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terça-feira

Alimentos que devem ser evitados por quem amamenta


As mulheres que estão amamentando precisam ter cautela com o que comem. Isso porque é super importante que estejam bem alimentadas para suprir suas necessidades e também as do leite materno. Como tudo passa pelo leite para o bebê é importante também que ela observe se alguns alimentos estão fazendo mal, principalmente dando cólicas nos recém-nascidos.

Alimentos que devem ser evitados por quem amamenta
  • Leite
  • Derivados do leite
  • Chocolate
  • Repolho
  • Nabo
  • Feijão
  • Brócolis
  • Ervilhas
  • Couve-flor
  • Rabanete
  • Espinafre
Algumas bebidas que também devem ser evitadas
  • Café
  • Refrigerantes a base de cola
  • Bebidas alcóolicas
  • Chás: kava kava, carqueja, angélica, palmeira-anã,ginseng e raiz de alcaçuz
  • Energéticos

Lanchinhos Saudáveis para Grávidas


Segundo nutricionistas, o ideal é se alimentar a cada 2h ou 3h no máximo. Deixar um intervalo muito grande pode causar mal estar, além de outras coisas.

Lanchinhos saudáveis para grávidas

Frutas: opção super saudável e que pode ser levada para qualquer lugar. As frutas mais práticas são: banana, pêra, maça e outras que se pode comer diretamente, mas você também pode levar em potinhos outras frutas, como manga, já picadas.

Legumes crus: alguns legumes, como por exemplo, a cenoura e o pepino, podem ser cortados em tiras e são uma ótima opção para lanchinhos rápidos e saudáveis! Se você preferir, poderá temperá-los com limão e ervas. Lembrando que o sal deve ser consumido em bem pouca quantidade ou nada para não ter risco do aumento da pressão arterial.

Sanduíches naturais: você mesma pode fazer com pães integrais e torradas, queijo cottage, ricota, atum e saladas. Além de saudáveis, ficam deliciosos!

Vitaminas: podem ser feitas com frutas, iogurte e leite. Você faz sua combinação preferida e colocando frutas mais doces, não terá a necessidade de adição de açúcar.

Iogurte e frutas: para ficar mais saudável, você pode comprar os iogurtes naturais, sem adição de açúcar e em casa batê-los com frutas, como morango e manga por exemplo.

Cereais integrais: eles podem ser misturados com leite ou iogurte e frutas, o que fica bem gostoso e dá um ótimo lanche!

Chás: ótima opção para acompanhar os lanches!! Lembrando que é bom verificar se o chá é indicado para consumo durante a gestação, pois alguns, como por exemplo o chá de canela quente, pode ser abortivo e por isso não é indicado.

Lanchinhos Saudáveis para Grávidas


  • Frutas: opção super saudável e que pode ser levada para qualquer lugar. As frutas mais práticas são: banana, pêra, maça e outras que se pode comer diretamente, mas você também pode levar em potinhos outras frutas, como manga, já picadas.
  • Legumes crus: alguns legumes, como por exemplo, a cenoura e o pepino, podem ser cortados em tiras e são uma ótima opção para lanchinhos rápidos e saudáveis! Se você preferir, poderá temperá-los com limão e ervas. Lembrando que o sal deve ser consumido em bem pouca quantidade ou nada para não ter risco do aumento da pressão arterial.
  • Sanduíches naturais: você mesma pode fazer com pães integrais e torradas, queijo cottage, ricota, atum e saladas. Além de saudáveis, ficam deliciosos!
  • Vitaminas: podem ser feitas com frutas, iogurte e leite. Você faz sua combinação preferida e colocando frutas mais doces, não terá a necessidade de adição de açúcar.
  • Iogurte e frutas: para ficar mais saudável, você pode comprar os iogurtes naturais, sem adição de açúcar e em casa batê-los com frutas, como morango e manga por exemplo.
  • Cereais integrais: eles podem ser misturados com leite ou iogurte e frutas, o que fica bem gostoso e dá um ótimo lanche!
  • Chás: ótima opção para acompanhar os lanches!! Lembrando que é bom verificar se o chá é indicado para consumo durante a gestação, pois alguns, como por exemplo o chá de canela quente, pode ser abortivo e por isso não é indicado.

Homens podem engordar mais de 10 quilos após o nascimento do primeiro filho


Tendência foi identificada por pesquisa britânica que entrevistou 2 mil pais
Por Marcela Bourroul

  shutterstock

A luta das mulheres contra a balança, especialmente para perder os quilos extras que a gravidez traz, não é novidade para ninguém. Agora, um estudo britânico publicado neste mês descobriu é que os homens que se tornam pais também não estão lidando muito bem com suas barrigas, especialmente após o nascimento do primogênito.

Realizada com 2 mil pais, a pesquisa descobriu que 60% deles estão fora de forma, o que prejudica sua saúde e sua relação familiar. Pelos cálculos dos pesquisadores, os novos pais engordaram em média 10,4 quilos após a chegada do bebê. Comer o resto de comida deixado pelas crianças, fazer refeições rápidas no trabalho e passar muito tempo sentado estão entre os maus hábitos dos pais modernos.

O estudo apontou, ainda, que alguns deles estão se sentindo sobrecarregados com a divisão entre trabalho e vida em família (sim! eles também têm esse dilema), e isso também contribui para o ganho de peso. Por causa da correria, os pais deixam de tomar conta de sua alimentação e adotam um estilo de vida mais sedentário. A consequência é óbvia: quilinhos extras na balança.

Outro dado interessante que a pesquisa identificou é o cansaço dos pais – que pode desestimulá-los a perder peso. Cerca de 42% dos entrevistados disseram ter consumido energéticos para aguentar a rotina e 20% pegaram no sono enquanto liam para os filhos. Essa mesma porcentagem admitiu mandar mensagens de celular para pessoas da mesma casa só para não levantar do sofá!

Segundo a psicóloga e pesquisadora da Unifesp, Patrícia Spada, os homens no Brasil também sofrem com excesso de peso após o nascimento dos filhos. “Certamente, como a pesquisa coloca, o estresse da vida moderna facilita o aumento do consumo de fast-food, uma vez que o tempo de cozinhar com qualidade é escasso. Os pais também passam muitas noites acordados com seus bebês, e tudo isso contribui para o ganho de peso”, diz a especialista.
Ela sugere que, para reverter esse quadro, os homens precisam fica atentos aos sinais que o corpo dá de cansaço físico e mental. Aqueles que assumem mais responsabilidades no trabalho e em casa do que conseguem gerenciar geralmente ficam sobrecarregados – e engordar é só uma das consequências. “É importante que os pais possam se voltar às suas próprias sensações e emoções. Ou seja, perceber o que está se passando psíquica e fisicamente com eles, uma vez que até a relação afetiva com sua família entra em prejuízo quando não têm condições de cuidar de si próprios”, afirma a psicóloga. Vale lembrar que cuidar de si é o melhor jeito de garantir muitos anos ao lado dos filhos! E a família toda ganha. 

Receitas práticas para o dia a dia

Para facilitar a vida do pai moderno, CRESCER reuniu três receitas práticas e saudáveis. As dicas são da nutricionista Santhi Karavias, do projeto Lancheira Saudável.

Hambúrguer de Quinoa 

Ingredientes: 

1/2 xícara de chá de quinoa 
1 xícara de chá de caldo de legumes caseiro 
4 colheres de sopa de nozes moídas 
1 batata média cozida 
1 cenoura ralada 
4 colheres de sopa de farinha de aveia 
Salsinha a gosto 
1 Fio de azeite de oliva para grelhar 

Modo de Preparo: Leve ao fogo baixo a quinoa com o caldo de legumes, com a panela 
tampada, até secar todo o líquido. Retire do fogo, espere amornar e misture o restante dos ingredientes, exceto o azeite. Leve a massa à geladeira por 30 minutos para facilitar a manipulação, protegido com papel filme. Retire da refrigeração e modele os hambúrgueres. Coloque o azeite em uma frigideira ou chapa e grelhe cada hambúrguer dos 2 lados. Retire e sirva com uma salada bem colorida, para chamar a atenção dos pequeninos. 

Arroz de Forno Caipira 

Ingredientes: 

1 colher de sobremesa de margarina light 
1 cebola picada 
1 xícara de chá de milho em conserva 
1 xícara de chá de ervilhas frescas 
1 xícara de chá de cenoura picada em cubos pequenos e cozidos 
200g de peito de frango cozido e desfiado 
Sal a gosto 
2 xícaras de chá de arroz cozido 
1 gema 
½ xícara de chá de leite desnatado 
2 colheres de sopa de salsa e cebolinha picada 

Para polvilhar: 

1 col. (sopa) de queijo parmesão ralado 
1 col. (sopa) de farinha de rosca integral 
1 col. (café) de páprica doce 

Modo de Preparo: Em uma frigideira, derreta a margarina e coloque a cebola para refogar. Junte a ervilha, cenoura, o milho, o frango e tempere com o sal. Deixe refogar até todos os ingredientes. Retire do fogo e misture o arroz, mexendo delicadamente. Separadamente, bata a gema, o leite, e a salsinha e cebolinha. Coloque sobre o arroz, misture bem e coloque em um refratário. Polvilhe com o queijo, a farinha de rosca e a páprica. Asse em forno quente, pré-aquecido, por 20 minutos ou até dourar. 

Frango com Castanha-do-Pará ao Molho Tzatziki (molho Grego) 

Ingredientes: 

400gr de filé de frango 
1 dente de alho 
1 colher de chá de sal 
4 colheres de sopa de aveia em flocos finos 
1 clara ligeiramente batida 
50 g de castanha do pará picada 
1 colher de sopa de óleo 

Molho Tzatziki: 

1 Pepino japonês grande 
1 dente de alho 
1 copo de iogurte natural desnatado 
2 colheres de sopa de azeite 
Sal e vinagre à gosto 

Modo de Preparo: Tempere os filés com o alho e o sal. Passe-os na aveia, depois na clara e depois na castanha. Unte uma assadeira antiaderente com metade do óleo e coloque os filés. Regue com o restante do óleo e leve ao forno médio a 180ºC, por cerca de 20 minutos. Vire os filés para dourar ambos os lados. Retire do forno e sirva com o molho grego. 

Molho: Rale o pepino em ralador grosso e esprema bem entre as mãos para tirar toda a água.Rale o alho, em ralador menor. Tempere com o azeite, sal e vinagre. Coloque o iogurte, mexa bem e leve à geladeira para gelar. Sirva gelado.

Fonte: Revista Crescer

sexta-feira

Bolo de Frutas

Que tal uma receita diferente em que a fruta é o ingrediente principal? Confira três preparos deliciosos

Foto Rogério Voltan

As duas receitas desta página são da revista “Casa e Comida” 

Bolo de laranja com pistache 
rendimento: 2 fôrmas de bolo inglês (30 fatias) 
tempo de preparo: 1h30 

Ingredientes:
Bolo 
320 g de farinha de trigo 
100 g de farinha de amêndoas 
50 g de pistaches sem casca e sem sal 
1/2 colher (sopa) de sal 
1 colher (sopa) de fermento químico em pó 
1 colher (sopa) de essência de baunilha 
240 g de manteiga sem sal 
300 g de açúcar refinado comum 
3 ovos grandes ou 5 ovos pequenos 
170 g de iogurte sem soro 
150 g de suco de laranja 
3 colheres (sopa) de raspas de casca de laranja

Calda 
200 ml de suco de laranja 
100 g de açúcar

Cobertura 
100 g de manteiga sem sal 
150 g de cream cheese 
2 xícaras (chá) de açúcar de confeiteiro 
1 colher (sopa) de extrato de baunilha

Preparo do bolo: Preaqueça o forno a 170°C e unte as duas fôrmas de bolo inglês com manteiga e farinha. Bata a manteiga com o açúcar e o sal até obter uma consistência cremosa e esbranquiçada. Deixe a mistura no bowl da batedeira. Numa vasilha, misture o iogurte, os ovos e a baunilha e reserve. À parte, peneire a farinha de trigo e o fermento e junte a farinha de amêndoas e o pistache. Despeje, alternadamente, o conteúdo dos dois recipientes no bowl da batedeira, mexendo com uma espátula até que a mistura fique homogênea. Acrescente o suco de laranja e as raspas da casca do fruto. Despeje a massa nas duas fôrmas e asse por aproximadamente 40 minutos, até dourar.

Preparo da calda: Em uma panela, aqueça o açúcar com 100 ml de água em fogo alto até o líquido ficar completamente transparente, como um xarope. Espere esfriar e junte o suco de laranja coado. Despeje a calda no bolo ainda morno, na própria fôrma, e deixe descansar.

Preparo da cobertura: No bowl da batedeira, coloque a manteiga e bata até virar um creme. Adicione o cream cheese gelado e bata até ficar fofo. Junte o açúcar de confeiteiro peneirado e bata até adquirir uma consistência homogênea. Acrescente o extrato de baunilha e bata por mais 3 a 5 minutos. Leve para a geladeira por 20 a 30 minutos. Desenforme o bolo frio e monte a cobertura com uma colher. Por fim, triture um punhado de pistache no liquidificador e polvilhe sobre o bolo.

A laranja é fonte de vitamina C, que ajuda a combater infecções. O pistache tem vitamina B6, importante para o bom 
funcionamento do cérebro
Fonte: receita de Ricardo Corrêa, do Wheat Organics




Bolinho de maçã com especiarias
tempo de preparo: 45 min
rendimento: 11 porções
Ingredientes: 
220 g de açúcar cristal 
110 g de açúcar mascavo 
330 g de manteiga 
6 ovos 
330 g de farinha de trigo peneirada 
2 colheres (chá) de fermento químico em pó 
1 colher (sopa) de baunilha 
540 g de maçã fuji picada sem casca 
1 pitada de sal 
210 g de nozes quebradas 
Especiarias moídas a gosto: cravo, canela, cardamomo, anis estrelado, noz-moscada
Preparo: Bata os ovos e reserve. Misture o açúcar mascavo com o cristal e a manteiga e bata suavemente. Acrescente os ovos batidos e a farinha de trigo peneirada, misturando suavemente, sem bater. Em seguida, faça o mesmo com o fermento, o sal, as nozes, a maçã, a baunilha e as especiarias. Despeje 150 g da massa em forminhas de minipanetone. Decore com nozes picadas e junte uma pitada de especiarias. Leve ao forno preaquecido a 175°C e asse por 18 a 25 minutos.
A maçã é rica em fibras solúveis, que reduzem os 
níveis de colesterol ruim

Fonte: receita de Lucas Corazza, do site bar.bar
Revista Crescer


segunda-feira

Bolos com frutas

Clara usa Vestido Alakazoo

Beleza: Penélope Beolchi; Foto: Kit Gaion; Produção: Letícia Duarte
Agradecimentos: LineaMobili (Locação) 

Que tal uma receita diferente em que a fruta é o ingrediente principal? Confira três preparos deliciosos
Foto Rogério Voltan

Bolo de banana com nozes
rendimento: 12 porções 
tempo de preparo: 40 minutos

Ingredientes: 
6 unidades de banana-d’água 
3 xícaras de açúcar mascavo 
½ xícara de óleo de girassol 
3 ovos 
1 e ½ xícara de farinha de rosca 
1 colher (café) de canela em pó 
1 xícara de nozes batida no liquidificador ou no processador 
1 colher (sopa) de fermento em pó 
1 colher (sopa) de manteiga sem sal para untar a fôrma

Preparo: Bata no liquidificador a banana, o açúcar mascavo, os ovos e o óleo. Numa vasilha, misture a farinha de rosca, a farinha feita com nozes, a canela e o fermento em pó. Acrescente à mistura anterior e mexa bem. Despeje em uma fôrma redonda alta com furo no meio, já untada com manteiga e polvilhada com farinha de rosca. Leve ao forno a 180°C por aproximadamente 30 minutos.
A banana é rica em vitaminas, sais minerais e potássio, que previne as cãibras, e fibras, que ajudam o intestino a funcionar melhor. Já as nozes, que reduzem o risco de doenças cardíacas, podem ser oferecidas para crianças sem problema


Fonte: Flávia Quaresma, chef e consultora gastronômica
Revista Crescer

terça-feira

Açúcar também é tóxico

Em excesso, ele pode trazer uma série de problemas para a saúde do seu filho no futuro


Ana Paula Pontes



Você controla a quantidade de doces que seu filho consome diariamente? Saiba que o açúcar está tão na mira dos pesquisadores que eles acreditam que o ideal seria que ele fosse regulado, como uma toxina. Um artigo publicado na revista Nature, chamado The Toxic Truth About Sugar (A Verdade Tóxica sobre o Açúcar), reforça que o açúcar e outros adoçantes podem provocar problemas cardíacos, aumento da pressão, colesterol, diabetes, insuficiência hepática. 


Mas fique tranquila. Aqui estamos falando do excesso. E mais, segundo Rubens Feferbaum, pediatra e nutrólogo do Hospital Infantil Sabará (SP), nos Estados Unidos o problema é maior porque a frutose, que potencializa problemas renais e cardiovasculares, é muito utilizada no país em diversos produtos, como refrigerantes. No Brasil, é a sacarose, mas os riscos também existem. 


Para Rubens, as bebidas açucaradas são grandes vilãs. Um estudo realizado pelo Centro de Pesquisas do Hospital Infantil Sabará, com 800 pessoas entre 3 e 17 anos, revelou que as bebidas açucaradas, como sucos de caixinha (néctar), refrigerantes, refrescos em pó, entram muito cedo na dieta da criança e viram hábito na vida delas. “Descobrimos que cerca de 20% das necessidades calóricas diárias dos adolescentes vêm do açúcar dessas bebidas”, diz Rubens. Isso quer dizer que, se o seu filho tem o hábito de tomar um “suquinho” a toda hora, é caloria que ele está ingerindo o tempo todo, que vai ser somada com o que ele come ao longo do dia. Além disso, reforça o especialista, essas bebidas elevam a glicemia e insulina rapidamente, o que pode ocasionar em reações inflamatórias crônicas, levando a problemas como hipertensão, arteriosclerose. 


Por isso, vale o alerta: para matar a sede, água! “Muito se pergunta sobre o que as crianças comem, mas pouco se pergunta sobre o que elas bebem. Grande parte do sobrepeso e obesidade é pelo que se bebe”, afirma Rubens. Sabe aquele achocolatado na mamadeira ou um suquinho adoçado para acalmar a criança? Esqueça. 
Menos açúcar, mais alimentos saudáveis
Não existe idade ideal para introduzir o açúcar na dieta do seu filho. O melhor é postergar o quanto você puder. “Não há necessidade de adição de açúcares, desde que alimentos como grãos, cereais, frutas, legumes e tubérculos, que tem açúcares mais ou menos complexos em sua composição, façam parte da dieta”, diz Rubens. Isso porque, junto com proteínas e gorduras, são suficientes para as necessidades de gasto energético diário e de crescimento. É preciso equilíbrio. Sucos de laranja, por exemplo, não precisam ser adoçados. Deixe para colocar açúcar naqueles que realmente precisam, como os de limão.


Light e diet para crianças?
Se você acha que, para amenizar o consumo da quantidade de açúcar, a saída é oferecer produtos diet e light para o seu filho, atenção! 


Diet é um produto feito para crianças e adultos que têm restrição de determinado nutriente, que pode ser tanto o glúten, o sódio, o açúcar. Só que para adoçar o alimento, no caso dos sucos, por exemplo, é usado o adoçante – e ainda não há pesquisas que mostrem qual a quantidade segura que as crianças podem usar sem que isso tenha um impacto em sua saúde no futuro. Além disso, um chocolate diet pode ter ainda mais gordura do que o normal, desequilibrando a composição nutricional do seu filho. “Liberamos para aquelas que têm diabetes, por exemplo”, diz Maria Emília Suplicy, nutricionista do Hospital Pequeno Príncipe (SP). 


Já os produtos light, que têm redução de açúcar e/ou gordura e sal, também devem ficar restritos àquelas crianças que precisam de uma dieta com menos calorias. Vale lembrar que os produtos que precisam ser adocicados também têm em sua composição o adoçante, como os diets. Por isso, vale o alerta: “Por que utilizá-los quando a criança tem uma alimentação sadia e equilibrada?”, diz Rubens. 


Fonte: Revista Crescer

domingo

Estudo brasileiro mostra que tomar café durante a gravidez e amamentação não prejudica o sono do bebê




Tomar café é um prazer para você? Então, prepare-se para uma boa notícia. Um estudo feito pela Universidade Federal de Pelotas, no Rio Grande do Sul, concluiu que o consumo de cafeína por gestantes ou mulheres que estão amamentando não interfere no sono dos bebês. 


Para chegar a esse resultado, os cientistas entrevistaram 855 mulheres que haviam acabado de dar à luz. Elas responderam a perguntas sobre a ingestão de cafeína e também sobre os hábitos de sono de seus bebês com 3 meses de vida. 




Exceto uma participante, todas as demais disseram ter bebido cafeína durante a gravidez, sendo que 20% delas consumiam em grande quantidade (ao menos 300 ml por dia). Mas apenas cerca de 14% de todas as mulheres do estudo relataram problemas de sono em seus bebês - eles acordavam ao menos três vezes durante a noite. O resultado surpreendeu os cientistas. 


“Nós esperávamos que as crianças cujas mães consumiam grandes quantidades de cafeína pudessem acordar mais à noite, mas o estudo mostrou que essa relação não existe”, diz a líder da pesquisa Iná Santos, professora do departamento de medicina social da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Pelotas. 


A medida que serviu como base na pesquisa foi de 300 ml de cafeína por dia (três xícaras de café), que é internacionalmente usada em estudos científicos. “Como essa é a primeira evidência sobre essa falsa relação no mundo, ainda é muito cedo para falarmos em segurança. Outros trabalhos devem surgir nos próximos meses para confirmar – ou questionar - esse resultado. Vai ficar mais fácil afirmar se é seguro tomar café na gravidez”, completa Santos. 


Os pesquisadores lembram, no entanto, que isso vale para gestações normais e saudáveis, já que bebês prematuros, por exemplo, podem ser mais sensíveis aos efeitos da cafeína consumida por mulheres que estão amamentando. 


Um outro estudo anterior, realizado pela University of Rochester School of Medicine and Dentistry, havia mostrado o contrário: a cafeína prejudica, sim, o sono dos bebês. Isso porque eles não conseguiriam metabolizar ou eliminar a substância, o que poderia causar irritabiliade e problemas para dormir. O que fazer, então? Especialista brasileiro reforça que o bom senso é sempre fundamental. "Com moderação, tomar um café de manhã e à tarde, não traz riscos”, diz Mario Cícero Falcão, pediatra e nutrólogo do Hospital Santa Catarina (SP).


Fonte: Revista Crescer

sexta-feira

Estudo mostra que 51% das mães brasileiras têm dificuldade para alimentar seus filhos

Das 984 mães entrevistadas, 64% revelam que se preocupam com o problema 
Crescer 


O seu filho não come direito? Em uma conversa rápida com outras mães na porta da escola, você tem a impressão de que ele não é o único? Um estudo acaba de comprovar que, sim, a queixa é verdadeira: 51% das mães brasileiras afirmam que têm dificuldade para alimentar os filhos. A pesquisa, que foi realizada com 984 mães de todas as regiões do Brasil pela Abbott Nutrition, mostra ainda que esse comportamento prevalece em crianças com idade entre 3 e 7 anos.


O estudo relaciona também os principais tipos de dificuldades que as mães encontram na alimentação das c. Das entrevistadas, 47% dizem que o filho não come toda a quantia oferecida, 43% apontam que ele não tem interesse na comida e 40% destacam que a criança come sempre os mesmos tipos de alimento. E tais problemas, como você também deve ter percebido naquela conversa na porta da escola de que falamos antes, preocupa 64% das mães. Mas ainda assim a maioria é otimista: 89% apontam a questão como uma fase temporária da infância. 


Especialistas indicam que crianças em fase pré-escolar têm maior probabilidade de apresentar este comportamento. De fato, quando as crianças passam a ter mais autonomia, é comum que comecem a rejeitar alguns alimentos - e essa fase passa mesmo para a maioria delas. No início pode parecer normal, mas é preciso estar atento para definir se o problema persiste, pois a criança que come mal pode ter deficiências nutricionais. “Essa ‘desculpa’ pode esconder problemas alimentares mais graves e que, se perpetuados, geram situações nutricionais de difícil abordagem e tratamento”, diz o pediatra e nutrólogo Ricardo Barros. Mas calma! Assim como acontece com outros problemas de comportamento, a melhor maneira para lidar com as dificuldades alimentares – e o tempo que isso vai levar para melhorar – pode variar entre as crianças. Seja paciente e, claro, conte com a ajuda do seu pediatra. 


5 passos para o seu filho comer bem 
- Organize os horários das refeições;
- Aprenda a entender os sinais de fome do seu filho; 
- Escolha alimentos saudáveis; 
- Crie o hábito de comer com a família sentada à mesa sempre que possível; 
- Ofereça novos alimentos constantemente e repetidas vezes – até ter certeza de que a criança não gosta deles. 


Fonte: Abbott Nutrition 
Fonte: Revista Crescer

segunda-feira

Comer bem: veja como fazer seu filho amar os alimentos

Chefs, que também são pais, ensinam como fazer as crianças adorarem a comida em novo livro. Confira a entrevista com a autora, a norte-americana Fanae Aaron, mãe de Cody, 6 anos


Thais Lazzeri



Se fazer a criança comer já não é uma das tarefas mais simples, que dirá conseguir que ela goste, ou melhor, se apaixone pela comida. Esse era o desafio da diretora de arte Fanae Aaron: ela queria que Cody, 6 anos, que na época era um bebê, amasse os alimentos. Então, foi entrevistar chefs, que também são pais, para saber qual o segredo deles. Essa pesquisa deu origem ao livro What Chefs Feed Their Kids (Como os Chefs Alimentam Seus Filhos, em tradução livre), recém-lançado nos Estados Unidos, e sem previsão de ser publicado no Brasil. Confira a entrevista que ele deu à CRESCER: 


CRESCER: Por que (e quando) decidiu escrever o livro? 
Fanae Aaron: Comecei este projeto porque adoro uma boa comida, e queria aprender a inspirar o amor pela comida no meu filho Cody. Se estou em um restaurante ou na minha própria cozinha, gosto de comer bem. Por bem eu quero dizer comida que excita o paladar, alimenta o corpo e acalma a alma. Prefiro alimentos que são frescos, da época, e orgânicos, e eu estou sempre tentando novas receitas em casa para fazer as refeições uma aventura. Quero que Cody esteja disposto a provar novos alimentos para que possamos fazer as refeições juntos que tanto gosto. Eu não quero ter que procurar restaurantes que servem massas e manteiga de modo que ele vai ser feliz. O mundo é muito maior do que hambúrgueres, pizzas e nuggets de frango. 


C: O que você descobriu durante as entrevistas? 
F.A.: Chefs que fazem questão de passar tempo com seus filhos em torno da comida e que trazem seus filhos em seu mundo de alimentos foram bem sucedidos em criar filhos, que são simultaneamente saudáveis e comedores. Todas as crianças, mesmo os filhos de chefs, passam por momentos difíceis na hora de comer, mas essas últimas, em geral, gostam de provar uma gama muito maior de alimentos e estão muito mais conscientes da importância de comer alimentos saudáveis. As crianças são naturalmente curiosas e abertas a novas experiências divertidas - e comer bem pode ser uma aventura real. 


C: Alimentar os filhos é mais fácil para os chefs? Por quê? 
F.A.: Eles pensam sobre a alimentação de seus filhos de maneira diferente do que a maioria de nós, porque pensam sobre o alimento de forma diferente. É verdade, como você pode imaginar, que os filhos deles muitas vezes comem uma impressionante gama de alimentos - de lagosta para anchovas à rúcula, e com entusiasmo. Embora eu não esteja interessada no meu filho comer caviar, foie gras, e outros alimentos caros e exóticos, estou interessada no fato de que as “crianças chefs” são extraordinariamente abertas a experimentar novos alimentos, sabores e texturas. Eles também são surpreendentemente esclarecidos sobre ingredientes, qualidade e saúde. 


C: Quais são as melhores dicas que eles deram para você? 
F.A.: Uma coisa que sempre lembro é manter a introdução de novos alimentos para as crianças. Chefs não alimentam seus filhos com comidas “leves”, que a maioria dos pais daria. É surpreendente o que uma criança vai comer quando você não restringe a alimentação dela. 


C: Você tentou alguma dica com seu filho? 
F.A.: Sim, várias. Meu filho é um comedor fantástico. Ele está aberto a comer alimentos novos e ele gosta de comer todos os tipos e sabores diferentes. Eu realmente aprendi a alimentá-lo quando estava entrevistando chefs. As receitas do livro são agora como as receitas de nossos familiares. Estas são as receitas com que ele tem crescido. 


C: Que dica você daria para pais e mães? 
F.A.: As crianças são curiosas por natureza e querem saber as coisas que gostam. Elas estão sempre a colocar coisas em suas bocas por curiosidade! Se você fizer comida e e engajá-los cozinhando ou experimentando - ou até deixando que escolham algo diferente em um restaurante -, vai tocar nessa curiosidade natural.


Fonte: Revista Crescer

terça-feira

Peixe contra asma?

Pesquisa sugere que introduzir o alimento antes dos 9 meses na alimentação do bebê pode ajudar a prevenir a asma. Veja quando e como começar a inserir o alimento no cardápio das crianças


Ana Paula Pontes e Bruna Menegueço



O fim de ano está aí. Se você vai passar as férias na praia, aproveite para introduzir o peixe na alimentação do seu bebê. De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria, a partir do sexto mês de vida da criança, o alimento já pode ser inserido nas papas salgadas. 


Um novo estudo incentiva essa hábito no primeiro ano de vida: pesquisa da Universidade de Gotemburgo, na Suécia, mostrou que oferecer peixe ao seu bebê antes dos 9 meses pode ajudar a prevenir a asma na idade pré-escolar. Para chegar a esse resultado, a pesquisa acompanhou 4.171 famílias escolhidas aleatoriamente, que responderam a questionários quando seus filhos tinham 6, 12 meses e quatro anos e meio de idade. Após a análise dos números, percebeu-se que o hábito de comer peixe antes dos nove meses cortou quase pela metade a propensão de chiado e respiração ofegante por volta dos 5 anos. O estudo não é conclusivo e os especialistas estão em busca de mais confirmações. 


Ainda assim, sobram motivos para esse tipo de proteína fazer parte do cardápio de toda a família. “Já se sabe que o peixe é uma ótima fonte protéica e ferro, que é bem absorvido pelo organismo”, diz a nutricionista Tânia Rodrigues, da RG Nutri (SP). Estudos mostram também que os ácidos graxos ômega-3 (gordura poliinsaturada), encontrados principalmente no salmão e na sardinha, são importantes para o desenvolvimento do sistema nervoso central e da retina e na prevenção de doenças crônicas, como obesidade e hipertensão. 


O ideal é que o alimento seja oferecido aos poucos, para que, caso a criança apresente alguma reação, seja possível identificar o que causou o problema e não oferecê-lo mais. Com relação às espinhas, escolha os peixes que têm poucas ou que não as tenham, como cação, linguado ou badejo. “Após o preparo, deve-se conferir com atenção, e sempre checar mais uma vez antes de oferecer ao bebê”, afirma o pediatra Gerson Matsas, do Hospital Samaritano (SP).


Atenção na hora da compra 


O principal cuidado, no entanto, vem antes de o peixe estar no prato da família – na hora da compra! A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo dá dicas para você não errar. Em primeiro lugar, o produto deve ser adquirido em um estabelecimento que tenha boas condições de higiene e limpeza. Dê preferência para o pescado fresco, mais fácil de verificar a qualidade por meio do odor, textura e coloração. Observe se a carne está firme, brilhante e escorregadia; se os olhos estão brilhantes e protuberantes; e as brânquias úmidas e brilhantes, entre a cor de rosa e vermelho intenso. O peixe também deve estar conservado em meio a camadas de gelo. 


Para quem opta pelo peixe congelado ou congela o peixe fresco, é preciso atenção ao descongelar. “Nunca se deve descongelar qualquer pescado em temperatura ambiente, porque não é uniforme e pode gerar perda de qualidade, umidade e permitir o crescimento de micróbios”, diz William Latorre, diretor da Divisão de Alimentos da Vigilância Sanitária Estadual (SP) . Para isso, descongele-o na geladeira, a 4 °C. E lembre-se: nunca congele novamente o peixe que foi descongelado. Após ter sido preparado, ele deve ser conservado na geladeira por até 24 horas.


Fonte: Revista Crescer

segunda-feira

Como controlar o apetite durante a gravidez?

Esqueça a velha história de que você tem de comer por dois. Apesar de a fome aumentar nesse período, não é preciso dobrar a quantidade de comida


Crescer





Você acha que o seu apetite aumentou agora que está grávida? Saiba que há dois fatores principais que interferem na sensação de saciedade da gestante. Segundo o nutrólogo Durval Ribas Filho, o primeiro é que o corpo passa a produzir mais peptídeos (substâncias responsáveis por mediar a sensação de fome); o segundo é que há diminuição dos movimentos peristálticos, que movimentam o alimento por meio do trato digestório. “É como se o próprio corpo dissesse ‘você precisa comer mais’”, afirma. Mas essa quantidade é pequena: cerca de 300 calorias a mais do que as 2 mil geralmente indicadas para um adulto. No caso de gravidez de gêmeos, basta dobrar esse número. 


Mas o que fazer para saciar a fome sem exagerar? O principal é comer de 6 a 8 vezes por dia, intercalando as refeições principais com lanches leves. Queijo, leite, gelatina ou alguma fruta está liberado. Evite alimentos gordurosos e com excesso de sal. E inclua vegetais, legumes e um tipo de proteína, como carne vermelha magra, peixe ou frango na sua dieta. 


Lembre-se de que, ao controlar seu peso, você está preservando não apenas a sua saúde, mas também a do bebê. Estudos mostram que a obesidade da mãe aumenta o risco de o filho ter doenças congênitas. 


Quanto engordar? 


Não há consenso entre os obstetras. Enquanto alguns recomendam de 9 a 11 quilos, outros dizem que o ideal é de 11 a 15 quilos. Há ainda outra tabela que estima que a gestante deve engordar cerca de 15% do total do peso pré-gestacional. O melhor é mesmo é consultar o seu médico.


Fonte: Revista Crescer

domingo

Você sabe escolher frutas corretamente?

Cor, cheiro, consistência. Afinal, o que devemos observar ao comprar frutas?
Bruna Menegueço



Na feira ou no supermercado, a dica da nutricionista Juliana Simões, coordenadora de Nutrição, do Hospital do Coração (SP), é comprar as frutas da estação. "A safra da época é sempre melhor, tem mais nutrientes e sabor", diz Juliana. A seguir, veja dicas para ajudar você a escolher as melhores frutas.

Abacate 
A fruta deve ter a casca bem lisa, fina e verde. Aperte-os suavemente para verificar se estão firmes.

Abacaxi 
O cheiro é um bom sinal de que a fruta está boa. Se é agradável, adocicado, está no ponto. Pressione com os dedos e, se estiver muito duro, ainda está verde. Confira se a casca está dourada e puxe uma folha da coroa: se sair fácil, está bem maduro.

Banana 
Melhor que não esteja verde nem totalmente madura. Frutas muito maduras têm mais açúcar que fibras. A parte amarela da casca deve predominar sobre a preta.

Maçã 
Rode na mão para ver se não há machucados na casca. Neles, os microorganismos podem se desenvolver. Quanto mais vermelha a maçã, mais doce.

Pêra 
Se a casca está ligeiramente macia, cede um pouco ao toque, a pêra estará doce, saborosa. Se o cabinho sai fácil, está bastante madura, pronta para comer no dia.

Laranja 
Prefira as mais pesadas, porque têm mais sumo. A consistência deve ser igual em toda a fruta, um lado não deve ser mais mole que o outro. Quanto mais laranja a casca, mais doce. Para as laranjas de casca amarelo-forte, as manchas de cor marrom mostram que estão doces e com mais suco.

Mamão 
Confira se a fruta está macia e sem pontos de bolores na casca.

Manga 
Ela deve estar macia ao toque, sem que a casca se rompa quando pressionada. 

Melão 
É uma das frutas mais difíceis de escolher porque possui a casca dura. Para começar, ela deve estar perfeira, firme, amarela, sem machucados ou partes amolecidas. Ao apertar a extremidade oposta ao caule esta deverá ceder levemente e ao ser sacudido se as sementes estiverem soltas, indica que este está pronto para o consumo.

Evite desperdícios
Aprenda a controlar o grau de maturação das frutas, principalmente no verão. As frutas mais maduras devem permanecer sobre refrigeração e deverão ser consumidas a curto prazo. As frutas mais verdes podem permanecer em temperatura ambiente até atingirem totalmente a maturação.

Para acertar na hora da lavagem
As frutas devem ser lavadas em água corrente para retirar a sujeira mais grosseira. Em seguida, para “matar” microorganismos, deixe-as imersas por 15 minutos em uma solução à base de hipoclorito na proporção de 1 litro de água para 1 colher de sopa de água sanitária. 

Confira a época de cada fruta:
Jan / Fev / Mar: Abacate, Abacaxi, Babana-Prata, Banana-Maça, Caqui, Figo, Fruta-de-Conde, jaca, Limão, Maçã, Manga, Maracujá, Melancia, Mamãe, Pêra, Uva.
Abr/ Mai / Jun: Abacate, Banana- D'água, Banana-Maçã, Coco, Limão, Laranja-Lima, Laranja-da-Baía, laranja Seleta, Maçã, Mamão, Maracujá, Tangerina
Jul / Ago / Set: Abacate, Banana-Prata, Banana-Maçã, Banana- D'água, Goiaba,  Jaboticaba,  Laranja Lima, Melão, Melancia, Morango, Tangerina
Out / Nov/ Dez: Abacaxi, Banana-Prata, Goiaba, Laranja Nata, Laranja Pêra, Manga, Mamão, Melão, Uva

Fonte: Revista Crescer

sábado

O bom do peixe na gestação



Inteligência e coordenação motora estão entre os benefícios que o consumo desse alimento traz ao bebê
Luiza Tenente

Comer peixe na gravidez realmente faz bem, acredite! E mais um estudo, publicado no American Journal of Clinical Nutrition, comprova benefícios ao bebê. Além de torná-lo mais inteligente, a coordenação motora e a capacidade de interagir socialmente aumentam.

Os cientistas da Universidade de Granada, na Espanha, analisaram a concentração de ômega 3 e ômega 6 em 2.000 amostras de sangue de grávidas na 20ª semana de gestação e do sangue do cordão umbilical do bebê logo após o nascimento. O resultado reforçou que, além dos benefícios dos ácidos graxos ômega-3 encontrados no peixe, o ácido docosa-hexaenoico (DHA), também presente no alimento, estimula o desenvolvimento dos olhos e do cérebro do seu filho, já que essas substâncias são transmitidas para o bebê pela placenta.

Os peixes de água fria, como salmão e truta, são os que mais contêm esses ácidos. “Recomendo que as gestantes consumam três porções por semana”, diz o ginecologista e obstetra Alexandre Pupo Nogueira, do Núcleo de Mastologia do Hospital Sírio-Libanês (SP). Esses peixes são também os mais gordurosos, mas não se assuste. Essa gordura é do bem. "Ela não oferece risco de entupimento de veias nem causa o aumento significativo de calorias do alimento", diz.

Só tome cuidado ao consumir esse tipo de carne durante os nove meses: evite peixes crus ou mal-passados, que podem desencadear infecção intestinal ou toxoplasmose. Lave-os bem e prefira ingeri-los cozidos, grelhados ou ensopados.

Vale lembrar que o desenvolvimento do cérebro do bebê, que começa na gestação, vai até os 6 anos. Por isso, é fundamental que a partir dos 6 meses o peixe faça parte do cardápio do seu filho. Abaixo, você confere uma receita gostosa para fazer tanto durante os nove meses quando depois que o seu filho nascer:

Peixe ao molho de maracujá

Ingredientes:
8 filés de pescado
Farinha de trigo para empanar
100 ml de suco de maracujá
½ lata de creme de leite com soro
1 colher (café) de sal
1 colher (café) de açúcar

Preparo: tempere o filé de peixe como preferir, passe-os na farinha e frite-os. Coloque-os em um prato e reserve para preparar o molho. Junte em uma panela, o suco de maracujá, o creme de leite, o sal e o açúcar. Misture e deixe no fogo até engrossar. Despeje sobre o peixe e sirva.

Fonte: Revista Crescer

quarta-feira

Mais ômega 3 durante a gravidez?

Estudo mostra que filhos de mães que tomam suplemento tendem a ficar menos resfriados


Crescer




A tendência já chegou aos consultórios: as gestantes querem saber se podem fazer suplementação com ômega 3, nutriente fundamental para o desenvolvimento neurológico do bebê. E os estudos vêm mostrando resultados promissores dessa conduta. O mais recente deles, feito em Atlanta (EUA), revelou que bebês cujas mães receberam suplementação tiveram menos resfriado nos primeiros três meses em comparação aos filhos de grávidas que tomaram placebo. No Chile, o governo distribui um shake para gestantes fortificado com ômega 3. Por enquanto, não existe uma recomendação formal para que você tome o suplemento aqui no Brasil. O ideal é comer peixes de água fria, como sardinha e salmão, pelo menos três vezes por semana.


Fontes: Educardo Zlotnik, ginecologista e obstetra do Hospital Albert Einstein (SP); Elaine de Pádua, nutricionista da Universidade Federal de São Paulo

segunda-feira

Por que vale a pena investir em alimentos orgânicos

Os benefícios são ainda maiores para as crianças, que são muito suscetíveis à contaminação e aos efeitos dos agrotóxicos
Carmen Guerreiro


Se antes comer alimentos orgânicos era costume só de ecologistas e vegetarianos, agora eles fazem parte da alimentação de muita gente. Até a Casa Branca – quem diria - possui uma horta orgânica em seu jardim. 

Tal iniciativa acaba de render seu primeiro fruto. Em abril de 2012, Michelle Obama lançará o livro American Grown: How the White House Kitchen Garden Inspires Families, Schools and Communities (algo como Crescimento Americano: Como a horta da Casa Branca inspira famílias, escolas e comunidades) para contar sobre a experiência com o cultivo de orgânicos, que ela começou em 2009 em uma das casas mais famosas do planeta.

A primeira-dama norte-americana também chama atenção para uma questão que preocupa a todos: oferecer à família alimentos saborosos, nutritivos que não façam mal à saúde e não estourem o orçamento do mês. A professora Sônia Stertz, presidente da Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos no Paraná, conduziu sua pesquisa de mestrado sobre a diferença de qualidade de produtos convencionais, hidropônicos e orgânicos, testando os mais diversos legumes, frutas e verduras, e chegou à conclusão de que os orgânicos têm mais nutrientes, como vitamina C, fibra alimentar e outros minerais importantes para a saúde, como o ferro e o selênio. A diferença do produto convencional para o orgânico é sempre benéfica. Pode chegar a 342% mais ferro no caso do morango e 425% mais selênio na cenoura, por exemplo.

Mas isso é o que os orgânicos têm a mais. O que eles têm a menos são justamente os agrotóxicos, que segundo estudo da Universidade de Berkeley, nos Estados Unidos, afetam dez vezes mais crianças do que adultos, além de terem efeito cumulativo ao longo da vida. Para completar, crianças de até 2 anos produzem em pequena quantidade uma enzima, que ajuda na detoxificação de pesticidas usados na agricultura convencional.

“A exposição a pesticidas está relacionada à hiperatividade, distúrbios de comportamento, de aprendizado, atrasos do desenvolvimento e disfunção motora”, explica Stertz. Ela comenta também que a presença de agrotóxicos no organismo está associada a diversas formas de câncer, sendo mais comuns em crianças o cerebral e a leucemia.

Mas com tantos benefícios, por que os alimentos orgânicos não fazem parte do prato de todo mundo? A culpa é o preço alto, especialmente nos centros urbanos. A boa notícia é que o abismo entre convencional e orgânico é menor a cada ano e promete cair muito mais. “Com o aparecimento das novas tecnologias, aumenta a produtividade, o que faz com que os custos baixem”, esclarece Vandro Colombo, diretor de Perecíveis do Walmart Brasil.
Compra e preparação dos orgânicos

Hoje o consumidor que mora grandes cidades e não tem acesso direto aos pequenos produtores pode contar com pequenos comércios, feiras (as exclusivamente de orgânicos e as convencionais que cada vez mais trazem produtos orgânicos como opção), bem como as grandes redes de supermercado, que têm investido pesadamente nesse setor. Para quem quer praticidade, existe até papinha orgânica vendida pronta para os bebês. Segundo Stertz, são mais de 4 mil produtos orgânicos no Brasil devidamente certificados, e o consumidor interessado em adquiri-los deve tomar cuidado com inscrições que levam a crer que o alimento é orgânico. Hidropônico, produto natural e sem conservantes não são considerados alimentos orgânicos. Na dúvida, o melhor é garantir que a palavra “orgânico” esteja na embalagem e que haja um selo de certificação.

Não há diferença entre o preparo de um alimento orgânico ou convencional. A maior vantagem do orgânico é que pode ser aproveitado por inteiro sem risco de contaminação. E no final, o pouco que for descartado, pode ainda transformar-se em alimento para os pássaros ou virar composto, por exemplo.

Para evitar os agrotóxicos nos alimentos convencionais

A especialista em orgânicos Sônia Stertz frisa que lavar os alimentos com água corrente não remove alguns tipos os agrotóxicos. Com o uso de hipoclorito nada acontece, enquanto o vinagre retira 10% e o bicarbonato 20% do resíduo pesticida. Por isso, a pesquisadora dá dicas para quem ainda não pode comprar todos os alimentos orgânicos, mas quer reduzir o risco de contaminação de sua família por agrotóxicos:

- Prefira frutas e verduras da época, que têm menos defensivos e hormônios;

- Descasque legumes e frutas. Você perderá algumas vitaminas contidas na casca, mas terá uma alimentação mais segura;

- Fique atento a legumes muito grandes. Quando produzidos convencionalmente, podem ser resultado de adubação e estimulantes artificiais;

- Dê preferência aos produtos nacionais em vez dos importados. “Frutas e legumes produzidos localmente não requerem tantos pesticidas como aqueles que percorrem longas distâncias e são armazenados por longos períodos de tempo”;

- Retire toda a gordura e pele no preparo de carnes. Os resíduos de pesticidas e outros produtos químicos tendem a se concentrar nos tecidos gordurosos dos animais;

- Escolha laticínios com baixo teor de gordura, pelo mesmo motivo das carnes;

- Dê preferência a folhosas como alface, agrião, almeirão, rúcula, couve manteiga e cheiro verde, que apresentam ciclo curto e por isso recebem menos pulverizações com agrotóxicos;

- Fique atento (e considere a versão orgânica) raízes, bulbos, tuberosas (beterraba, cenoura, cebola, alho, etc), que recebem mais pulverizações do que as folhosas por terem um ciclo de vida maior, assim como frutas e legumes, que são de plantio mais delicado e são mais sujeitas a pragas e doenças, por isso são as que mais recebem agrotóxicos;

- Escolha frutas convencionais com menos risco de contaminação, como caqui, pitanga, abacate, acerola, jaboticaba, côco, mexericas e nêspera. E evite as de alto risco, como morango, goiaba, uva, maçã, pêssego, mamão papaia, figo, pêra, melão e nectarina.

Fonte: Revista Crescer

quinta-feira

Como consumir produtos light ou diet durante a gravidez?

Para fazer uso seguro desses alimentos é importante prestar atenção aos rótulos das embalagens
Angélica Oliveira



Embora seja natural engordar de 9 a 12 kg durante a gravidez, a preocupação com o peso acompanha os nove meses da gestação de muitas mulheres. Mais que motivos estéticos, o cuidado com o ganho de gordura e massa corporal se reflete na saúde de mãe e filho. Mas o uso de produtos light e diet, tão comum em dietas, tem de ser supervisionado durante a gestação, já que não são claras as consequências da sua ingestão pelas futuras mães.

"Os estudos sobre o efeitos dos alimentos diet e light no organismo não incluem as grávidas. Você não pode fazer testes em bebês. Mas é certo que o consumo em excesso não é recomendado", orienta Eduardo Zlotnik, ginecologista e obstetra do hospital Albert Einstein, em São Paulo. Em se tratando de adoçantes, as grávidas devem evitar o aspartame, a sacarina e os edulcorantes (veja outros produtos que podem ser nocivos na lista abaixo). Uma opção é substitui-los por stevia e sucralose.

Já para Mariana Exel, nutricionista do Hospital Samaritano, o real problema em se consumir comida light ou diet está na falta de informação que existe nas embalagens dos alimentos. O que no caso desses produtos é indispensável. Para começar, um produto diet é aquele que não possui determinado nutriente em sua composição, assim como o light é aquele que apresenta redução mínima de 25% em alguma de suas substâncias.

"As pessoas associam o light e o diet ao açúcar, mas esses produtos podem ter redução ou isenção de outros ingredientes ", explica a especialista. Por exemplo, um produto pode ser diet em sódio e em gordura, o que significa que não possui nem um nem outro. Como essa informação nem sempre está clara nas embalagens, é preciso ler o rótulo dos produtos com atenção. Assim, são comuns os erros na alimentação de quem quer controlar o peso. Um exemplo clássico é tentar substituir o chocolate tradicional pelo diet. "O chocolate diet não leva açúcar, mas em compensação tem muito mais gordura", explica a nutricionista.

Mas apesar das discussões que o assunto levanta, os especialistas são unânimes quando a questão é o controle de peso: o segredo está na alimentação saudável. "Ter uma dieta balanceada e praticar exercícios traz muito mais resultado", resume Zlotnik.

Desvendando o rótulo:

A melhor maneira de evitar enganos é, realmente, a leitura das pequeninas letras que descrevem os ingredientes do produto. Maria Emília Albuquerque, nutricionista infantil do Hospital Pequeno Príncipe ,em Curitiba, dá mais dicas. "Na hora de ler o rótulo, é importante saber que eles são escritos em ordem decrescente de acordo com a quantidade em que estão presentes nos alimentos." Isso significa, por exemplo, que se o açúcar aparece antes do que o concentrado de fruta no rótulo de um suco, ele contém mais açúcar do que fruta.

Mas como nem sempre os termos utilizados nas embalagens são conhecidos por quem não entende muito de química ou nutrição, listamos os principais nutrientes que você deve evitar nos produtos light e diet que consome.

Aspartame ou fenilalanina
Sacarina
Ciclamato
Edulcorantes
Sacarose
Sódio (o indicado é até 150 mg a cada 100gr)
Gordura hidrogenada



Fonte: Revista Crescer