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domingo

Natação faz bem para bebês, sim!


Apesar de pesquisadores belgas desaconselharem a atividade antes dos 12 meses, Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda o esporte partir dos 6 meses, com alguns cuidados. Saiba mais
Bruna Menegueço


 Shutterstock



Você, certamente, já ouviu sobre os muitos benefícios que a natação proporciona aos bebês e crianças. Estudos já mostraram que a atividade treina a coordenação motora, estimula o sistema cardiovascular, aumenta a capacidade pulmonar e reforça o sistema imunológico (Isso mesmo! Seu filho não vai ficar mais resfriado se praticar o esporte).


No entanto, recentemente, especialistas do Conselho Superior da Saúde da Bélgica afirmaram que a natação não é recomendável para bebês com menos de 1 ano. Segundo os pesquisadores, após medirem os riscos e as vantagens do esporte para bebês, eles chegaram à conclusão de que não existem benefícios reais. 


Para Micheline Kirsch-Volders, diretora do estudo, nessa idade, as crianças são mais sujeitas a infecções por causa da imaturidade dos pulmões. Além disso, ela alerta para a variação da temperatura entre a piscina e os corredores que dão acesso a ela. Essa diferença brusca pode aumentar a presença de micro-organismos e, consequentemente, o risco de doenças. 


Aqui no Brasil, a recomendação da Sociedade Brasileira de Pediatria é a de que as crianças comecem a praticar natação a partir dos 6 meses. A partir dessa idade, o conduto auditivo (parte interna do ouvido), que até então era reto, forma uma curvatura, dificultando a entrada da água e reduzindo as chances de infecção. Além disso, o bebê também já estará imunizado contra alguns agentes.


Para o médico Mauro Vaisberg, especialista em medicina esportiva do Hospital Samaritano (SP), se a manutenção e a higiene da piscina e da água são bem cuidadas, os benefícios realmente são maiores que as desvantagens. “Para evitar doenças, observe se a água é limpa todos os dias, se as crianças tomam uma ducha antes de entrar na piscina e se os bebês usam fralda para natação”, alerta o especialista. Se possível, escolha uma piscina sem cloro. Esse produto pode irritar os olhos, maltratar os cabelos e a pele. Além disso, crianças com alergias respiratórias, em geral, não podem frequentar piscinas com cloro.


Qual a piscina ideal para bebês?
As opções de tratamento da água mais comuns ao cloro são à base de sal e ozônio. No caso da salinizada, por exemplo, o processo é simples: a água da piscina é previamente salgada com quatro gramas de sal comum por litro. Depois, ela passa por um processo de eletrólise, produzindo hipoclorito de sódio -- um cloro ativo natural que desinfeta e destrói bactérias, algas e microorganismos sem provocar efeitos colaterais. Já a ozonizada se baseia num sistema elétrico que purifica a água transformando o oxigênio do ar em ozônio, que, por sua vez, age oxidando as impurezas. O ozônio é quase 3.000 vezes mais potente que o cloro. Por isso, com dosagens muito mais baixas você consegue o mesmo resultado. 


Se o seu bebê frequentar piscina com cloro, um alerta. Certifique-se de que a escola ou academia utiliza o mínimo de cloro possível na água e não deixe seu filho ficar mais de 30 minutos. Outro cuidado é em relação à temperatura do local da piscina e do corredor que leva ao vestiário. Veja se não há corrente de vento e procure sempre levar um roupão para evitar um possível choque térmico, principalmente nos dias mais frios.


Com todos esses cuidados, esse momento será muito especial para você e para ele e um incentivo, desde cedo, para que adote o exercício físico como hábito. Ah! Não deixe de pedir para alguém fotografar vocês juntos. Vale esse registro no álbum de recordações e compartilhar com seus amigos nas redes sociais...


Fonte: Revista Crescer

sexta-feira

Grandes aliados no verão durante a gravidez

Veja os cuidados que você precisa ter para curtir a estação mais quente do ano sem problemas
Crescer





Todas as recomendações que você ouve do seu obstetra precisam ser levadas mais a sério a partir de agora, que os dias de calor começam. O consumo de água aumenta, os cuidados com a pele também – sem falar nos incômodos, como inchaço e pressão baixa, que as altas temperaturas podem causar. Confira nossas dicas para sobreviver aos dias de sol e curtir muito a sua gravidez 


Muito líquido 


O ideal é que você consuma dois litros por dia. Nessa conta entram água, sucos, sopas e até alguns chás, como os de erva-doce e cidreira (os diuréticos ou com cafeína estão proibidos, OK?). Se você não tem o hábito de beber água, passe a levar uma garrafinha térmica na bolsa. Manter a hidratação ajuda a lidar com a sensação de calor excessivo e previne os temidos inchaços (quanto maior o consumo, menor a quantidade de água que o corpo vai reter) e também os casos de pressão baixa. 


Protetor solar 


Se ainda não é, o protetor vai ser seu mais novo melhor amigo. O uso diário é essencial para evitar o escurecimento das manchas que já existem ou o aparecimento de novas – cerca de 70% das grávidas vão apresentar esse problema –, em especial no rosto (o melasma). Use o fator de proteção 30, no mínimo, três vezes ao dia, esteja você no trabalho ou na piscina. Se for tomar sol, prefira o horário até as 10 horas ou depois das 15, e não dispense óculos escuros, chapéus ou bonés – nem descuide do barrigão. 


Tratamentos que relaxam 


Faça máscara com pó de argila, encontrado em farmácias de produtos naturais (basta adicionar um pouco de água para fazer a pasta). Passe no corpo todo e espere 20 minutos. Além de melhorar o inchaço, relaxa e hidrata a pele. Outra opção é bater quatro folhas de alface com 100 ml de água. Passe esse creme aquoso no rosto e deixe agir por 15 minutos. 


Atividade física 


Se você está decidida a ser uma ex-sedentária, converse com seu médico. Ele pode liberar a prática de alguma atividade, em qualquer período da gravidez, desde que sua saúde e a do bebê estejam bem. Caminhadas e hidroginástica, como você imagina, são as recomendadas porque trabalham a musculatura sem oferecer risco de queda. Faça duas ou três vezes na semana, por cerca de meia hora, quando a temperatura estiver agradável. Quem já praticava exercícios deve reduzir o ritmo de treinamento no verão. Quando você se exercita, os músculos ajudam a bombear o sangue dos membros inferiores em direção ao coração, evitando o inchaço. Se sentir palpitação, dor abdominal ou vermelhidão no rosto, interrompa a prática e fale com seu obstetra. 




Fontes: Ademir Júnior, dermatologista e tricologista, Antonio Tavares Carneiro Sobrinho, ginecologista e obstetra, professor adjunto do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro; Disgo Leite de Barros, fisiologista do Hospital do Coração (SP); Ediléia Bagatin, dermatologista, professora adjunta do Departamento de Dermatologia da Universidade Federal de São Paulo; Gilvania Bernardes dos Santos, esteticista e coordenadora do Kabanah Spa (SP); Maria Auxiliadora Bernardi, gineologista e obstetra, médica titular do Departamento de Mastologia do Hospital AC Camargo (SP) e coordenadora de Mastologia do município de São Caetano do Sul (SP); e Maria Rita Bortolotto, responsável pelo setor de Cardiopatia e Gravidez e assistente da Clínica Obstétrica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo; Mariano Tamura, do Hospital Albert Einstein (SP) 
Revista Crescer

quinta-feira

Faça exercícios e tenha mais energia

Sim, para as mulheres que já se exercitavam antes. E para as que estão com boa saúde e o feto também. Exercícios de baixo impacto trazem benefícios à gestante, ao bebê, facilitam o parto e o pós-parto. Antes de começar, peça orientação ao médico. Em geral, as atividades físicas estão liberadas do quarto ao sétimo mês. Para uma caminhada leve, sinal verde mesmo fora deste prazo. Se tudo estiver bem, naturalmente.
O que muda no corpoA cintura aumenta e também os quadris e as glândulas mamárias. Além disso, ocorrem: dores lombares, à medida que a barriga cresce; compressão do diafragma, pelo útero aumentado, causando dificuldade respiratória; alteração no eixo do estômago para a horizontal, dificultando a digestão; maior freqüência cardíaca e volume sanguíneo; alteração hormonal; maior fragilidade nos ossos e na musculatura (por isso, são indicados somente exercícios com cargas reduzidas).


Atenção!
Antes de começar qualquer atividade física, consulte seu obstetra sobre os exercícios mais indicados para você. Se optar pela academia, faça uma avaliação prévia com o professor para verificar sua composição corporal, alterações de postura, hábitos de saúde e nutricionais. Depois, ele vai elaborar um programa individual para você, em geral, de 40 minutos, duas ou três vezes por semana. Mas não exagere; não é o momento para isso.
Os mais indicados

Caminhar: queima gordura, estimula a circulação sanguínea, melhora a capacidade respiratória. Com 30 minutos diários, é possível enrijecer o abdômen, as pernas e o bumbum.
Alongamento: amplia a elasticidade muscular e a agilidade, além de ajudar a manter o controle respiratório.
Hidroginástica: trabalha todos os músculos do corpo, proporciona maior condicionamento físico, relaxa, alivia o estresse, reduz o inchaço e as dores lombares e cervicais.
Hidroterapia: movimentos mais suaves, acalma, relaxa, alivia dores nas costas e nas pernas, diminui os inchaços.
Natação: alivia as dores nas costas e facilita a circulação.
Evite mergulhar de fora da piscina.
Watai: movimentos do tai-chi-chuan adaptados para a água. Educa a respiração, melhora a musculatura que será usada no parto e ensina a mulher a suportar as contrações.Yoga: trabalha musculatura, respiração, concentração, equilíbrio. Alonga e relaxa.

Se você gosta de caminhar
Em primeiro lugar, escolha um tênis bem confortável. E, ainda: prefira terrenos planos, pois o risco de uma torção é menor; no primeiro trimestre: comece com caminhadas curtas. Experimente andar de casa até o ponto de ônibus ou aproveitar a hora do almoço para um passeio a pé. Inicie com 10 minutos e, gradativamente, chegue até os 20. No segundo trimestre, você já pode aumentar um pouco as passadas. Ao sentir cansaço, diminu; já no terceiro trimestre, que você está mais pesada, reduza o tempo e a distância da caminhada à medida que o parto se aproxima.


Muito importante

Se você pretende engravidar, não aumente o ritmo da atividade física para diminuir depois; durante a malhação, mantenha a freqüência cardíaca até 140bpm; evite lugares muito quentes ou piscinas muito aquecidas; beba água antes, durante e depois dos exercícios;
Pare tudo, ao sentir...
dor no peito, palpitações ou taquicardias;
contrações uterinas com intervalos pequenos (cerca de 20 minutos) ou que durem mais que um minuto;
dificuldade respiratória; fraqueza ou vertigem;
inchaços;dor nos quadris, no púbis ou nas costas;
dificuldade de caminhar.
Comunique ao médico qualquer um desses sintomas ou algum outro não mencionado aqui.

Muitos benefícios

Os exercícios proporcionam: uma boa condição física e o controle da respiração facilitam o parto; os músculos ficam mais elásticos, garantindo a boa forma; melhora da circulação sanguínea; redução do percentual de gordura.
Lilian LuzConsultoria: Dr. Carlos Dale, ginecologista e obstetra.

Chefe do Serviço de Videolaparoscopia do Instituto Fernandes Figueira/RJ, e Jeferson Macedo Vianna, professor de Educação Física da Universidade Federal de Juiz de Fora/MG

Fonte: http://www2.uol.com.br/topbaby

domingo

Atividade física “oxigena” raciocínio das crianças

O futuro dos filhos é uma das grandes preocupações dos pais. Mercado de trabalho cada dia mais concorrido, fluência em pelo menos três línguas entre outros requisitos. As escolas também embarcaram nessas preocupações e a grade curricular está mais cheia de informações e aulas extras, diminuindo significativamente as práticas físicas.
Um estudo feito pela Universidade de Illinois, Estados Unidos, conclui que tanta atividade extra pode “ensinar” menos que uma simples aula de futebol ou queimada, comum nas aulas de educação física.
Nele há a evidência que atividades físicas antes, durante ou depois das aulas aumentam o poder de concentração das crianças, isto é, as crianças aprendem mais.
Foram realizados testes cognitivos em 20 crianças de nove anos de idade, sendo oito meninas e doze meninos. Em um primeiro dia, as crianças foram retiradas da sala de aula e os testes foram aplicados depois de 20 minutos de descanso. Já em um segundo momento, as crianças foram testadas depois de 20 minutos de caminhada na esteira.
Testes com conteúdo escolar, como escrita, interpretação de texto e matemática, foram realizados da mesma forma. As crianças obtiveram maior êxito depois da caminhada na esteira tanto nos testes cognitivos quanto com os de conteúdo escolar.
Uma observação que os coordenadores do estudo fazem é que caminhar na esteira não é um exercício propício para crianças. O resultado poderia ser ainda melhor se a atividade que a criança faça seja de acordo com a sua idade e sua preferência.
Seu filho precisa suar - Não é preciso tirar exemplos de estudiosos para exaltar a importância da educação física no desenvolvimento infantil. Em uma brincadeira de “queimada”, por exemplo, a criança raciocinar a força a ser empregada na bola, velocidade em escapar da bola, a pontaria. O mesmo procedimento se aplica basicamente no futebol e outros esportes.
Os pais e as escolas não devem deixar de lado as brincadeiras e atividades físicas das crianças. Não adianta deixar os filhos com a agenda completa somente com a escola, aulas de línguas e computação. Não transforme o filho em um mini-adulto. Já não basta a vida concorrida que o pequeno terá quando crescer. Não vale antecipar essa competição.
A atividade física, incluindo aí brincadeiras como esconde-esconde, pega-pega, passeios no playground, são importantíssimas para o melhor desempenho nas atividades intelectuais.
A grade curricular das escolas também deve incluir entre as aulas um espaço para as crianças brincarem ou até mesmo aulas de educação física. Um lugar adequado como playground ou uma quadra, mesmo que pequena, também é um ambiente para as crianças se divertirem e melhorarem o rendimento escolar.
Dicas
Se a escola do seu filho não tem espaço para brincadeiras, leve-o para passear no parque ou pracinha perto de casa.
Esportes ou algum lugar onde a criança possa brincar com um profissional adequado devem fazer parte da agenda da criança como aula de línguas.
Atividade física faz bem para a saúde e para o desempenho na escola. Lembre-se sempre disso.

por Bruno Rodrigues

quarta-feira

Ioga

Essa prática milenar ajuda a gestante ficar mais flexível, tonifica os músculos e melhora o equilíbrio e circulação com pouco ou quase nenhum impacto nas articulações do corpo. A ioga, aliada a algum tipo de exercício cardiovascular, como caminhadas, é uma ótima maneira de manter a forma durante a gestação.

É também benéfica porque trabalha com técnicas de respiração e relaxamento que podem ser extremamente úteis para a hora do parto e depois para lidar com as exigências da maternidade. Uma das primeiras coisas que se aprendem na ioga é a respirar plenamente (algo conhecido como ujayi), inspirando o ar bem devagar através do nariz, enchendo os pulmões e depois expirando pela boca completamente, até o abdome se comprimir.

Este "condicionamento" respiratório possibilita que você se mantenha mais calma nas situações difíceis. Sabe-se que em circunstâncias de medo, estresse ou preocupação, o corpo produz adrenalina e corta a produção de oxitocina, um hormônio que atua, por exemplo, na evolução do trabalho de parto. O treinamento da ioga ajuda as mulheres a lutar contra a vontade de se contrair durante a dor, para que, em vez de se retesarem, consigam respirar melhor.

sexta-feira

Hidroginástica

A hidroginástica é uma atividade física recomendada para mulheres grávidas, por ser forma de exercício com intensidade moderada e porque a flutuação na água ajuda a aliviar o peso extra da gestação e a diminuir o impacto dos movimentos sobre as articulações do corpo.

De fato, um estudo realizado pela Universidade de Campinas (Unicamp) apontou que a prática da hidroginástica poderia contribuir para amenizar as dores do parto, reduzindo portanto a quantidade e a necessidade de anestesias. Apesar de as conclusões dessa pesquisa serem promissoras, ainda não há trabalhos científicos de grande porte que comprovem tais efeitos da hidroginástica.

Assim como qualquer outro esporte, a hidroginástica também requer liberação médica e alguns cuidados:


Cautela com a temperatura da água (que deve ficar abaixo dos 30 graus) para evitar elevação excessiva da temperatura do corpo e atenção com os movimentos para não provocar dores nas costas ou lesões mais graves.

A freqüência cardíaca da gestante deve ser monitorada, é importante ver a disposição da gestante e ficar atenta à respiração. Ouça seu corpo.

Os professores têm que sentir se a grávida está conseguindo falar normalmente e se não está vermelha e ofegante

Outra coisa fundamental é não ir para as aulas em jejum (mais de três horas sem comer), só por causa da piscina. Os especialistas recomendam tomar um bom café da manhã (ou lanche, se for à tarde ou à noite) cerca de uma hora antes dos exercícios, e não esquecer de ingerir líquidos antes, durante e depois da atividade física para evitar uma desidratação.

quarta-feira

Caminhada

Uma das melhores atividades físicas para a gestante é a caminhada. É a atividade física que pode ser realizada durante os nove meses, ajudando a manter a forma sem sobrecarregar joelhos e tornozelos. Esta, também é a forma mais garantida para aquelas gestantes mais sedentárias iniciarem uma atividade. É só escolher um local agradável, como um parque ou uma praia e iniciar. Além de se exercitar, a gestante estará em contato com a natureza, relaxando e se exercitando.

As gestantes que já tinham hábito de andar antes da gestação, podem continuar. Aquelas que não faziam exercícios, o ideal é iniciar aos poucos, com caminhadas mais vagarosas, até chegar a andar cerca de 30 minutos. Lembre-se: o ideal é se exercitar 3 vezes por semana, já que a falta de rotina eleva os riscos de ferimentos e, também, não proporciona os benefícios para a saúde que você procura.


Dicas:
Leve uma garrafinha de água na caminhada para evitar desidratação, que pode causar contrações e aumentar sua temperatura. Evite caminhar em horários de sol forte ou quando estiver muito calor, e use roupas leves e confortáveis.

Use um bom par de tênis, com suporte para as solas dos pés, quanto mais larga a sola melhor, para ajudar a manter o equilíbrio.Não há problema em usar a esteira, mas, conforme sua barriga cresce, tome cuidado para não perder o equilíbrio. Pare sempre que se sentir tonta, e evite ler ou assistir TV enquanto caminha.