi reduzido em 25%", relata a fisioterapeuta.
O psicólogo Altair Oliveira da Silva, especializado no atendimento a gestantes, também é a favor da participação das doulas durante os partos. "Acho que são figuras extremamente importantes e cada vez mais raras hoje em dia, em função do avanço da tecnologia da medicina. Antigamente, essas acompanhantes estavam com as parturientes durante todo o parto, cuidando dos outros filhos da parturiente, dos trabalhos domésticos, ou seja, criando uma condição para a que ela tivesse uma gravidez, um parto e uma recuperação rápida e tranqüila. A falta desse tipo de assistência passou a gerar situações de ansiedade, insegurança e medo, que normalmente não víamos há alguns anos. O ambiente hospitalar impessoal e a necessidade das mães em retornar rapidamente às suas funções como dona-de-casa e profissional fazem com que elas passem a lidar, repentinamente, com um estado de expectativa que fatalmente provocará ansiedade e tensão", esclarece.O obstetra Paulo Jorge Matoso é mais um simpatizante à atividade. "As doulas facilitam muito o trabalho dos médicos. Elas nos ajudam a explicar para as mães os procedimentos aos quais elas serão submetidas e ainda, com os exercícios de relaxamento e respiração, conseguem reduzir, muitas vezes, o tempo de duração do trabalho de parto, tornando-o menos sacrificante para a mãe e menos cansativo para nós", elogia.
“Minha doula foi incansável, desde a hora em que liguei para ela pedindo para que acompanhasse eu e meu marido ao hospital, até uma semana após o parto, período em que me ensinou muitas coisas”Experiente, Madalena Chaves, de 32 anos, mãe de Renan e Laila, de 5 e 3 anos, conta que a presença da doula foi fundamental para que seus dois partos fossem, como ela diz, "perfeitos". "Descobri a existência das doulas através de uma pesquisa pela internet. Estava procurando uma maneira mais tranqüila de ter meu primeiro filho. Não queria passar por uma cesariana, ter que dormir dias no hospital. Queria que meu parto fosse um momento memorável, não traumático. Marquei um encontro com minha doula e conversamos horas a fio. Falamos sobre muitas coisas, inclusive sobre partos", brinca Madalena.
A empatia foi instantânea, e uma semana depois lá estavam as duas no duro trabalho de trazer o pequeno Renan ao mundo. "Meu trabalho de parto durou apenas três horas a partir do rompimento da bolsa. Achei que duraria muito mais, mas sei que cada caso é um caso. Minha doula foi incansável, desde a hora em que liguei para ela pedindo para que acompanhasse eu e meu marido ao hospital, até uma semana após o parto, período em que me ensinou muitas coisas, como dar banho no bebê, fazê-lo dormir, identificar o que ele queria ao chorar etc. Ela foi como uma mãe, me ajudou muito e sou eternamente grata por isso", relembra, acrescentando que "tudo o que a mulher quer no momento do parto é se sentir segura, sabendo que há pessoas competentes para cuidar dela e de seu bebê, assim, ela pode acreditar que nada de mal irá acontecer a nenhum dos dois."
Bolsa de mulher... doula
As doulas pensam em tudo para deixar, não só a parturiente, como também o resto da família, mais relaxada na hora do parto. Meias para aquecer os pés da futura mãe, tiaras e presilhas para prender o cabelo dela, aparelho, de som, CD com músicas suaves, incensos - no caso de partos realizados em casa -, máquina fotográfica, livros e revistas para os familiares se distraírem durante o trabalho de parto, entre muitos outros, são itens indispensáveis na bolsa de uma doula. Elas costumam até ter uma lista com o contato de amigos e parentes do casal para avisar sobre a chegada do bebê.
Encontre sua doula
As doulas recebem um treinamento especial para trabalharem com as grávidas através de cursos específicos. Todo o trabalho é fundamentado. "Para se tornar uma doula a mulher precisa querer e gostar de estar em contato com mulheres que estão passando por um momento muito delicado", recomenda Dra. Cristina.
O mais comum são as doulas de atuação particular, ou seja, contratadas pela própria família, mas muitos hospitais públicos que aderiram a algum projeto de humanização do parto abriram espaço para grupos de doulas voluntárias. Essas mulheres, geralmente, vivem na própria comunidade servida pelo hospital.
As doulas voluntárias geralmente não possuem qualquer formação na área de saúde e são treinadas pela equipe do hospital. Sua atuação é bastante instintiva, mas muito eficiente.
É importante lembrar, contudo, que a doula não executa qualquer procedimento médico, afinal, ela não tem formação adequada para isso. Ela não substitui nenhum profissional tradicionalmente envolvido na assistência ao parto, nem deve discutir procedimentos com a equipe médica ou questionar decisões. Seu trabalho é acompanhar e apoiar a gestante, sem interferir no trabalho dos médicos.
Se você optar por um parto natural ou em casa, com o acompanhamento de uma doula, pode iniciar sua busca pelo site
www.doulas.com.br, mas não se esqueça de conversar com seu obstetra antes de tomar a decisão.

Fonte: http://www.bolsademulher.com

sexta-feira

Grávida aos 100 anos?


Biólogo afirma que, dentro de 30 anos, mulheres poderão ter filhos quando quiserem graças ao avanço das pesquisasJá imaginou uma mulher grávida aos 100 anos? Provavelmente, não. Mas para o biólogo Davor Solter, do Instituto de Medicina Biológica, em Singapura, isso será possível em 2038. A situação não é impossível, explica ele, graças ao avanço da tecnologia nos últimos anos.
Uma das novas técnicas é a que envolve as células germinais - processo que transforma as células da pele em espermas e óvulos para depois combiná-los. Segundo Vilmon de Freitas, ginecologista da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), é um absurdo uma mulher nessa idade engravidar. "O útero não tem mais força. Uma mulher de 60 anos já não tem um corpo apropriado para agüentar uma gestação, imagine uma de 100", diz.
Mas, uma questão ainda mais importante é o desenvolvimento deste bebê. Como uma mulher nessa idade poderá correr atrás de uma criança ou pensar na sua educação? Nem mesmo a ciência poderá ajudar nesse ponto. "Uma mulher com idade avançada não tem mais a disposição que uma mãe jovem. Ser avó é uma coisa, mãe é outra. Não consigo pensar em uma senhora se levantando de três em três horas para amamentar", diz a psicóloga Ana Maria Massa, também da Unifesp.
Fonte: Revista Crescer

quarta-feira

Pulseira eletrônica em maternidades pode virar lei em São Paulo

A subtração de bebês, infelizmente, ainda é uma realidade nas maternidades brasileiras. Casos famosos, como de Pedrinho, que passou toda a infância na condição de desaparecido e sendo criado pela mulher que o tirou da mãe, criam traumas irreparáveis às pessoas envolvidas. A cidade de São Paulo está prestes a aprovar um mecanismo eletrônico contra esse tipo de crime.

Um projeto de lei de autoria do vereador Carlos Apolinário obriga as maternidades da cidade de São Paulo a implantar um sistema de sensores e alarmes nas entradas e saídas das maternidades. Esse dispositivo, combinado com uma pulseira eletrônica colocada nos recém nascidos, soa caso o bebê saia do hospital sem permissão.
A Câmara Municipal já aprovou o projeto. Falta agora o prefeito Gilberto Kassab sancionar a proposta para que vire lei municipal.
Segundo o vereador Carlos Apolinário, a pulseira eletrônica evitará a subtração e sequestro de recém-nascidos das maternidades. O vereador espera que o prefeito aprove o projeto de lei já que se trata de vidas humanas e que sensores existem até nas mercadorias de lojas.
Muitas maternidades, mesmo antes desse projeto de lei, já estudaram o método, mas relatam que o sistema de sensores e alarmes é inviável por vários motivos.
Os prós e contras - O preço do sistema é alto e as maternidades teriam que ser reformadas para recebê-lo, muitas pulseiras não podem ser submersas, outras são muito grande, podendo causar prejuízos aos recém-nascidos ou mesmo inviabilizar algum exame que o bebê tenha que ser submetido.
Os hospitais reforçam cada vez mais a segurança contra sequestro e subtração de bebês. Dizem que se esse projeto virar lei a pulseira eletrônica será mais um dos itens de segurança que as maternidades adotam.
A retirada da pulseira eletrônica é realizada assim que o recém-nascido obter alta hospitalar e a mamãe e bebê irão embora protegidos.
Independentemente do custo operacional, a pulseira eletrônica é um tema que precisa ser analisado por políticos e sociedade.


Fonte: Bruno Rodrigues - http://guiadobebe.uol.com.br/

quinta-feira

Na China, bebê de 10 meses já tem 20 quilos e intriga médicos


Lei Lei está internado para que especialistas avaliem causas da obesidade.
Segundo sua mãe, menino nasceu com peso normal.

Um bebê chinês de 10 meses está sendo avaliado por médicos da província de Hunan pelo acelerado ganho de peso. Ele tem 20 quilos, o equivalente ao peso de uma criança de seis anos de idade, informa o site do jornal britânico Telegraph. Segundo a mãe do garoto, chamado Lei Lei, ao nascer ele tinha peso normal. (Foto: reprodução / Telegraph.co.uk)

Fonte: G1 notícias

segunda-feira

Adulto com paladar infantil

Cientistas pesquisam distúrbio alimentar em adultos que preferem os mesmos alimentos que as crianças
Raquel Temistocles




Na hora das refeições, seu filho faz careta e se recusa a comer legumes, verduras e alguns tipos de frutas? E você, também? Se o seu paladar é tão “chato” quanto o do seu filho (e se resume a comer batata-frita, sorvete e massas), você pode ter um distúrbio alimentar chamado de paladar infantil. Pesquisadores do Centro de Distúrbios da Alimentação da Universidade Duke, nos Estados Unidos, desenvolveram um estudo para saber o que faz um adulto ser “picky eater” – uma pessoa que escolhe demais os alimentos antes de comê-los.
Os médicos pensavam que apenas crianças eram “picky eaters” e que elas iriam crescer e se livrar do problema. Agora, porém, a pesquia deve classificar pela primeira vez uma doença chamada de “alimentação seletiva”, que poderia se aplicar a adultos e crianças.
Ao contrário de pessoas com anorexia ou bulimia, os “picky eaters” não parecem fazer escolhas alimentares baseados na quantidade de calorias. Eles não são necessariamente magros ou obcecados com a forma do corpo. Os pesquisadores não sabem ainda o que impulsiona o comportamento, mas eles dizem que as texturas e o cheiro podem explicar a dieta limitada. Alguns só comem alimentos com uma textura consistente e um tipo de cor e sabor. Para Bianca M. Chimenti Naves, nutricionista da Clínica BKNR, “as pessoas apresentam memórias e sensações positivas e prazerosas com a prática desta alimentação, associada às recordações da infância e adolescência”.
A alimentação dos “picky eaters” é tão limitada que pode interferir nos relacionamentos sociais e profissionais, pois eles passam a recusar convites para jantar com os amigos ou jantares e almoços profissionais.
O problema é que o distúrbio pode afetar toda a família, uma vez que os pais evitam comer alimentos saudáveis e os filhos se espelham neles para fazer suas refeições. “A longo prazo, pode ocasionar uma possível desnutrição. Além disso, uma alimentação pobre em vitaminas, minerais e fibras e rica em gorduras e açúcares, contribui para o desenvolvimento da obesidade e de doenças cardiovasculares”, diz a nutricionista.
Se você vive essa situação, confira algumas dicas práticas de receitas para utilizar alimentos saudáveis e enganar o paladar. Quem recomenda é Thais Lazzeri, colunista da CRESCER e autora do blog
Comer é um barato:

Acrescente em sopas ou caldos
- Se você não gosta de abobrinha, por exemplo, prepare uma sopa de legumes (com batata, cenoura, mandioquinha e uma carne) e coloque esse ingrediente bem picadinho. Outra sugestão é bater todos eles no liquidificador depois de pronto. - No preparo do feijão, basta acrescentar folhas de agrião ou espinafre, por exemplo, no fim do cozimento. - No molho de tomate, ponha uma cenoura para cozinhar junto e depois bata tudo no liquidificador.

Misture em uma torta
Torta de liqüidificador
Ingredientes da massa:
1/2 xícara de chá de óleo, 1 ovo, 6 colheres (sopa) bem cheias de farinha de trigo, 1 pitada de orégano, 1 colher (sobremesa) de fermento em pó, 1 xícara de chá de leite, sal
Ingredientes do recheio: 1 lata de milho, 100 grs de vagem picadinha, 1 vidro de palmito, azeitonas, ½ tomate picado, azeite, sal, ½ cebola Preparo: Coloque todos os ingredientes do liquidificador e bata.
Em uma panela, coloque os ingredientes do recheio e frite no azeite. A vagem precisa ser cozida em água antes. Pré-aqueça o forno em 180 graus. Unte uma forma média e despeje metade da massa. Ponha o recheio. Cubra com o restante da massa e deixe no forno por cerca de 30 minutos ou até dourar.

Gelatina de beterraba
Ingredientes: 3 xícaras (chá) da água de 1 beterraba fervida, 3 xícaras (chá) de suco de laranja, 1 xícara (chá) de açúcar, suco de 1 limão, cravo-da-índia e canela em pau a gosto, 2 envelopes de gelatina sem sabor, 1 xícara (chá) de água fria
Preparo: Em uma panela, ferva a água usada para a beterraba , o suco de laranja, o de limão, açúcar, cravos-da-índia e canela em pau. Mexa bem. Dissolva a gelatina na água fria e junte à mistura. Quando a gelatina derreter, desligue o fogo. Despeje em forminhas e leve à geladeira