terça-feira, 30 de novembro de 2010

Bebê selecionado geneticamente salva irmão na Espanha


Andrés, de 7 anos, sofria de uma forma grave de Talassemia e recebeu o sangue do cordão umbilical de seu irmão, Javier Hospital Vírgen del Rocio, de Sevilha, na Espanha, anunciou, na última terça, a realização do primeiro transplante de sangue de cordão umbilical. Quem recebeu o tratamento foi o garoto Andrés, de 7 anos, que sofria de beta-Talassemia major, uma severa anemia congênita, considerada incurável. Ele superou a doença depois de receber o sangue do cordão umbilical de seu irmão, Javier, há quase dois meses.
A Talassemia major é considerada a forma mais grave desse tipo de anemia hereditária (saiba mais no box). De acordo com o jornal espanhol El País, o bebê, Javier, foi tratado geneticamente para que não tivesse a doença e, assim, pudesse salvar o irmão. Os pais se submeteram a uma técnica de fertilização in vitro em que os embriões são selecionados, a fim de que sejam fecundados apenas aqueles livres de doenças.
O jornal El País também destaca que esse método de seleção de embriões só pode ser usado na Espanha quando se confirma que é o último recurso - e a única possibilidade - de salvar um irmão doente. A técnica se tornou legal por lá com a aprovação da Lei de Reprodução Humana Assistida, em 2006. O tratamento ainda provoca polêmica, principalmente entre as instituições católicas espanholas.
No Brasil, a liberação de pesquisas com células-tronco foi aprovada apenas no ano passado. Atualmente, os cientistas trabalham com a primeira linhagem de células embrionárias, sendo que ainda são necessárias muitas pesquisas até que elas possam ser usadas no tratamento de doenças.
O que é Talassemia
A Talassemia (também conhecida como Anemia do Mediterrâneo ou Microcitemia) é uma anemia hereditária causada pelo mau funcionamento da medula óssea, o tecido que produz as células do sangue.
A medula do talassêmico produz os glóbulos vermelhos menores e com menos hemoglobina (componente dos glóbulos vermelhos que transporta oxigênio em nosso corpo), o que causa a anemia. A Talassemia não é contagiosa e nem é causada por deficiência na dieta, carência de vitaminas ou sais minerais.
TIPOS DE TALASSEMIA
O tipo de Talassemia mais comum é a beta-Talassemia. Dependendo da gravidade dessa deficiência, existem diferentes estados da anemia. Mas os principais grupos são a Talassemia Minor (ou traço talassêmico) e a Talassemia Major. Alguns pacientes estão entre esses dois extremos, sendo considerados portadores da Talassemia Intermediária.
Talassemia Minor
A talassemia minor, ou traço talassêmico, não precisa de tratamento, mas é importante saber se a pessoa é portadora da doença - o que pode ser diagnosticado com um exame de sangue. Como é uma deficiência genética, esse tipo de anemia pode ser transmitido aos filhos e gerar um portador de talassemia major, no caso do pai e da mãe apresentarem o traço talassêmico.
O portador deste tipo de talassemia geralmente não apresenta qualquer sintoma. Na maioria dos casos, a única alteração evidente é a cor da pele, que é mais branca do que a de pessoas que não apresentam a doença.
Talassemia Major
As crianças com Talassemia Major não apresentam qualquer problema quando nascem. Só depois de completarem 1 ano desenvolvem palidez, irritabilidade e cansaço. Entre os problemas graves estão o aumento do baço e o atraso no crescimento. Hoje em dia, com um diagnóstico precoce (até os dois primeiros anos de vida da criança), esses problemas podem ser evitados.
Fonte: Abrasta (Associação Brasileira de Talassemia)

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Grávida, Letícia Spiller posa de vestido curtinho para revista

Atriz foi fotografada por Dario Zalis em ensaio para a revista 'Contigo'

Letícia Spiller, grávida de sete meses, posou para a revista 'Contigo' exibindo sua barriga. Letícia está em sua segunda gestação - ela já é mãe de Pedro, fruto de sua relação com o ator Marcello Novaes. A futura mamãe está esperando uma menina, que se chamará Stella.

Fonte: EGo

Letícia Spiller exibe sua barriga pelas ruas do Leblon


De vestido, a atriz Letícia Spiller exibiu sua barriga de sete meses pelas ruas do Leblon, Rio de Janeiro, nesta segunda, 22. Letícia espera uma menina, que se chamará Stella, fruto de seu relacionamento com Lucas Loureiro.

Fonte: Ego

domingo, 28 de novembro de 2010

A advogada que mora em Vitória foi a primeira brasileira a usar a técnica de congelamento de óvulos em 2001


Pesquisa britânica mostra que sim! Conheça os cuidados que você precisa terUma vez cesárea, sempre cesárea. Você, certamente, já ouviu essa frase. Se o primeiro filho nasceu através de uma cesariana, todos os outros nascerão da mesma forma. As últimas pesquisas, porém, mostram que ter um parto normal após uma cesárea é completamente possível e seguro. A mais recente delas, publicada no Jornal de Ginecologia e Obstetrícia Britânico, mostrou que é possível, sim, ter um parto normal depois de até três cesáreas consecutivas.
Segundo o obstetra Júlio Sales Barbosa, do Hospital e Maternidade Santa Catarina (SP), o principal motivo para não indicar o parto vaginal após uma cesariana é o risco de romper a cicatriz no útero, geralmente durante o trabalho de parto. Esse fator existe, e não é o único, mas não elimina a possibilidade de um parto normal após a cesariana. “Deve-se colocar na balança as vantagens e as desvantagens de cada gravidez antes de decidir pelo tipo de parto. Para ter um parto normal com tranquilidade, o ideal é que a última cesárea tenha acontecido há mais de dois anos. Esse intervalo é necessário para fortalecer a cicatriz no útero e prevenir uma ruptura uterina”, diz. Outros fatores que impedem um parto normal após uma cesariana são o tamanho da bacia da mulher (se for muito estreita) ou se o bebê tiver mais de 3,5 kg.
Se o médico avaliar que as condições são favoráveis, e que nem mãe nem bebê correm riscos, a opção é pelo parto normal. A recuperação é mais rápida, você pode amamentar seu filho logo em seguida e as chances dele enfrentar dificuldades respiratórias são menores etc. No entanto, alguns cuidados especiais são necessários. O trabalho de parto não deve ser induzido com remédios. “As contrações uterinas induzidas são mais fortes e mais próximas, o que pode causar o rompimento da cicatriz do útero, além de sangramento, entre outros riscos”, afirma Júlio. Converse com seu médico e decida com ele o que é melhor para você e para o seu bebê.
As chances de ter um parto normal após uma cesárea são maiores se:
a cesárea ocorreu porque o bebê não estava encaixado
As chances de ter um parto normal nesses casos são menores se:
a cesariana anterior foi realizada porque sua bacia é estreita ou se tomou remédio para induzir o parto.
Fonte: Revista Crescer

sábado, 27 de novembro de 2010

Entrevista com Zélia Freire, a primeira mulher que ficou grávida com óvulos congelados

A advogada que mora em Vitória foi a primeira brasileira a usar a técnica de congelamento de óvulos em 2001
Antes que os óvulos envelhecessem, a decisão de Zélia Natalli foi guardá-los para quando decidisse engravidar. Isso aconteceu aos 37 anos. A gravidez foi decidida três anos depois. Hoje, aos 48 anos, Zélia é mãe de Julia, 8, que se tornou o primeiro bebê brasileiro nascido por meio do congelamento de óvulos. Em entrevista à Crescer, Zélia conta como foi o processo e revela uma gravidez tranquila e saudável, como qualquer outra.
CRESCER - Por que você decidiu congelar seus óvulos? Zélia Freire - Meu marido tinha filhos pequenos, e eu não queria mais um filho porque seriam quatro crianças. Eles nunca moraram comigo, mas passávamos o fim de semana juntos, viajávamos nas férias. Eu pensei: deixa eles crescerem, quando estiverem maiores eu tenho o meu. E eu não queria ser mãe naquela época. Tinha na cabeça que queria ser mãe aos 40 anos.
CRESCER - E como você tomou essa decisão? ZF - Foi em uma consulta médica. Eu já havia feito uma cirurgia de ovário, bem antes, quando tinha uns 25 anos. Continuei sendo acompanhada por este médico e, um dia, ele me perguntou se eu não queria ter filhos. Tinha 37 anos. Ele me disse que o tempo estava passando e que os meus óvulos estavam envelhecendo. Eu respondi que pretendia ser mãe, mas não naquele momento. Foi quando ele falou desta nova técnica nova. Ainda não tinha nenhum caso no Brasil, mas no mundo já existiam crianças nascidas desta forma. Como eu não queria engravidar naquele momento, poderia usar este método. Eu poderia ou não usar o óvulo, porque ele é apenas uma célula que pode ser descartada a qualquer momento, não é ainda uma vida. Eu pensei: por que não guardar? Foi quando eu decidi fazer o congelamento.
CRESCER - E o médico explicou os procedimentos? ZF - Ele falou que era uma técnica nova e que não tinha nenhuma garantia. Poderia dar certo ou não porque o óvulo fica numa temperatura negativa de 196º e o problema todo é na hora de descongelar. Já que é uma segurança ter esse poder de deixar seu óvulo congelado para quando você decidir ter seu filho, por que não guardar? Não dói, apenas financeiramente (risos).
CRESCER - Você já conhecia esta técnica? ZF - Não conhecia nada. Já tinha ouvido falar em bebê de proveta, de congelamento de embriões, mas de congelamento de óvulos não. Fiquei surpresa.
CRESCER - E não teve medo? ZF - Não. Sou muito corajosa, não tenho medo das coisas modernas. Afinal, a gente tem que tentar.
CRESCER - Como foi o procedimento? ZF - Em um domingo, fui na clínica com meu marido, e foi muito rápido. Eu me lembro de ter saído da clínica uma hora depois. Não senti dor, nem nada. Foi como um exame ginecológico normal.
CRESCER - Você contou para seus familiares? ZF - Como era uma coisa que ninguém conhecia, achava que não valia a pena contar para ninguém. Achava que era uma coisa particular entre meu marido e eu. Depois que engravidei foi difícil. O médico sabia da importância deste avanço não para mim, que poderia ter engravidado normalmente, mas para outras mulheres. No primeiro momento, não achei importante e disse que não falaria, mas depois o médico me explicou que eu poderia ajudar muitas mulheres, achei que era importante divulgar. Fui um pouco resistente.
Quando fiquei grávida, marcaram uma coletiva na clínica. Saiu em todos os jornais. No dia das mães fui homenageada porque seria a primeira mulher a dar à luz a um bebê de óvulo congelado no Brasil. Quando o bebê nasceu foi outra coletiva.
CRESCER - Como a sua filha lida com isso? ZF - A Julia adora aparecer. Quando falei que a Crescer tinha ligado pra mim ela perguntou: “E eu, mãe?”.
CRESCER - E ela sabe que é importante para a medicina do país? ZF - Ela sabe que foi gerada de óvulos congelados, mas não tem ainda consciência do que isso representa. Eu disse que ela ficou três anos congeladinha, depois tiramos ela do congelamento e colocamos na minha barriga.
CRESCER - Você ainda tem óvulos congelados? Pretende ter outros filhos? ZF - Não, o que eu tinha eu usei. No início até pensei, mas meu marido já tem três filhos. E a Julia nunca quis ter irmãos, ela diz que já tem os irmãos dela. Ela é muito ciumenta comigo e fala que me quer só pra ela. (risos)
CRESCER - Como foi a decisão de descongelar? ZF - Eu ia fazer uma viagem para o exterior e decidi deixar agendado o descongelamento para quando voltasse. Foi tudo muito simples e rápido, na clínica mesmo. Semanas depois já tive a confirmação de que estava grávida, na primeira tentativa! Eu me considero abençoada. O descongelamento foi no dia 9 de março de 2001 e a Julia nasceu no dia 2 de dezembro do mesmo ano.
CRESCER - E como foi a gravidez? ZF - A minha gravidez foi muito legal. Eu estava fazendo curso de Direito e até o quinto mês eu tinha muito enjoo depois de almoçar. Engordei menos de 10 quilos. Fui uma mãe muito cuidadosa e a Julia era muito saudável, gordinha, e teve cólica apenas uma vez.
CRESCER - O que você diria para as mães sobre o congelamento de óvulos e a gravidez depois dos 40 anos? ZF - Aqui em Vitória as pessoas ainda são meio céticas. Mas hoje em dia, com essa divulgação, depois de 7 anos que fiz o congelamento, está diferente. As pessoas já têm outra visão. Tem diversos casos que eu conheço que já tiveram esse cuidado. Acho importante porque a vida da mulher mudou muito, hoje ela trabalha, quer ser profissional, precisa buscar equilíbrio na vida financeira antes de ter um filho. Ela não está muito preocupada com casamento, e sim com a vida profissional, mas um dia ela quer ser mãe. O congelamento deveria ser mais divulgado para que mais mulheres possam ter esse privilégio.


Fonte: Revista Crescer

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Mulher dá a luz a gêmeos depois de 25 anos de tentativas


Casal britânico passou por diversos tipos de tratamento de reprodução assistida e gastou aproximadamente 100 mil libras
Formar uma família custa caro e pode levar tempo. Que o diga o casal britânico Neil, 56, e Monique Ward, 46, que tentaram engravidar por 25 anos. Eles se casaram em 1985 e logo decidiram ter filhos. No entanto, depois de seis meses de tentativas frustradas, descobriram que Neil sofria de uma baixa contagem de espermatozóides por causa de uma vasectomia realizada durante o casamento anterior, mesmo depois da cirurgia ter sido revertida. A saída foi buscar ajuda da medicina reprodutiva. Ainda nos anos 80, o casal passou por sete tentativas de fertilização in vitro (FIV), sem sucesso. A técnica, também conhecida por “bebê de proveta” consiste em manipular os gametas (óvulo e espermatozóide) em laboratório e, depois da fecundação, introduzir o embrião no organismo da mulher. Na década seguinte, com o avanço das técnicas de reprodução assistida, eles tentaram engravidar por meio do procedimento chamado de Injeção Introcitoplasmática de Espermatozóide (ICSI). Foram mais quatro tentativas mal-sucedidas. Até que em 2002, o casal foi aconselhado por uma das diversas clínicas por onde passaram a tentar a reprodução por meio de doação de óvulos e espermatozóides. Após dois anos esperando na fila de doação na Inglaterra, eles decidiram realizar o procedimento em uma clínica espanhola. A primeira tentativa com células de doadores foi realizada em 2008. Mas somente um ano depois, quando o casal retornou à Espanha para uma “rodada final” é que finalmente conseguiu engravidar. No dia 29 de dezembro de 2009, Monique deu à luz dois meninos. No total, a família gastou aproximadamente cem mil libras (atualmente R$ 283 mil reais). Ainda assim, declarou aos jornais britânicos que está muito feliz e não se arrepende de nada.
Para o especialista em reprodução assistida Isaac Yadid, da clínica Huntington Medicina Reprodutiva (RJ), assim que inicia um tratamento para engravidar a família deve levar em conta diversos aspectos: a idade materna, a resposta ovariana, a qualidade do espermatozóide e a saúde do embrião, por exemplo. Isso sem falar na parte financeira, já que o processo pode ser dispendioso. “O mais importante de todos, porém, é a questão emocional”, diz. “Em geral, após diversas tentativas frustradas, é comum perder a motivação e isso pode, inclusive, prejudicar o relacionamento do casal.” Se todas as técnicas já foram usadas e nenhuma obteve sucesso, segundo o especialista, o passo seguinte é indicar a doação de gametas ou de embrião. No entanto, a indicação costuma acontecer após quatro ou cinco tentativas sem sucesso – e não depois de 25 anos. Por isso, ele ressalta, é importante a orientação de um médico de confiança.
Fonte: Revista Crescer

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Grávida, Pink é pura energia em performance em Los Angeles


Cantora foi ao American Music Awards acompanhada do marido, o motoqueiro Carey Hart.
Grávida de quatro meses, Pink esbanjou energia durante sua performance da música "Raise Your Glass" no American Music Awards. Neste domingo, 21, a cantora foi acompanhada do marido, o motoqueiro Carey Hart, à premiação de música realizada em Los Angeles, nos Estados Unidos.



quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Grávida, Mariah Carey esconde barriguinha com casacão em show

Cantora cantou músicas de seu CD de Natal no Rockerfeller Center, em Nova York.
Grávida de seu primeiro filho, Mariah Carey decepcionou os fãs que queriam ver sua barriguinha na sexta-feira, 19. A cantora usou um casacão vermelho que escondia suas novas formas em show especial de Natal realizado no Rockerfeller Center, em Nova York.

Fonte: Ego

terça-feira, 23 de novembro de 2010

De biquíni, Dani Winits exibe barrigão de grávida

Danielle Winits é superorgulhosa de seu barrigão de grávida e faz questão de mostrá-lo em roupas bem justas e descoladas. Mas neste sábado, 20, ela mostrou muito mais em uma foto em que exibe completamente a barriga de cinco meses de gravidez, de biquíni, no Facebook de um amigo. Não está linda?

Fonte: Ego

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

O que a grávida sente após o nascimento do bebê

Depois de nove meses sendo o centro das atenções, agora você dá a vez para o bebê. Respeite o que está sentindo e sua vida ficará mais leve* Tornar-se mãe e pai de família não é tarefa fácil, é um desafio emocional. Aceitar isso é um bom começo para entender os seus novos sentimentos.
* Mãe tem de ficar totalmente dedicada ao bebê. E tamanha disponibilidade assusta. Mas quanto menos brigar com essa realidade, mais rápida será a adaptação. Depois o tempo voltará a ser maior.
* Não se cobre muito. Enquanto você teve nove meses para absorver a gravidez, terá menos de um dia para deixar de ser gestante e virar mãe. Certo desequilíbrio é bem normal e esperado.
* A maternidade exige que você não seja rígida. Se o bebê mamava de três em três horas na semana passada, pode ser que a partir de hoje faça intervalos diferentes. É preciso ter jogo de cintura.
* Não se importe de chorar um pouco, se quiser. O choro nem sempre é de dor, pode ser apenas uma forma de desabafar, de se acalmar com a situação. Depois, quando olhar seu bebê, você volta a sorrir!


Fonte: Revista Crescer

domingo, 21 de novembro de 2010

Diástase: saiba como se livrar da barriga dividida no pós-parto


Nem a cantora Claudia Leitte escapou do problema, que ela se livrou com (muito) exercícioEsse problema acomete cerca de 30% das mulheres no pós-parto, e a cantora Claudia Leitte é uma delas. O termo médico diástase significa que os músculos da parede do abdômen ficaram divididos ao meio, na vertical, a partir da linha do umbigo, depois da gravidez. Mulheres que não fazem exercícios físicos e, assim, não têm o abdômen trabalhado, desenvolvem mais chances de apresentar o problema. Contribuem também hormônios que, na gestação, provocam relaxamento muscular. O diagnóstico pode ser feito com clareza cerca de 45 dias depois da data do parto, com um ultrassom e a avaliação de um fisioterapeuta. Se o afastamento for menor que quatro centímetros, exercícios físicos para a região abdominal revertem a situação em até três meses. Se for maior, é necessária uma cirurgia para unir os lados. Não dá para prevenir a diástase, mas exercícios que fortaleçam a região, como pilates, podem reduzir as chances.
Fonte: Renato Sá, coordenador da obstetrícia da Perinatal da Barra (RJ)
Revista Crescer

sábado, 20 de novembro de 2010

5 maneiras de preparar o seio para a amamentação


Especialistas lembram que não há comprovação científica sobre o sucesso das recomendações· Sempre que possível, tome banho de sol nas mamas, por até 15 minutos, no horário das 8h às 10h;
· Opte por sutiãs de algodão: são mais higiênicos e deixam a região mais ventilada;
· Passe uma bucha vegetal nos seios enquanto toma banho, para estimular os mamilos;
· Se o seio rachar durante a gravidez, use vaselina pura ou produtos à base de lanolina; · Conchas de amamentação ajudam a estimular o bico durante a gravidez.
Fonte: Revista Crescer

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Grávida aos 100 anos?


Biólogo afirma que, dentro de 30 anos, mulheres poderão ter filhos quando quiserem graças ao avanço das pesquisasJá imaginou uma mulher grávida aos 100 anos? Provavelmente, não. Mas para o biólogo Davor Solter, do Instituto de Medicina Biológica, em Singapura, isso será possível em 2038. A situação não é impossível, explica ele, graças ao avanço da tecnologia nos últimos anos.
Uma das novas técnicas é a que envolve as células germinais - processo que transforma as células da pele em espermas e óvulos para depois combiná-los. Segundo Vilmon de Freitas, ginecologista da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), é um absurdo uma mulher nessa idade engravidar. "O útero não tem mais força. Uma mulher de 60 anos já não tem um corpo apropriado para agüentar uma gestação, imagine uma de 100", diz.
Mas, uma questão ainda mais importante é o desenvolvimento deste bebê. Como uma mulher nessa idade poderá correr atrás de uma criança ou pensar na sua educação? Nem mesmo a ciência poderá ajudar nesse ponto. "Uma mulher com idade avançada não tem mais a disposição que uma mãe jovem. Ser avó é uma coisa, mãe é outra. Não consigo pensar em uma senhora se levantando de três em três horas para amamentar", diz a psicóloga Ana Maria Massa, também da Unifesp.
Fonte: Revista Crescer

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Quantos quilos as mulheres devem ganhar durante a gravidez


Nem a mais, nem a menos. Para a saúde do bebê e da mãe, é fundamental que o peso esteja de acordo com o seu índice de massa corporal. Alimentação balanceada é sempre a melhor pedida
Se você não quer ter problema para perder os quilos ganhos durante a gestação, é melhor controlar os ponteiros da balança nos nove meses. Uma pesquisa realizada pela Universidade de Queensland, na Austrália, revelou que as mulheres que ganham peso excessivo durante a gestação têm até quatro vezes mais chances de se tornarem obesas. Para o estudo, os pesquisadores mediram o IMC de 2.055 mulheres que tiveram filhos entre 1981 e 1983. Vinte e um anos darem à luz, aquelas que engordaram além do ideal estavam cerca de 20 quilos mais pesadas.
A recomendação de quantos quilos engordar durante a gestação não é a mesma para todas as mulhereres. Por conta do crescente número de mulheres fora do peso ideal, o Instituto de Medicina dos Estados Unidos (IOM) recomenda que aquelas que estão com excesso de peso ganhem entre 5 e 9 quilos na gestação (confira tabela abaixo).
O ideal é que a mulher que pretende engravidar esteja com o índice de massa corporal (IMC) dentro do normal, entre 18,5 e 24,9. Porém não é o que acontece muitas vezes.
Assim, é fundamental ter um controle dos quilos a serem ganhos de acordo com o seu peso. Mulheres muito magras (com IMC abaixo do normal, menos de 18,5) têm de engordar um pouco mais, para evitar que o bebê nasça com baixo peso. “Já as que estão acima do peso têm uma reserva natural e não precisam ganhar massa gordurosa. Porém, devem seguir uma dieta balanceada, rica em proteína, vitamina, ferro, cálcio”, afirma Pupo. O controle de peso durante a gravidez, aliás, serve como prevenção. Estudos realizados para o relatório do IOM confirmam que engordar demais durante os nove meses aumenta o risco de diabetes gestacional, hipertensão e ter parto cesárea. Abaixo, você confere uma tabela de quantos quilos engordar dependendo do seu IMC.
Recomendações para ganho de peso na gravidez de acordo com o Instituto de Medicina dos
Estados Unidos

Classificação IMC IMC Total de quilos
Abaixo do peso < 18.5 13 - 18
Peso normal 18.5 - 24.9 11 - 16
Sobrepeso 25 - 29.9 7 - 11
Obesidade > ou igual 30 5 - 9

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Ampliação da licença-maternidade: uma reflexão

A licença-maternidade é assegurada à mulher trabalhadora devidamente empregada – inclusive à doméstica – pela Constituição Federal de 1988, em seu artigo 7º, inciso XVIII.

Trata-se de garantia que consiste na concessão de licença remunerada de 120 dias que pode ser gozada pela gestante a partir do último mês de gestação, conforme disposto também pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

A recente Lei 11.770, de 9 de setembro de 2008, prorrogou o benefício em 60 dias, de forma facultativa e mediante incentivo fiscal, às empregadas de empresas que aderissem ao programa “Empresa Cidadã”, regra que vem sendo aplicada desde 1º de janeiro de 2010.

No dia 7 de julho, o Senado aprovou, de forma unânime, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que pode tornar obrigatória a extensão da licença à gestante, por ora aplicada apenas facultativamente. A PEC ainda será submetida a um segundo turno de votação no Senado, sendo em seguida encaminhada à Câmara.

A questão a ser discutida é: qual será o impacto dessa mudança para o mercado de trabalho, em especial para a mulher?

Em diversos órgãos públicos, a licença-maternidade já foi estendida com sucesso. Entretanto, é impossível fechar os olhos para as gritantes diferenças entre as carreiras públicas e aquelas desenvolvidas na iniciativa privada.

O ingresso na carreira pública realizado (em regra) por meio de concursos e a estabilidade tornam a situação da mulher bem menos frágil.

Do ponto de vista da saúde pública, é indiscutível que a amamentação regular e exclusiva (sem introdução de água, chás e quaisquer outros alimentos) durante os seis primeiros meses de vida é uma vantagem. Os bebês que dela desfrutam, segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), têm reduzidas, de forma significativa, as chances de contrair pneumonia, desenvolver anemia e padecer com crises de diarréia. Conforme a SBP, o país gasta cerca de R$ 300 milhões ao ano para atender a crianças com doenças que poderiam ser evitadas caso houvesse ocorrido amamentação regular durante os primeiros seis meses de vida.

Outra vantagem da licença-maternidade de 180 dias seria o possível retorno de mulheres mais produtivas no desempenho de suas funções e a diminuição das faltas e atrasos.

Contudo, apesar da crescente conquista de espaço das mulheres no mercado de trabalho, o fato de se afastarem de suas incumbências por meio ano pode fazer com que enfrentem o desinteresse das empresas em sua contratação (principalmente se forem jovens, em idade reprodutiva), ou, ainda, pode fazer que sejam vistas como dispensáveis em seu retorno após longo período de afastamento, por vezes, sendo substituídas por outros profissionais treinados e capacitados.

As situações que conciliam essas duas facetas da questão parecem mais equilibradas. O retorno da mulher ao trabalho, decorridos os 120 dias usuais, de forma gradual (em jornadas parciais), o auxílio do trabalho nos moldes “home office” e a disponibilidade de berçários instalados nos locais de trabalho para que a mãe possa amamentar seu bebê em intervalos regulares,poderiam ser maneiras sensatas de se ajustar a problemática à realidade do mercado de trabalho brasileiro.

Atualmente, apenas grandes empresas têm aderido ao programa “Empresa Cidadã”, oferecendo como benefício a possibilidade de extensão da licença por 60 dias.

É possível que o desaquecimento dos mercados para a mulher seja apenas um mal transitório a ser transposto até que a sociedade compreenda e se adapte à nova garantia, não focando o bem estar das mães, mas, principalmente, a saúde das crianças.

Fato é que tal avaliação apenas poderá ser feita em médio e longo prazo, ficando, por ora, por conta das empresas a averiguação das vantagens e prejuízos da concessão da licença maternidade de 180 dias, enquanto ainda facultativa.

Daniela Laubé Zarza Santos é advogada de Direito do Trabalho do escritório Rodrigues Jr. Advogados – daniela.laube@rodriguesjr.com.br
Fonte:Ex-Libris Comunicação Integrada

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Os benefícios da drenagem linfática

Modelos e atrizes não dispensam a drenagem linfática durante a gravidez. Muito mais que um simples modismo, a técnica permite diminuir o inchaço, tão comum nos noves meses de gestação e no pós-parto.
Dois hormônios são responsáveis pela retenção de líquidos, que deixa, principalmente, as pernas e pés inchados. Na gravidez, é a progesterona. Na fase de amamentação, a prolactina. "A drenagem estimula o sistema linfático, eliminando as toxinas e ativando a microcirculação", explica a dermatologista Carla Góes Sallet, diretora da Clínica Sallet.
Através de massagens, com uma leve pressão, o profissional direciona o excesso de líquido para os gânglios linfáticos, que, por fim, é eliminado pela urina. "Além de desintoxicar e melhorar a circulação nos tecidos, a drenagem também relaxa e diminui os desconfortos que surgem na hora de dormir, como sensação de pernas pesadas e falta de posição ao deitar."
Escolha cuidadosa
A técnica começou na Alemanha, criada pelo fisioterapeuta Emil Vodder. Apesar de não ter nenhuma contra-indicação, mesmo para gestantes e lactantes, deve ser realizada sob orientação médica. Todo cuidado é pouco na escolha do profissional. "É importante procurar pessoas treinadas para atender mulheres grávidas (um fisioterapeuta ou um esteticista, orientados pelo obstetra) porque existem pontos específicos a serem tratados, e com a pressão certa.”
"A drenagem malfeita pode estimular contrações uterinas, comprometer a circulação e até causar hematomas", adverte a Dra. Carla.
Atenção!Para não correr riscos, procure um fisioterapeuta cadastrado na Sociedade Brasileira de Medicina Estética.
Manual ou com aparelhos?
Outra questão a ser definida, também junto com o profissional, é se a drenagem será manual ou pela dermotonia; técnica francesa que utiliza um aparelho de aspiração. Por ser mais profunda, ajuda na eliminação da gordura e na prevenção de celulite e estrias. "É importante falar que esse aparelho não prejudica a grávida nem o bebê."
"Por sua vez, tratamentos com corrente elétrica ou ultra-som nunca devem ser usados por gestantes nem por quem está amamentando", ressalta a dermatologista, que faz outro alerta: "Drenagem nas mamas está proibido, mesmo a manual."
Qual a freqüência?
Especialistas recomendam duas sessões semanais do tratamento, que pode começar no início da gestação e seguir até próximo ao parto. "Já tivemos caso de uma grávida famosa que, dois dias antes de o bebê nascer, fez uma última sessão conosco, para relaxar", conta a Dra. Carla.
Dever de casa
Beba de dois a três litros de água por dia; evite o excesso de sal, que ajuda a reter líquido no organismo.
Uma dica é deixar o saleiro longe da mesa durante as refeições;
inclua no cardápio bastante legumes e frutas, como melancia e melão, que contêm muito líquido; evite a carne vermelha, principalmente à noite.
Substitua por peixe, que é rico em ômega 3, uma gordura saudável; sob a orientação do seu médico, pratique atividades físicas, como a caminhada.
Trabalhar fora o dia todo não é desculpa para o sedentarismo.
Levante de 20 em 20 minutos, ande um pouco, dê uma espreguiçada.
Isso tudo faz muito bem.

domingo, 14 de novembro de 2010

Juliana Paes posa grávida para ensaio de seu site

Atriz está no sétimo mês de gestação de seu primeiro filho, que se chamará Pedro.

A atriz Juliana Paes fez um ensaio especial para seu site. A morena, que está no sétimo mês de gestação, avisou pelo Twitter a novidade. "Que bom que estão gostando! Fizemos com carinho para vocês!", disse a mamãe do Pedro.


sábado, 13 de novembro de 2010

Grávida de oito meses, atriz protegeu o barrigão durante a pré-estreia de 'Amor por Acaso' em um cinema da Zona Sul carioca.


Grávida de oito meses,
Juliana Paesparticipou de lançamento no Brasil do filme "Amor por Acaso", o primeiro longa dirigido por Márcio Garcia, que aconteceu na noite desta quinta-feira, 11, no Leblon, Zona Sul do Rio. A atriz faz par romântico com Dean Cain, o Super Homem da série "Lois e Clark", que está divulgando a produção está no país.

A chegada de Juliana no evento provocou uma certa confusão. Protegendo a barriga o tempo todo, ela reclamou do tumulto. A artiz evitou falar com a imprensa logo na chegada: "Preciso primeiro saber se posso falar alguma coisa, também estou achando muito confuso e não quero falar nada para não acabar quebrando o esquema".


Perguntada sobre a química que Dean Cain afirmou ter existido entre os dois, a atriz se esquivou: "Vocês adoram essa história de química, né? Mas isso é uma bobagem. Uma das minhas maiores preocupações nas cenas era com o sotaque e o idioma. De tanto praticar, aprendi. A gente começa falando errado e depois vai melhorando".

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Gravidez interfere na visão?

Cuidado, seu olho pode ficar mais seco
Marcela Barros


Sim. As alterações ocorrem por causa da variação hormonal típica da gestação. Segundo o oftalmologista Renato Neves, os problemas mais comuns são desconforto ao usar lentes de contato, aumento no grau, olho seco, inchaço nas pálpebras e maior sensibilidade à luz. Esses problemas são comuns e temporários. Embora possam causar certo desconforto, não são motivo para grandes preocupações. “Já no caso de alterações como elevação da pressão intra-ocular, manchas permanentemente avermelhadas ou ainda pontos pretos e visão embaçada, é necessário visitar um oftalmologista”, diz Neves. Dependendo do caso, o especialista só poderá iniciar o tratamento após o nascimento do bebê. Pacientes com histórico de glaucoma, pressão alta ou diabete devem informar a gravidez ao oftalmologista para que ele possa fazer um acompanhamento preciso ao longo da gestação, prevenindo riscos mais sérios. Para aliviar o desconforto causado pelas lentes de contato e o olho seco, a utilização de lágrimas artificiais, um tipo de colírio feito com soro, pode resolver. Nos outros casos, é melhor procurar um especialista.

Fonte: Revista Crescer

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Alimentação inadequada para bebês já é problema


Nem os bebês mais pequeninos estão livres da má alimentação e suas consequências. É isso mesmo! Uma pesquisa feita pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) concluiu que a maioria das mamães e famílias não sabe alimentar adequadamente os bebês.
Começando pelo Aleitamento Materno Exclusivo, que deve ser realizado até os seis meses de vida para que a criança receba todos os nutrientes e anticorpos necessários. Não é o que acontece. A idade média de introdução de outro tipo de alimento é três meses. Temos que lembrar que cada mamãe produz o leite mais adequado para o seu filho e o ferro é um dos nutrientes em que se verifica muita carência nas crianças, sendo encontrado em grande quantidade no leite materno.
Deixando de oferecer o leite materno, as mamães introduzem, na sua maioria, leite de vaca ou fórmulas artificiais. Aqui entram alguns problemas. O leite de vaca não é recomendado para crianças menores de 12 meses pelo alto risco de alergia e por não proporcionar os nutrientes essenciais que o bebê precisa. E não esquecendo que junto com o leite de vaca há o acréscimo de achocolatados, açúcar e cereais que também podem gerar alergias, falta de nutrientes e sobrepeso, se não, a obesidade, apesar de tão pequenos.
Mesmo adequadas para a faixa etária, as fórmulas artificiais podem ser um risco ao bebê. Isso porque apenas 23% das mamães, em média, fazem a diluição correta, preparando-as de forma inadequada. Ou seja: erra na mão. Assim há o risco de diarréia, desidratação e falta de nutrientes.
O pior está nas famílias que não dão importância à alimentação dos adultos e ignoram os prejuízos que certos alimentos podem oferecer aos bebês. Muitos pais oferecem doces, bolachas recheadas e refrigerantes desde alguns meses.
Cuidado com a papinha - O exagero no uso de papinhas industrializadas também é ruim. As papinhas são recomendadas para aqueles dias mais complicados, como viagens e passeios.
Esses alimentos apresentam sal, gorduras e açúcares em excesso. Comendo isso, a criança deixa de comer ou come em pouca quantidade as frutas e verduras ideais para o pleno desenvolvimento físico e intelectual dos bebês.
A desculpa para tudo isso é a vida corrida, de não ter tempo de preparar a papinha em casa ou até de não gostar de cozinhar. Será que a saúde do seu filho pode terminar por esse motivo, falta de tempo? A consequência de uma má alimentação desde cedo pode interferir pela vida toda desse serzinho que acabou de conhecer o mundo e depende de outra pessoa para sobreviver.
Obesidade, gordura no organismo, diabetes, pressão alta, colesterol alto e anemia que antes eram doenças de adulto aparecem hoje cada vez mais cedo e não são doenças fáceis de tratar, ainda mais que essas crianças têm maus hábitos alimentares desde que nasceram e fica mais complicado de mudar. E não é só fisicamente o prejuízo. Falta de nutrientes levam a déficit intelectual, dificultando o aprendizado.
Pense muito antes de dizer que não tem tempo. Tentar reverter essa mudança de hábito depois que as doenças estão instaladas é muito mais difícil. Hábito alimentar saudável se faz desde o nascimento.

Fonte: Bruno Rodrigues - http://guiadobebe.uol.com.br

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Crianças são vítimas de intoxicação por medicamentos

Novo estudo mostra que o erro mais comum está em medicar as crianças usando colheres como medida

Qual a medida exata de uma colher de sopa, tão usada nas prescrições médicas? A dúvida levou o pesquisador Amadeu Roselli Cruz, do departamento de Farmacologia do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Minas Gerais, a medir a capacidade de dezenas de colheres, compradas em seis capitais brasileiras. O estudo revelou que a maioria dos medicamentos líquidos é ingerida em dosagens incorretas, pois não há padronização das medidas indicadas nas bulas e nas prescrições médicas. Roselli mediu e comparou a capacidade de 60 colheres de sopa, sobremesa, chá e café, compradas em Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Fortaleza, Natal e Rio de Janeiro. Foram encontradas diferenças volumétricas de até 500%, o que significa que a utilização dessas medidas pode resultar em superdosagens ou subdosagens de medicamentos. A superdosagem de medicamentos pode causar intoxicação por medicamentos. Já a subdosagem de antibióticos pode propiciar a resistência bacteriana.Outros estudos já haviam comprovado a diferença na capacidade das colheres. O mais recente deles foi feito pelo Instituto Alfa de Ciências Biomédicas, na Grécia, e os pesquisadores descobriram que a diferença entre colheres do mesmo tipo pode chegar a 192%. Segundo Rosany Bochner, pesquisadora e coordenadora do SINITOX - Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas (um órgão da FioCruz e do Ministério da Saúde), as crianças são as maiores vítimas de intoxicação porque se envolvem constantemente em acidentes domésticos. A começar pelas mais novas, na faixa de 2 a 3 anos. "Eles são muito curiosos e querem colocar tudo na boca. Além disso, os medicamentos da linha pediátrica possuem embalagens coloridas e cheirosas, que estimulam os sentidos da criança", diz. Um outro exemplo são os xaropes, que tem sabor agradável ao paladar infantil. Se observarmos bem, as embalagens não têm nenhuma proteção. "Elas deveriam ter lacres ou travas de segurança para dificultar a ação das crianças", afirma a coordenadora. A melhor solução é pedir ao pediatra fazer a prescrição em mililitros e usar uma seringa ou um copo dosador para medir com exatidão a dose do remédio. “No caso de medicamentos em gotas, nunca pingue diretamente na boca da criança porque sempre vai cair uma gota a mais e de gota em gota, o organismo pode se intoxicar”, diz a pediatra Égle Thomaz Leôncio, do Ambulatório de Pediatria da Universidade Cidade de São Paulo. Quais os principais motivos para a intoxicação? 1) Automedicação! Manter a famosa "farmacinha" (dentro de casa) pode ser perigoso para toda a família. Simplesmente, porque a sobra dos medicamentos utilizados em tratamentos anteriores, já constitui um fator de risco para a criança que os encontrar. Portanto, os remédios devem ser mantidos fora do alcance das crianças, e de preferência em locais trancados. 2) O erro na administração de remédios é mais comum do que a gente imagina. Então, observe a medida exata do copinho ou use uma seringa dosadora. 3) Contra-indicações! O desconhecimento das alergias é uma das causas mais frequentes de intoxicação por remédios. Sempre que o médico perguntar se o seu filho tem alguma alergia, não tenha vergonha se não souber o que é. Peça para o profissional lhe explicar, até você entender completamente o que ele está dizendo. 4) Os pais devem estar atentos para não confundirem a embalagem primária (a capa) do remédio com outros medicamentos de cor e tamanho similares. 5) Lembre-se que "letra de médico" tem fama de ser ilegível. Portanto, saia do consultório com a certeza de que entendeu o nome da substância que seu filho vai tomar. Não se acanhe em refazer a pergunta uma, duas ou três vezes. Pois o farmacêutico não é especialista em caligrafia e, até mesmo ele, poderá confundir o nome exato das substâncias. 6) Por último: o medicamento deve ser tomado sempre com água. Como reagir em casos de intoxicação? Se a substância tóxica ingerida estiver entre solventes, querosenes, ácidos ou cáusticos, leve a criança imediatamente a um pronto-socorro. Nunca force o vômito ou use fórmulas caseiras. Ligue para um dos Centros de Informação e Assistência Toxicológica (CIAT) pelo telefone de cobertura nacional - 0800 722 6001. Só assim você poderá receber as orientações adequadas e, na maior parte das vezes, resolver o problema dentre da sua própria casa. No entanto, se eles concluírem que o caso é mais grave, procure um Pronto-socorro e leve os produtos que a criança ingeriu em mãos. Importante: Os CIATs estão espalhados por 19 estados do Brasil e, também, no Distrito Federal. Os telefones de cada um dos CIATs encontram-se no site da Fundação Oswaldo Cruz (www.fiocruz.br).

Fonte: Revista Crescer

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Adesivo pode substituir agulhas na hora da vacinação

Cientistas estão desenvolvendo uma “vacina-adesivo” com microagulhas que são menos dolorosas do que o método atual
Raquel Temistocles



Imagine levar seu filho para tomar vacina sem ele chorar, gritar ou correr por medo da dor das agulhas? O sonho de todo pai e mãe está quase se tornando realidade. Cientistas americanos desenvolveram um “adesivo” que possui centenas de microagulhas que se dissolvem na pele e não causam dor.
O estudo foi conduzido por pesquisadores da Emory University e do Georgia Institute of Technology, nos Estados Unidos e o novo método de vacinação foi testado em camundongos. Se a eficácia em humanos for comprovada, será possível que pessoas sem formação médica administrem a vacina, facilitando a imunização de doenças em situações de pandemia.
De acordo com a pesquisa, a “vacina-adesivo” oferece maior imunidade à gripe se comparada com a vacinação com seringas. Pressionadas na pele, as microagulhas rapidamente se dissolvem nos fluidos corporais. Elas são feitas de um material de polímero, que é seguro para uso no corpo. “A pele é um local particularmente atraente para a imunização, pois contém uma grande quantidade de tipos de células que são importantes na produção de respostas imunes às vacinas”, disse Richard Compans, professor de microbiologia e imunologia na Emory University School of Medicine, em entrevista ao Research News & Publications Office, da Georgia Institute of Technology.
Embora o estudo tenha examinado apenas a vacina da gripe com as microagulhas, a técnica deve ser útil para outras vacinas. Se produzidos em massa, os “adesivos” poderão custar aproximadamente o mesmo que as técnicas convencionais de agulha e seringa.
Enquanto a técnica ainda não chega às clínicas de vacinação, o que pode levar alguns anos, veja dicas do que fazer para amenizar o sofrimento dos pequenos.
- Sempre diga a verdade. Evite dizer que não vai doer. É importante que seu filho saiba o que vai acontecer na hora de tomar a vacina e o porquê ele precisa tomá-la. - Para crianças menores, de até 2 anos, a amamentação durante ou após a vacinação pode amenizar o sofrimento do bebê. O prazer da amamentação para o bebê faz o corpo liberar endorfina, dando a sensação de bem estar e relaxamento - Se filho costuma chorar muito ou gritar, distraia ele com brinquedos coloridos durante e após a vacina - Água com açúcar também ajuda na liberação de endorfina, inibindo a transmissão da dor. - E não segure seu filho à força na hora da vacinação. O melhor é esperar alguns minutos, conversar com ele e explicar a situação de modo que ele se sinta seguro.
Fontes: Research News & Publications Office - Georgia Institute of Technology Fabiana Veras, enfermeira do Hospital São Luiz (SP) Ana Paula Hosoda, enfermeira pediátrica do Hospital Santa Catarina (SP)
Revista Crescer

domingo, 7 de novembro de 2010

sábado, 6 de novembro de 2010

Placenta: uma grande companheira

Ela se forma logo após a fixação do óvulo fecundado no útero e, durante as 40 semanas de gestação, nutre e protege o bebê
Fabio Mello



Povos primitivos costumavam enterrar a placenta após o parto, rendendo a última homenagem à "companheira" do bebê. Também era costume plantá-la ao pé de uma árvore, para que se tornasse a guardiã da criança. São ritos que traduzem, com sabedoria, a importância desse órgão durante a gestação. Sem a placenta, uma gravidez não segue adiante. Três ou quatro dias após a concepção, o óvulo fecundado chega ao útero. Assim que ele se fixa, a placenta começa a se formar. Rapidamente, assume o controle hormonal do organismo da mãe, produzindo o hormônio gonadotrofina coriônica, que só existe durante a gravidez, e é indispensável para fixação completa do embrião no útero. A placenta controla ainda outros hormônios na gestação, como estrogênio, progesterona, e o lactogênio, que determina a produção de leite. Mas a sua principal função é sustentar e proteger o feto.

Filtro protetor
De formato plano e pesando cerca de 500 gramas (equivalente a 17% do peso do feto), a placenta adere de um lado à superfície do útero. A face interna fica voltada para o bebê, ao qual se une pelo cordão umbilical. Um de seus papéis é ser a intermediária entre a circulação sanguínea materna e a do feto, filtrando o que pode ser nocivo. É a chamada barreira placentária, que impede ou reduz a passagem de vírus, bactérias e substâncias prejudiciais, como nicotina e álcool. Os agressores podem até chegar à circulação fetal, mas em concentração inferior à encontrada no sangue da mãe. Após o parto, a placenta é expelida naturalmente pelo útero. Situações delicadas

Algumas complicações na placenta exigem atenção e muito cuidado
Insuficiência placentária: Quando a placenta não consegue nutrir e oxigenar o feto o suficiente. A causa freqüente é alteração vascular na mãe. Dependendo do grau de insuficiência, o desenvolvimento do bebê pode ser comprometido e o parto antecipado.

Placenta prévia:
Ocorre quando a placenta se fixa próxima ao colo, e não na parte média como é o normal. Comum em mulheres que se submeteram a curetagens ou têm cicatrizes de cesáreas e de cirurgias. A placenta prévia não ameaça o desenvolvimento do bebê, mas pode inviabilizar o parto normal.

Descolamento prematuro:
Acontece se as ligações entre a placenta e o útero se rompem, dificultando o fluxo de nutrientes e oxigênio para o bebê. Conforme o descolamento, a única saída é uma cesárea de emergência. Se for parcial, é possível prosseguir a gestação até o bebê ter condições de sobreviver fora do útero.

Dequitação incompleta: A placenta não se descola totalmente após o parto. Se localizada na parte mais alta do útero, é removida pelo obstetra. No caso de acretismo placentário – quando penetra no tecido uterino –, a solução é a retirada, seguida de curetagem. Se fragmentos da placenta prolongarem-se até o interior do músculo uterino ou se fixarem em outros órgãos, pode ser necessária a retirada do útero.

Fonte: Revista Crescer

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Bolo Salgado


Uma opção vitaminada para o lanche
Foto: Fabio Castelo

Objetos: Andréa Silva

Culinária: Silvia Marques


Para manter o pique e garantir a cota diária de nutrientes, os nutricionistas sugerem um lanche bem balanceado nos intervalos do almoço e do jantar.
Que tal um pedaço de bolo elaborado com ingredientes nutritivos, como o criado pela nutricionista Vanderlí Marchiori, consultora do site Trigo É Saúde.
Além de conter fibras vindas da farinha integral, que dão uma força ao intestino, o bolo traz tomate e ervilha, uma dupla rica em ácido fólico, a vitamina que participa do desenvolvimento do bebê.
Confira a receita abaixo: Bolo Salgado - Rende 10 porções
Ingredientes
Massa
2 copos de farinha de trigo integral1
1/2 copo de leite
1/2 copo de queijo ralado
3 ovos inteiros
2 colheres de sopa de farinha de soja
1 colher de chá de sal
Recheio
1 dente de alho
2 tomates picados
1/4 de copo de óleo de canola
3 colheres de sopa de palmito
1/2 lata de ervilha
2 colheres de sopa de queijo mineiro picado
Modo de preparo
Misture todos os ingredientes da massa e bata no liquidificador.
Divida a massa em 2 partes. Numa panela, refogue o alho e o tomate no óleo de canola. Depois de refogados, acrescente o palmito, a ervilha e o queijo mineiro.Unte uma assadeira e polvilhe com farinha de rosca. Despeje a primeira parte da massa e, sobre ela, o recheio. Coloque a segunda parte da massa e leve ao forno para assar.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Dezenove perguntas e respostas sobre bebês prematuros

Nos últimos anos, a quantidade de partos prematuros cresceu nas maternidades brasileiras. Os médicos acreditam que, de cada 100 bebês, seis são prematuros. Uma das causas para isso é o fato de as mulheres engravidarem cada vez mais tarde. O resultado são crianças que nascem menores, abaixo do peso e com maior risco de adquirirem doenças. Entenda por que tantos bebês estão vindo antes do tempo e quais os cuidados que um prematuro exige.
Por Manuela Macagnan

1. Quando um bebê é considerado prematuro?
"As crianças que nascem antes de completar 37 semanas são consideradas prematuras", explica Renato Kfouri, pediatra e neonatologista do Hospital e Maternidade Santa Joana, de São Paulo. "Há os pouco prematuros - 36 semanas de gestação, em média - e os extremos prematuros - aqueles com 22 semanas. Todas as complicações e taxas de sobrevida estão relacionadas a quão prematura é essa criança", explica Kfouri. Vale lembrar que uma gestação normal e completa dura nove meses, ou 40 semanas.
2. O que faz um bebê nascer prematuramente?
Existem muitos motivos que fazem um bebê nascer antes do tempo. Renato Kfouri, pediatra e neonatologista do Hospital e Maternidade Santa Joana, explica que o parto pode ser antecipado quando a criança tem problemas de má-formação ou de infecções, adquiridas da mãe. Doenças na gestante, como hipertensão, diabete ou infecções, também podem levar a um parto prematuro. Entram nessa lista ainda pequenos que estão com dificuldade de nutrição por causa de uma placenta malformada. "Além disso, nas gestações múltiplas, a tendência de não completar os noves meses também é grande", diz Kfouri.
3. O número de partos prematuros é maior hoje?
Sim. Há o crescente aumento de partos prematuros por uma série de motivos. A gravidez na adolescência é um deles. O corpo de uma adolescente ainda não está bem formado e, às vezes, não consegue levar a gestação até o fim. A gravidez de gêmeos, por causa das fertilizações in vitro, é outra razão. E mães tendo filhos mais tarde. É cada vez mais comum mulheres que adiam a maternidade para se dedicar, primeiro, à carreira. Atualmente, cerca de 6% das gestações no Brasil terminam antes do tempo.
4. O número de consultas no pré-natal também aumentou nos últimos anos?
Sim. Renato Kfouri, pediatra e neonatologista do Hospital e Maternidade Santa Joana, conta que as gestantes brasileiras fazem, em média, seis consultas pré-natais. Esse número é um progresso, já que há alguns anos a média era três ou quatros consultas. No entanto, a ida mais frequente da grávida ao obstetra fez com que a quantidade de partos prematuros também aumentasse. Isso porque o diagnóstico de problemas, que podem colocar em risco a vida da mãe ou do bebê, também aumentou.
5. Hoje, a chance de um bebê prematuro sobreviver é maior?
Sim. Nas últimas duas décadas, graças à tecnologia e aos novos medicamentos, muito mais prematuros estão terminando seu desenvolvimento fora do útero com sucesso.
6. Quais são os problemas mais comuns depois que o bebê nasce?
Ainda no berçário, os problemas mais comuns são os relacionados com a imaturidade: do intestino, dos rins, do coração, do sistema de defesas do corpo (imunológico) e dos pulmões. A criança não consegue, por exemplo, respirar sozinha ou mesmo sugar o leite. Tudo é feito com a ajuda de aparelhos. O bebê só vai para casa depois que estiver igual ou próximo de um recém-nascido não prematuro.
7. Durante quanto tempo esse bebê precisa ficar no hospital antes de ir para casa?
Depende. Os prematuros extremos chegam a ficar três a quatro meses internados. Normalmente, eles vão para casa quando atingem 2 kg, em média.
8. Quando o bebê vai para casa, ele precisa de cuidados especiais? Ele chora ou dorme mais do que os outros bebês?
Não. "Os cuidados são os mesmos, uma vez que essas crianças recebem alta quando atingem o peso mínimo de 2 kg. Em relação ao comportamento, é individual. Alguns choram mais e outros menos, mas não há relação com o fato de o bebê ter nascido prematuramente", explica Betina Lahterman, pediatra da Universidade Federal de São Paulo.
9. O desenvolvimento neurológico é normal?
"É necessário fazer uma correção quando vamos avaliar o prematuro nesse quesito porque eles podem ter um pequeno atraso. Por exemplo, se você tem um bebê de 8 meses que nasceu três meses antes do esperado, ele se comporta mais ou menos como um bebê de 5 meses", explica Renato Kfouri, pediatra e neonatologista do Hospital e Maternidade Santa Joana.
10. A criança pode ter alguma sequela por ter nascido antes do tempo?
Sim, pois algumas doenças deixam cicatrizes e sequelas. Por exemplo, bebês que tiveram alguma infecção no intestino e foram submetidos a uma cirurgia vão para casa com problemas intestinais. O mesmo acontece com os que têm alguma dificuldade respiratória e saem do berçário com uma doença pulmonar crônica.
11. Depois de sair do hospital, os prematuros têm uma vida normal?
Depende. Alguns bebês precisam dar continuidade a um tratamento iniciado durante a internação na UTI neonatal.
12. Ele será uma criança menor?
Não necessariamente. Ele tende a recuperar as medidas em relação ao peso e à altura nos primeiros dois anos de vida.
13. Por que os prematuros são tão vulneráveis?
Essas crianças têm seu sistema imunológico imaturo, ainda não produzem anticorpos, e não se defendem das infecções de uma maneira tão vigorosa quanto uma criança que nasceu no tempo certo. A imunidade passiva - aquela que é transferida da mãe para filho - é muito menor porque a maior parte dos anticorpos que a gestante transfere para o bebê ocorre no fim da gravidez e os prematuros não passam por essa fase. Outra coisa que atrapalha a vida deles é a comum falta de aleitamento materno. Como essas crianças ficam três ou quatro meses internadas na UTI e a sucção não é adequada, as mães não conseguem ter leite para amamentar e, consequentemente, protegê-la das doenças infecciosas. Isso deixa as portas abertas para o contágio de doenças, principalmente as do sistema respiratório.
14. Existem cuidados específicos que os pais precisam ter enquanto o bebê está hospitalizado?
Os pais precisam ficar próximos do bebê, lavar as mãos antes de entrar no berçário, evitar muitas visitas quando estiverem doentes.
15. Mães de bebês prematuros precisam de apoio psicológico?
Alguns bebês nascem pouco prematuros - perto da 40ª semana - e logo vão para casa. No entanto, as mães de bebês considerados prematuros extremos precisam da ajuda de psicólogos, afinal alguns acabam ficando até seis meses internados. "Quando a mulher dá à luz um bebê prematuro, instantaneamente ela pensa que é responsável por isso. Ela imagina que o bebê nasceu antes do tempo porque ela trabalhou demais ou por qualquer outra coisa que tenha feito de errado. Esse sentimento faz com que ela fique paralisada em relação aos cuidados da criança. Ela assume que qualquer pessoa pode cuidar do bebê melhor do que ela", explica Patrícia Bader, coordenadora do serviço de psicologia do hospital São Luiz, em São Paulo.
16. É comum ouvir que a mãe precisa estar bem para o bebê ficar bem. Como as mães lidam com isso?
"Nosso trabalho é justamente desmistificar isso. Nem todas as mães ficam fragilizadas, mas as que ficam precisam aceitar que não estão bem. Muitas acreditam que não podem nem chorar porque isso pode prejudicar a criança. Elas têm motivos para estar mais sensíveis e nosso trabalho é fazer com que fiquem bem", explica Patrícia Bader, coordenadora do serviço de psicologia do Hospital São Luiz, de São Paulo.
17. Qual a importância da presença dos pais enquanto o bebê prematuro está internado no hospital?
A presença não só da mãe mas também do pai é fundamental para a recuperação dos bebês prematuros. São crianças que estão a toda hora sendo picadas por agulhas ou cercada de aparelhos que pressionam ou apertam. Sentir o toque da mãe, o afago, é essencial para o bem-estar emocional dele. "O bebê precisa dessa experiência, desse toque, para entender o que é carinho", diz Patrícia Bader, coordenadora do serviço de psicologia do Hospital São Luiz.
18. E o método mãe canguru, é eficiente?
O método canguru é usado para deixar o bebê prematuro em contato com a pele dos pais, sentindo o calor, a respiração, o cheiro. Nele, o recém-nascido é colocado próximo ao peito com a ajuda de um tecido que envolve o corpo da mãe ou do pai. "Procuramos deixar o bebê no canguru por duas horas diárias. É muito importante para que ele reconheça os pais para que se aproximem. Além disso, serve para a mãe se preparar para a amamentação. Esse processo precisa ser monitorado porque o bebê gasta muita energia quando sai da incubadora", explica Patrícia Bader, coordenadora do serviço de psicologia do hospital São Luiz.
19. É verdade que os prematuros têm um calendário diferenciado de vacinação?
Sim. Eles têm direito, pela rede pública, a vacinas que os imunizam contra as principais doenças respiratórias. Além das vacinas, para fortalecer seu sistema imunológico, é importante que eles sejam amamentados no peito e não tenham contato com a fumaça de cigarro. Também não é recomendado que esses bebês frequentem creches e berçários ou convivam precocemente com outras crianças. A probabilidade de eles adoecerem é maior quando comparada aos pequenos que nasceram no tempo certo.
Para informar a população e os profissionais de saúde sobre a importância do calendário de vacinação específico dos prematuros, a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM) criou a campanha "Prematuro imunizado é prematuro protegido". Para saber mais, acesse o site Prematuro Imunizado

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Empório Baby

Passe na Brunnen Mamãe & Bebê e conheça a linha Atletic da Empório Baby e Kids!
Você vai se encantar, a Empório Baby é uma das marcas mais procuradas em nossa loja!



segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Pirâmide alimentar

Ainda que a grande maioria das pessoas conheça a pirâmide alimentar, a intenção de publicar esta imagem é única: ILUSTRAR A IMPORTÂNCIA DA HIDRATAÇÃO E ATIVIDADE FÍSICA PARA O BEM ESTAR E MANUTENÇÃO DA BOA QUALIDADE DE VIDA.
Como já falamos anteriormente, a alimentação da gestante deve ser de boa qualidade, e muito variada (prestando atenção às restrições por intolerâncias, alergias ou patologias), e nada melhor do que uma ótima ilustração para o incentivo ao consumo adequado e equilibrado dos alimentos.
Vale lembrar também que a primavera e o verão estão aí, e é ainda mais imporante o consumo de líquidos variados (exceto bebidas alcoólicas!!) para repor a água perdida pelo corpo . Já, para aquelas gestantes com autorização médica e acompanhamento por profissional da área de educação física, o horário de verão dá um empurrãozinho para a prática de atividade física.
*** observação: a indicação de consumo de álcool na ilustração vale para mulheres não grávidas e adultos em geral ***

EXEMPLOS DE NÚMERO E TAMANHO DE PORÇÕES PARA GESTANTES
SEGUINDO A PIRÊMIDE ALIMENTAR


Fonte: Ribeiro et al. Nutrição e alimentação na gestação. Compacta Nutrição [s/n]