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terça-feira

Hora de ir ao banheiro

A transição das fraldas para o banheiro deve ser feita com paciência e sem pressão.


Muitas mães se desesperam ao ver que seus filhos já grandinhos, às vezes com mais de três anos, ainda não conseguem fazer cocô no banheiro. Apesar de usarem o penico para o xixi, ainda pedem para colocar a fralda na hora do cocô ou acabam fazendo suas necessidades onde estiverem, sujando toda a roupa.


A realidade é que a fase de transição da fralda para o vaso sanitário, ou mesmo para o penico, é muito delicada para a criança. Até o simples fato de sentar em um vaso sanitário grande e ficar inseguro de cair dentro do buraco atrapalha o aprendizado. Por isso, é necessário todo o tipo de cuidado na hora de ensinar o seu pequeno a deixar as fraldas.


“A partir dos dois anos e meio de idade é importante começar a explicar para as crianças o uso do penico e do vaso sanitário. Mostrar que todos que crescem fazem isso. E o mais importante é fazer tudo com muita paciência”, esclarece o psiquiatra Fábio Barbirato.


Portanto, não se preocupe se o seu filho tem mais de dois anos e ainda não usa o banheiro para fazer cocô. Cada criança tem o seu tempo para aprender a controlar essa necessidade fisiológica. “Controlar o esfíncter anal, que é o músculo que controla a abertura do ânus, é mais difícil do que controlar o esfíncter uretral, que controla a abertura da uretra. Por isso, as crianças têm mais facilidade em aprender a pedir o xixi do que o cocô”, explica Barbirato.


A criança está preparada para fazer suas necessidades no banheiro quando começa a avisar que fez xixi na fralda. Isso é sinal de que ela já percebe e controla o xixi. Assim que resolve tirar a fralda do filho, a mamãe tem que ter muita paciência e perguntar para a criança de duas em duas horas se ela gostaria de ir ao banheiro. Muitas vezes a criança reluta em parar a brincadeira para fazer xixi, mas é preciso insistir.


Em relação ao cocô, é importante que os pais percebam o horário que normalmente a criança tem vontade e levá-la no banheiro. Conte uma história, converse, tenha paciência, assim seu filho criará confiança e começará a pedir sozinho para ser levado ao banheiro.


Segundo o psiquiatra, não é necessário procurar ajuda profissional antes dos cinco anos de idade. A partir daí, é bom ficar de olho e fazer o acompanhamento com um especialista, pois o problema pode ser tanto físico quanto psicológico.


Fernanda Segantini


Fonte: http://guiadobebe.uol.com.br

domingo

Cosméticos para crianças

Há muitos tabus quando o assunto em questão é a higiene da criança pequena. Ao completar um mês de idade, a pele do bebê tem uma imunidade elevada e, mesmo após a escamação e mudança na cor da pele, normais nas duas primeiras semanas depois do nascimento, ainda há estoque de tecidos de proteção. Por outro lado, há uma perda de umidade significativa nessa pele, cerca de três vezes mais fina que a do adulto.
"Nos primeiros dias de vida, o bebê tem contato com aproximadamente 35 produtos cosméticos", de sabonetes e loções higienizantes a cremes para prevenir assaduras até os perfumes dos adultos com quem convive, diz a engenheira química, especializada em cosmetologia, Sonia Corazza. Ela assinala que a progressiva sensibilização da pele infantil acontece exatamente quando ela tem contato com a poluição e os produtos cosméticos.
Consultora técnica, responsável pelo desenvolvimento de linhas cosméticas como a "Natura Mamãe Bebê" e a "Turma da Xuxinha", Sonia atua há 25 anos nessa área e observa que o ideal seria a utilização de cosméticos a partir de um ano de idade. Até chegar lá, toda a atenção é pouca na escolha dos produtos.
Segundo a engenheira Suemi Kobashi, gerente de produto da Nívea, a renovação celular no adulto ocorre em média a cada 28 dias, enquanto no bebê é constante. Ela não descarta, porém, a utilização de um hidratante já nos primeiros meses de vida. Daí surge a pergunta: qual a melhor opção para uma pele tão delicada?
Como escolher?
O que conta na hora de optar por esse ou aquele sabonete, xampu, creme hidratante ou de limpeza para bebês e crianças pequenas? Marca, cor, perfume, embalagem... Certamente, alguns apelos de marketing levam a melhor, especialmente quando os pequenos acompanham os pais na hora da compra e escolhem, eles mesmos, o que querem usar. "Não se deixem levar pelo canto da sereia...", adverte Sônia.
Que orientação deve, então, pautar a decisão de compra? "Credibilidade conta muito", afirma a cosmetóloga, para quem a escolha de marcas idôneas, que tenham histórico como fabricantes de produtos cosméticos infantis é fundamental. Também é importante observar se os produtos são dermatologicamente testados, hipoalergênicos e se seus componentes fazem parte da "lista positiva" do Ministério da Saúde como substâncias seguras para utilização em produtos infantis.
É desejável que a quantidade de substâncias e corantes presente na composição dos produtos seja pequena, assim como a ausência de álcool, em colônias especialmente, é um bom indicador. Suemi chama ainda a atenção para a exigência de fragrâncias selecionadas, como forma de evitar a irritabilidade.
Os produtos destinados ao público infantil, lembra Sonia, são menos sensibilizantes que aqueles preparados para a pele adulta. "Sua composição é elaborada de forma a manter as características da pele infantil," acrescenta.
Fique ligado!Detalhes importantes na hora de escolher: Sabonetes - prefira os que têm pH mais próximo possível do pH da pele, algo em torno de 5,5, ou seja, levemente ácido Colônias - escolha produtos sem álcool, pouco ou nenhum corante, de fragrâncias selecionadas Condicionadores - evitar o uso desses produtos nos cabelos infantis; se necessário, não aplicar na raiz, mas apenas nos fios Maquiagem - evitar, e se não for possível, preferir maquiagem infantil, que saem facilmente com água. Escolher sempre marcas conhecidas, e verificar as indicações de uso na embalagem (se é anti-alérgica), mesmo sendo anti-alérgica é importante fazer um teste antes de usar na menina. Esmalte - evitar, devido à presença de solventes em sua composição Dica importante: os sistemas e válvulas de dosagem dos produtos devem ser seguros, permitindo a liberação de pequenas quantidades.
Proteção solar e poluição
Evitar a exposição ao sol no horário entre 10 e 16 horas deixou de ser uma recomendação para transformar-se em lei. Entretanto, o uso de protetores solares é fundamental em qualquer hora do dia. De preferência, acompanhados também de protetores físicos, como camisetas e bonés.
Para Suemi Kobashi, até os seis meses de idade, deve-se evitar o uso de protetores solares, respeitando-se horários e períodos curtos de exposição, de acordo com a orientação do pediatra.
Sonia Corazza assinala que devem ser evitados os filtros químicos, que contém dióxido de titânio ou óxido de zinco. Observa ainda que fatores de proteção superiores a 30 têm incremento de proteção muito reduzido em função do aumento do potencial irritativo da pele devido à sua oleosidade. Ela chama a atenção também para a quantidade utilizada, que não deve ser excessiva, e os cuidados de repetir a aplicação a cada uma ou duas horas e de remover todo o produto na hora do banho.
"O ideal, até um ano de idade, é evitar a exposição ao sol", sugere, lembrando, claro, que aqueles minutinhos necessários à absorção da vitamina D desde os primeiros dias de vida continuam valendo.
Quanto à poluição, a especialista afirma que, nos últimos 20 anos, os adolescentes que vivem nas grandes cidades têm muito mais acne, em parte devido ao acúmulo de sujeira na pele. Por isso, a utilização de uma loção higienizante infantil no rosto dos pequenos todas as noites é uma boa idéia. "Infelizmente, criança que vive em metrópole precisa de proteção solar e limpeza facial."


Fonte: http://www.alobebe.com.br

quarta-feira

Lenços umedecidos: quando usar?

Por Adriana Toledo
Não há como negar que eles dão uma ajuda e tanto. Práticos e fáceis de carregar, os lenços umedecidos facilitam a limpeza entre uma troca de fralda e outra, especialmente quando você está fora de casa, em um local público. Porém, use-os exclusivamente nessas ocasiões. “Em excesso, o perfume e os ingredientes do produto podem irritar a pele da criança”, avisa o pediatra Antônio Carlos Madeira, do Departamento Científico de Dermatologia da Sociedade Brasileira de Pediatria, no Rio de Janeiro. No dia-a-dia, substitua-os por um algodão umedecido com água morna ou lave a região com um pouco de sabonete neutro ou infantil.


Fonte: http://bebe.abril.com.br

segunda-feira

Cartilha para desfraldar

Veja os conselhos dos médicos para ajudar os pais e as crianças nesse processo


1ª semana
Leve o pequeno ao banheiro a cada duas horas para fazer xixi. No caso de cocô, respeite os horários de costume. Espere sempre ao lado dele, sem apressá-lo, até que finalize a tarefa. Limpe-o e vista a cueca ou calcinha.


Dica: cante parabéns e festeje as primeiras vezes do xixi e cocô no peniquinho.


2ª semana
Continue levando a criança para fazer xixi e cocô, mas deixe-a sozinha no banheiro. Peça que chame quando tiver terminado.


Dica: recaídas são esperadas. Jamais dê bronca. Em vez disso, diga coisas como: “Você fez xixi na calça, mas não tem problema. Dá próxima vez conseguirá chegar a tempo ao banheiro”.


3ª semana
Deixe a decisão de ir ao banheiro por conta da criança, mas pergunte se não está com vontade pelo menos umas quatro vezes ao dia. Dica: quem limpa o pequeno são os pais, mas mostre para ela como se faz. Nunca se esqueça de apertar a descarga e lavar as mãos (as suas e as da criança) depois de usar o banheiro.


4ª semana Agora não pergunte nem ofereça. Deixe que a criança vá ao banheiro por conta própria.


Dica: compre cuecas e calcinhas coloridas e com personagens para incentivá-la.

Banho recém nascido

Antigamente os bebês esperavam alguns dias para ter a experiência do primeiro banho, pois os pediatras recomendam a higiene a seco até a queda do coto umbilical. Porém, em muitas maternidades atualmente o recém-nascido entra na banheirinha logo depois do parto.
“Agora o primeiro banho dado na maternidade já é com muita água morna e sabonete neutro, justamente para remover as secreções do parto, que podem ocasionar contaminação”, diz a pediatra neonatal Eliane Posnik. Este procedimento é feito geralmente na primeira hora de vida nos recém-nascidos que nascem em boas condições.


Segundo a doutora Posnik, o banho seco não é mais recomendado, pois o temor de molhar o coto umbilical era para que ele secasse, caísse mais rapidamente e não houvesse contaminação. Hoje os médicos sabem que fazendo a higiene com água esterilizada, sabonete neutro antisséptico e álcool a 70%, a área gelatinosa do umbigo se mantém limpa e seca para que a queda ocorra entre 5 a 15 dias em média.


Como cada pediatra segue uma linha, uns mais tradicionais, outros mais modernos, para não haver surpresas, procure conversar com seu médico sobre o assunto e definir qual procedimento será usado com o seu filho.


terça-feira

No banheiro público

Por Liliana Negrello

Usar um toalete fora de casa é uma experiência de aprendizado importante para os pequenos que já passaram dos 3 anos. "Em primeiro lugar, o pai ou a mãe deve sempre acompanhar a criança quando ela vai a um banheiro que não lhe é familiar", orienta Vitor Costa Palazzo, pediatra do Hospital Infantil Pequeno Príncipe, em Curitiba.

A presença dos pais é importante principalmente se for um banheiro público, pois existe o risco de a garotada se contaminar. Essa é uma oportunidade para ensinar seu filho a usar um sanitário que não está em boas condições, principalmente para as meninas, que precisam se sentar no vaso. Nessa fase, as crianças estão começando a ficar mais independentes, mas os pais ainda devem acompanhar e supervisionar a higiene depois do uso do toalete.

"Os grandes riscos, em especial para as garotas, são de a criança não se limpar direito e deixar restos de fezes, que podem causar uma infecção urinária", afirma a pediatra Luci Pfeiffer, presidente do Departamento Científico de Segurança da Sociedade Paranaense de Pediatria. "Além disso, os pais também precisam tomar muito cuidado com o assédio de crianças nos banheiros", alerta a especialista.

segunda-feira

Fraldas nunca mais

Com 1 ano e meio a criança está pronta para fazer xixi no penico. Mas vai precisar da orientação e, claro, muita paciência dos pais
Quer tirar a fralda do seu bebê? Pois saiba que não basta deixar a criança pelada, fazendo xixi à vontade. “Ela só conseguirá se livrar das fraldas se for preparada para isso”, avisa o pediatra Renato Lopes de Souza, da Universidade Federal de São Paulo. O sucesso depende da maturidade do pequeno e da paciência dos pais. Fisiologicamente a criança está pronta para abandonar as fraldas a partir de 1 ano e 6 meses. “É quando adquire o controle dos músculos e nervos do ânus e da uretra”, justifica Souza. Até os 4 anos, no entanto, acidentes ainda são normais.

Para botar em prática essa habilidade, a cabeça do seu filho precisa ser treinada — e aí entram os pais. Mostre a ele as questões que envolvem o troninho. O xixi na fralda, o cocô que vai embora na descarga e a importância dos hábitos de higiene são algumas lições. É importante perguntar se ele gostaria de experimentar o banheiro. Aqueles que já estão no ponto costumam mostrar a fralda molhada ou avisam que vão fazer cocô. Também não suportam ficar sujos e pedem para ser trocados.

A fralda diurna é a primeira a ser abolida. Uma tática boa é colocar a criança, assim que acordar, no penico ou no vaso sanitário. Nesse caso não se esqueça do redutor de assento, peça fundamental para deixar o baixinho mais seguro diante daquele baita buracão. No início pode ser que ele faça apenas um pinguinho de xixi, mas tudo bem. A partir daí é só levá-lo a cada duas horas ao banheiro. Com o cocô é mais fácil, porque a criança já está habituada a fazer sempre no mesmo horário.

Quando o pequeno conseguir controlar o xixi e o cocô e aprender a usar o penico ou vaso sanitário (o que pode levar até quatro meses), é hora de abandonar a fralda noturna. Para isso ele deve dormir em cama, pois pode dar vontade de correr para o banheiro durante a noite. Também é essencial abolir a última mamada. São 250 ml de líquido a menos na bexiga. E a regra principal: antes de dormir a criança precisa fazer xixi.

Não é aconselhável deixar passar da época certa para desfraldar. A criança pode se acomodar e, depois, o processo fica mais complicado. Também é péssimo forçar a barra. Quando não está preparado, o pequeno acaba segurando demais o xixi. Daí, o conselho para os pais é abandonar o processo por uns 15 dias e, então, tentar novamente.

domingo

Lavando a roupa de cama do bebê


Por Liliana Negrello

Cobertores, cobertas, lençóis. Esses itens do enxoval do berço do bebê merecem atenção quando se fala em higiene. “Se os cobertores forem de lã, use capas de tecido sobre eles”, aconselha a pediatra Carolina Ignez Maier Guedes, voluntária do Hospital das Clínicas de Curitiba. “Isso facilita muito as lavagens e previne alergias.” Por falar em lavagem, evite amaciantes – eles também favorecem a ocorrência de reações alérgicas. Assim, lave lençóis, cobertas, capas, enfim, tudo que for utilizado pelo bebê com sabão de coco ou neutro.

sábado

A higiene do seu filho a começar pelos pés

É cada vez mais comum o uso freqüente de tênis pela criançada. Porém, essa prática pode causar problemas quanto à higiene dos pés do seu filho. Isso porque, com o uso prolongado de calçados fechados, a umidade e o calor podem contribuir para o surgimento de microorganismos nocivos, principalmente fungos, causadores das frieiras e micoses.
Caso o problema não seja tratado corretamente, há riscos de gerar infecções bacterianas.
“O pé precisa respirar. Deixar a garotada andar descalça em casa é uma boa pedida para o calor. No inverno, basta atentar para a friagem”, indica a pediatra Márcia Rodrigues. Porém, para evitar as micoses, não permita que seu filho ande descalço em pisos constantemente úmidos, como lava pés e vestiários. Segundo ela, não são aconselháveis os tênis e sandálias de plástico. Couro é o material indicado.
Vale lembrar que os bebês possuem má circulação nas extremidades do corpo, por isso sentem mais frio. Então, é sempre importante manter os pés do seu filho aquecidos. Para a garotada um pouco maior, o ideal é nunca utilizar o mesmo tênis por dois dias seguidos. “Alternar o uso dos calçados e deixá-los tomando sol por algumas horas nos dias em que não forem utilizados é uma prática que deveria ser adotada pelos pais”, explica a pediatra.
Outra dica é a aplicação de talco anti-séptico antes de usar calçados fechados, para diminuir a umidade e evitar o mau cheiro. Após o banho, verifique e acostume seu filho a secar sempre bem os pés, principalmente entre os dedos. Manter as unhas curtas e escovadas também é importante.
E por falar em unhas, alguns cuidados simples podem evitar que a criançada sofra com o problema de unha encravada. Não cortar as unhas até o "sabugo", deixando sempre uma pequena porção da borda livre, é o procedimento correto. Nunca corte as unhas do seu filho pelos cantos e não retire ou afaste as cutículas, elas são responsáveis pela proteção das unhas quanto à ação de substâncias químicas e microorganismos.


Bruno Thadeu

sexta-feira

Cuidando do umbigo

Uma das perguntas mais freqüentes na primeira visita ao consultório pediátrico é sobre os cuidados com o umbigo do recém-nascido. Os pais de primeira viagem ficam assustados e até impressionados com a aparência do coto umbilical, como é chamado esse pedacinho do cordão que fica preso ao bebê nos primeiros dias de vida.

Um dos maiores medos é machucar o bebê durante a limpeza. Então, vai aí uma informação preciosa: o umbiguinho não dói porque não tem terminações nervosas. Vencido o medo, o próximo passo é saber como lidar com ele.

O coto umbilical é uma porta de entrada para infecções e por isso, deve ser mantido bem limpinho até que caia. “No banho, deve-se lavar bem com água e sabão. O importante é o cuidado pós-banho. Deve-se enxugar bem o bebê e no umbigo passar álcool a 70% em movimentos circulares, retirando toda a sujeira que possa ali se acumular”, ensina a enfermeira Ana Paula Ferreira, da UTI neonatal do Hospital e Maternidade Santa Joana. Essa higiene deve ser feita até que ocorra sua queda, geralmente uns 15 dias depois do nascimento. A queda é resultado do processo de cicatrização do umbigo, que começa de dentro para fora.

Antigamente, o uso de faixas e gazes na região do umbigo era comum, hoje esses curativos fechados, assim como os banhos a seco, não são mais usados, pois mantém alta a umidade do local, propiciando maior prazo para a queda do coto.

É bom inclusive que o umbigo fique por fora da fralda. Atualmente, várias maternidades usam fraldas descartáveis com área de exposição em "U", para o umbigo cair mais rapidamente.

Inchaço, vermelhidão, dor e secreção nessa região podem ser sinal de alguma infecção e nesses casos o bebê deve ser examinado por um pediatra. Os pais também precisam ficar atentos à cicatrização do umbigo após a queda do coto para ter certeza que ocorreu o fechamento completo.

quarta-feira

Além de limpar o banho ajuda a relaxar

Conforme o bebê vai crescendo, os pais vão percebendo que o banho tem outras funções além de limpar. Ele pode ser usado para relaxar, acalmar ou até refrescar o bebê. Tudo depende do tipo de banho que é dado. Os mais crescidinhos, que já conseguem ficar sentados na banheira, podem tomar mais de um banho por dia. E não precisa ser só quando estão sujinhos.
No verão, por exemplo, um banho com água fresquinha é uma boa opção quando o bebê está inquieto. Se ele já tomou um banho completo no dia, nesse segundo banho pode apenas se distrair na banheira com seus brinquedinhos preferidos. Depois de se refrescar e fazer bagunça, a criança vai ficar muito mais tranqüila.
Em outra ocasião, quando o bebê estiver muito agitado para ir pra cama, o banho relaxante pode resolver o problema. Um banho quentinho e demorado à noite, antes do bebê dormir, tem o poder de acalmar e relaxar. O ideal é que a temperatura da água seja semelhante a do corpo materno, em torno de 36 ºC. Apenas deixe a criança com o corpo imerso na banheira e, se quiser, coloque uma música instrumental ou com sons da natureza bem baixinha. É sair da banheira e ir direto pro bercinho.

domingo

Higiene bucal do bebê

Além das indiscutíveis propriedades físicas, nutricionais e psicológicas do leite materno, a amamentação é importante para a saúde bucal do bebê. Mamando no peito, o bebê respira pelo nariz e é obrigado a morder, avançar e retrair a mandíbula. Isso propicia o correto desenvolvimento muscular e esquelético da face, possibilitando a obtenção de uma boa oclusão dentária.
Os cuidados com a higiene bucal devem começar a partir do nascimento do bebê. No recém-nascido, a limpeza deve ser feita com uma gaze ou fralda umedecida em água limpa para remover os resíduos de leite. Com o nascimento dos primeiros dentes (por volta dos 6 meses), a fralda deve ser substituída por uma dedeira. Aos 18 meses, com o nascimento dos primeiros molares decíduos, a higiene deverá ser realizada com uma escova dental infantil sem creme dental ou com um creme dental sem flúor. O creme dental fluoretado só deverá ser utilizado a partir dos 2 ou 3 anos de idade, quando a criança souber cuspir completamente o seu excesso. A cárie é uma doença transmissível. O Streptococcus mutans, bactéria causadora da cárie, pode ser transmitido da mãe para o filho pelo contato direto. Por isso, não se deve soprar a comida do bebê nem experimentá-la com o talher dele, pois é possível transmitir a ele essas bactérias.
A primeira visita ao dentista deve ser feita ainda na gestação. O ideal é que a mãe faça uma consulta para receber as orientações necessárias para manter a correta saúde bucal do seu filho. Independentemente da consulta da gestação ter sido realizada, a primeira consulta do bebê deve ser por volta dos 6 meses, coincidindo com o nascimento do primeiro dente decíduo. Preferencialmente, a consulta deve ser realizada com o odontopediatra, pois é ele o profissional habilitado a fazer esse primeiro atendimento.
A cárie de mamadeira é uma cárie de desenvolvimento rápido (aguda), que provoca dor e dificuldade de alimentação, determinando perda de peso e de estatura. É provocada pela ingestão de líquidos açucarados na mamadeira, principalmente durante a noite, sem que seja feita a higiene bucal posterior.
Quando for trocar a mamadeira pelo copo, e houver preocupação de o bebê não tomar mais leite a mãe deve ter alguns cuidados.Todo processo de remoção de hábitos deve ser lento e gradativo. Antes de remover a mamadeira, é necessário ter certeza de que seu filho sabe e gosta de tomar líquidos no copo. Para isso, primeiramente substitua apenas uma mamadeira pelo copo (geralmente, inicia-se pela mamadeira da tarde). Quando perceber que seu filho está tomando todos os 250 ml anteriormente oferecidos na madeira, no copo, substitua a mamadeira da manhã. No momento em que ele estiver ingerindo 500 ml de leite por dia no copo, a mamadeira da noite deverá ser substituída. Esse processo pode durar de 2 a 6 meses, dependendo da criança, por isso, o ideal é que ele seja iniciado um pouco antes dos 2 anos de idade. Para facilitar o processo, pode-se usar os copos com tampa, também chamados de copos de transição.
Para remover a chupeta, deve-se reduzir o seu uso a cada dia. Comece utilizando-a moderadamente, somente quando a criança estiver adormecendo. Quando a criança dormir, lentamente, remova a chupeta da boca e guarde-a. Nunca deixe a chupeta em correntes penduradas no pescoço ou ao alcance da criança. É a mãe que deve administrar as horas de uso, e não a criança. Assim, cada dia ela usará a chupeta um pouco menos até reduzir completamente o seu uso, o que deve ocorrer por volta dos 2 anos de idade.


Artigo Dr. Caio Racy

quarta-feira

Banho de balde ou de banheira?

Especialistas indicam que o primeiro acessório é mais anatômico, simula o útero materno e diminui o desconforto do bebê
Banho de bebê costuma vir acompanhado de trilha sonora – ou seja, muito chororô. Uma das explicações, segundo especialistas, é que, quando os pequeninos entram em contato com a água, logo se lembram do meio aquático do útero, um lugar fechado, escuro, quente e seguro. Quando percebem que estão em um ambiente claro, menos aquecido e aberto, ficam tensos. A partir dessa constatação, obstetras e parteiros de maternidades na Holanda criaram em 1997 um baldinho pensando em transmitir ao bebê recém-nascido (até os 6 meses de idade) uma transição tranquila do útero para o mundão. “É como um miniofurô: os bebês ficam em posição fetal, submersos do pescoço para baixo, e relaxam automaticamente”, diz Ana Cristina, parteira do Gama –
Grupo de Apoio à Maternidade Ativa. Um balde comum (dos mais resistentes) custa cerca de 15 reais. Já o Tummytub (foto), que chegou ao Brasil há um ano, sai em média por 120 reais, mas é específico para os nenês: o plástico é atóxico, sua base é antiderrapante e há um centro de gravidade que permite estabilidade e segurança no banho. Dá para ver a lista de lugares onde é vendido no site da empresa: www.tummytub.com.br.