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quinta-feira

Como lidar com as emoções na gravidez

Foto: 123RF.
O primeiro trimestre, em geral, é o momento da descoberta e aceitação da gravidez. É o início das mudanças de papéis familiares, para a construção de uma nova estrutura familiar. Nessa fase, é importante a comunicação dos membros da família, para um maior entrosamento durante a gestação. A mulher pode ficar um pouco confusa, emocionalmente sensível, com diversas dúvidas e receios diante da novidade. Isto, principalmente, quando o bebê não foi planejado. Ela pode apresentar sentimentos de ambivalência – quero e não quero, estou certa e estou errada –, o que intensifica a angústia. Estes sentimentos fazem parte do lidar com o desconhecido e com uma situação nova, não há motivo para alarde. A ansiedade também está bem presente nesse primeiro trimestre, mas a boa notícia é que tende a diminuir com a chegada do segundo trimestre.

O segundo trimestre costuma a ser o mais estável emocionalmente para a mãe. Mesmo assim, iniciam-se de forma mais presente as preocupações a respeito do desenvolvimento fetal, exames médicos e mudanças corporais. Ao perceber seu corpo em mudanças, a mulher pode, em alguns casos, ficar insegura, com sentimentos de menos valia e inferioridade. Por isso, é muito importante a participação dos maridos nesse momento. No entanto, há também aquelas que se sentem mais bonitas e mais atraentes. Neste trimestre, ocorre ainda um fortalecimento e intensificação do vínculo mãe-bebê, assim como da participação do pai e/ou outros filhos.

O terceiro e último trimestre pode ser o mais frágil e intenso, do ponto de vista emocional, para a mulher, por conta da aproximação do parto. Surgem mais fantasias e questionamentos. Este é o momento dos familiares e do médico transmitirem segurança e apoio à gestante, conte com eles!

Por todas essas questões, separamos 14 dicas que vão ajudá-la a enfrentar essa “inundação” de emoções que configura a gravidez, trimestre a trimestre:

1 – Logo de início, procure uma atividade física de baixa/média intensidade e prazerosa. Os exercícios físicos liberam substâncias no organismo que promovem o bem-estar. Lembrando sempre da liberação médica e do acompanhamento de profissionais especializados em gestantes, independentemente do trimestre;

2 – Para acompanhar o pré-natal, busque um médico que você e seu companheiro (a) se identifiquem, que transmita segurança e que acompanhe a sua saúde e a do bebê. Converse sobre os tipos de parto, doenças prévias e pré-natal, enfim, sobre todos os tópicos que causem dúvidas e angústias;

3 – Viva o momento de felicidade da descoberta (se houver), mas também se permita vivenciar sentimentos como tristeza, raiva, choro, dúvidas, receios. Não se culpe por tê-los, isso não significa algo negativo. Como falamos, faz parte! Procure reconhecê-los e expressá-los de forma saudável.

4 – Compartilhe este momento com as pessoas que você tiver vontade e quiser, para ficar mais feliz ainda;

5 – No segundo trimestre, a barriguinha já está começa a aparecer. Valorize o seu corpo, usando roupas confortáveis e que a deixem mais bonita!

6 – Vale também conversar com o companheiro (a) sobre tais mudanças, reforçando que você precisa do apoio e dos elogios dele também;

7 – Intensifique a relação com seu bebê (isso mesmo!). Os vínculos começam a ser criados desde agora, sabia? Converse, acaricie e cante para ele dentro da barriga. Você pode falar sobre o que está sentindo, o que o espera, contar sobre a família, o que tem comprado para ele, cantar e ler também, entre outros “papos”;

8 – Deixe o quartinho pronto para receber seu bebê! O preparo do “ninho” vai deixá-la mais segura;

9 – Procure cursos de cuidados com o bebê, como shantala, e/ou leia sobre tais temas e o desenvolvimento do bebê. Toda informação é bem-vinda e aumenta a sua confiança para enfrentar os desafios que virão;

10 – Leia tudo sobre parto, outro tema que costuma gerar bastante angústia. Converse com outras mães e pense e discuta as possibilidades com seu médico;

11 – Escolha o local que deseja para ganhar seu bebê e se optar por maternidade, visite as opções para conhecê-las melhor;

12 – Escolha quem você deseja que esteja com você nesse momento. Prepare a sua malinha, a do bebê e, também, a do acompanhante com antecedência!

13 – No último trimestre você já pode procurar um pediatra de confiança e fazer a primeira consulta, tirando dúvidas sobre o recém-nascido e sobre o aleitamento materno.

14 – E durante qualquer período da gestação, se sentir forte tristeza, medo, angústia, erupção de conflitos e ansiedade extrema, procure ajuda de um especialista para lhe acompanhar. Todos esses sentimentos podem aparecer, como falamos, mas a intensidade e a frequência determinam se está tudo bem com você. Não sofra sozinha!

Fonte: It Mãe.

sexta-feira

Beyoncé mostra barriguinha de gravidez em evento de moda


O vestido preto com detalhes em couro deixou a barriguinha de Beyoncé evidente na noite desta terça-feira, 13. A cantora foi elegante à abertura da loja Tory Burch, na Madison Avenue, em Nova York. Mesmo grávida, ela não diminuiu os compromissos: participou de desfiles da Semana da Moda de NY na manhã na terça, e da final do torneio aberto de tênis dos Estados Unidos na segunda-feira, 12, ao lado do marido, Jay-Z.


Fonte: Ego.com

quinta-feira

Grávida de sete meses, Cláudia Abreu passeia em shopping do Rio



Grávida de sete meses, a atriz Cláudia Abreu, que espera seu quarto filho, foram ao Fashion Mall, shopping na Zona Sul do Rio, ao lado da filha mais velha, Maria, de 11 anos. Bem agasalhadas por causa do frio, mãe e filha fizeram compras e saíram do shopping com algumas sacolas.  


Fonte: Ego.com

quarta-feira

Com nove quilos a mais, Wanessa revela: 'Estou feliz com meu corpo'



Wanessa foi a atração musical do primeiro dia de desfiles do evento de moda Oscar Fashion Days, realizado na segunda-feira, 12, em São José dos Campos, interior de São Paulo.


Após a primeira apresentação, a cantora contou que já sente os efeitos da gravidez em sua performance no palco. "Estou passando bem na gravidez, mas sinto que vou ficando mais cansada", disse.


Sobre o corpo, que já ganhou nove quilos desde o início da gestação, Wanessa se define como satisfeita com as novas formas. "Já estou usando mais as roupas de grávida mesmo. E estou feliz com o meu corpo", revelou. 


Fonte: Ego.com

terça-feira

Grávida, Luana Piovani vai ao médico


Um dia depois de anunciar a gravidez no Twitter, Luana Piovani foi vista indo ao médico, em Ipanema, Zona Sul do Rio. Seria uma consulta com a obstetra?

Em uma das fotos, a namorada do surfista Pedro Scooby, mostrou que já está com uma barriguinha bem proeminente. Ao sair do consultório, a atriz se encontrou com amigas para um almoço e depois parou para tomar um sorvete.

Sonho de ser mãe
Luana Piovani nunca escondeu o desejo de ser mãe (antes da briga com o ator Dado Dolabella, de quem foi noiva, ela tinha revelado em entrevista que planejava engravidar dele o quanto antes, em 2008) e no final de julho a atriz já dava pistas de que poderia estar grávida.

Pelo Twitter a atriz mandou mensagens suspeitas para Pedro Scooby, que estava viajando. "Queria falar com você. Fui ao médico", escreveu Luana na ocasião.  

 Essa é a segunda gravidez da atriz. Em agosto de 2004, quando ainda namorava o empresário Rico Mansur, Luana engravidou dele, mas sofreu um aborto espontâneo.  

Fonte: Ego.com


segunda-feira

Grávida de seis meses, Gabriela Duarte ainda não escolheu nome do filho


Grávida de seis meses de um menino, Gabriela Duarte prestigiou a estreia da peça "Os Altruístas", no Teatro Augusta, em São Paulo, nesta sexta-feira, 16. A atriz chegou acompanhada do marido, o fotógrafo Jairo Goldflus.

Questionada sobre como a primogênita, Manuela, está lidando com a chegada do irmão, ela falou que, por enquanto, a menina parece aceitar bem. "Vamos ver quando sair da barriga. Outro dia, ela até falou que sabe que, quando o irmão nascer, eu vou dar mais atenção para ele."

Gabriela contou que, apesar de estar se sentindo bem, anda meio preguiçosa para se exercitar na gestação. "Tenho feito só pilates duas vezes por semana". A atriz também comentou que ainda não definiu o nome do herdeiro. "Tenho algumas opções em mente, mas prefiro não falar."

"Os Altruístas" marca a volta de Mariana Ximenes aos palcos depois de nove anos. No espetáculo, a atriz é dirigida por Guilherme Weber. Além de Gabriela, outros famosos foram ao teatro prestigiar o espetáculo, como Mara Carvalho, Gabriela Alves e Marina Person. A produção fica em cartaz na capital paulista até dezembro e, em janeiro, vai para o Rio de Janeiro.

 Fonte: Ego.com


domingo

Aos oito meses de gravidez, Letícia Birkheuer usa vestido larguinho

Letícia Birkheuer foi acompanhada do noivo Alexandre Furmanovich à abertura do 18º Salão de Arte, realizado no clube A Hebraica, em São Paulo, nesta segunda-feira, 15. A atriz foi prestigiar a sogra Silvia Furmanovich que é designer de joias, e escolheu para a ocasião um vestido larguinho que escondia a barriga de oito meses de gravidez. Giselle Itié e o namorado Rodrigo Gimenes também estavam entre os convidados.

Fonte: Ego.com

sexta-feira

Nove passos para uma gestação saudável e feliz

Expectativa, ansiedade, alegria e emoção. Essas quatro sensações descrevem bem a Maternidade, um momento único e muito especial tanto para a futura mamãe, quanto para o futuro papai. A chegada de um herdeiro é a realização de muitas mulheres e casais e vem acompanhada de dezenas de dúvidas – desde a escolha do nome do bebê até a alimentação ideal da gestante. A seguir, o ginecologista e obstetra consultor da CordCell – Células-Tronco do Cordão Umbilical e diretor da Maternidade do Hospital Samaritano (SP), Dr. Edilson da Costa Ogeda, ajuda as mamães – principalmente aquelas de primeira viagem – a ter uma gestação saudável e feliz: 


PASSO 1 - QUANDO ENGRAVIDAR?
Primeiramente, o filho deve nascer no coração, ou seja, o planejamento consiste em se ter o desejo profundo de gerar uma nova vida. Quando este desejo já existe, deve considerar as condições para o aumento da família: a estrutura familiar, aspectos financeiros, de moradia e, o mais importante, a grande afinidade entre os pais. “As mudanças serão gigantescas: a intimidade do casal sofre muito com o novo estilo de vida; não há aquela liberdade para sair a qualquer momento; a vida sexual também sofre com as mudanças; o diálogo fica prejudicado, pois as conversas giram em torno apenas do bebê. Todas estas mudanças podem muito bem ser superadas pelos casais que tem uma cumplicidade e um diálogo franco e aberto”, diz Ogeda.
Segundo o especialista, a melhor forma de se preparar para receber um filho seria buscar informações nas mais variadas fontes, como livros sobre o assunto e conversas com amigos e familiares. Buscar identificar os casais que tiveram problemas e como saíram deles; as histórias vencedoras e as perdedoras. “A orientação psicológica, quando necessária, poderá dar as ferramentas que o casal precisa para enfrentar as dificuldades”, afirma.
Planejamento é fundamental. Desde um preparo prévio de saúde do casal (exames de check-up, prevenção etc), até o uso de ácido fólico três meses antes da data provável em que o casal deseja tentar engravidar, passando pelas questões financeiras, trabalho, moradia e estrutura familiar. Não é necessário ter muito dinheiro para se ter filhos; mas é fundamental ter um amor incondicional um pelo o outro, e este amor contaminará o bebê que está a caminho. 



PASSO 2 – ESTOU GRÁVIDA! E AGORA?
Quando se tem a confirmação da gestação em curso, o obstetra é bombardeado com uma avalanche de perguntas: Para quando será o parto? Parto Normal ou Cesárea? Menino ou menina? O bebê é perfeito? Você vai pedir ultra-som? Entre outras. 
Cada uma dessas perguntas vão sendo respondidas e a cada etapa que se passa, mais e mais perguntas vão surgindo. Em linhas gerais, a gravidez tem seu curso influenciado por uma série de fatores. Por isso, a grávida deve ter o cuidado de fazer um rigoroso acompanhamento pré-natal. Deve fazer todos os exames laboratoriais e de ultra-som solicitados pelo médico obstetra; deve ter uma alimentação equilibrada e balanceada, a fim de ganhar entre 9 e 12 kg; comer pouco e com intervalos menores e beber bastante líquido durante todo o dia, o que favorece a digestão, o funcionamento intestinal e diminui o risco do ganho de peso excessivo; manter uma atividade física regular, quando não houver contra-indicações, como caminhada, natação, hidroginástica ou ioga.



PASSO 3 – SEXO E GRAVIDEZ: QUAL É O PROBLEMA?
De uma forma geral, quando não houver contra-indicações de cunho médico, a vida sexual pode e deve ser mantida. Muitos casais ficam com medo de ter relações sexuais pensando que isso poderá acarretar alguma complicação à gestação ou ao bebê, mas isso não passa de um fantasma. A mulher grávida pode se sentir até mais apta para a atividade sexual; outras mais indispostas. “O casal deve conversar e se amar da forma desejada neste período”, afirma o médico.
Mas, quando realmente a relação sexual deve ser proibida na gravidez? Quando a gestação apresentar risco de abortamento ou de parto prematuro; doenças clínicas maternas que podem se agravar na gestação (cardiopatias ou hipertensão grave); presença de ruptura de bolsa ou qualquer sangramento genital de origem ainda não diagnosticada.



PASSO 4 – ALIMENTAÇÃO E GRAVIDEZ
O organismo materno passa por grandes transformações durante a gestação, e do ponto de vista nutricional, uma verdadeira revolução. As necessidades nutricionais são elevadas neste período e podem impactar o crescimento e desenvolvimento fetal. O ganho de peso durante a gravidez sofre influências das fases da gestação, como por exemplo, perder até 3 kg no primeiro trimestre (efeitos dos enjôos, náuseas, vômitos e inapetência típica deste trimestre). Tudo isso pode desaparecer a partir da 12ª semana de gestação. Ao todo se espera que a mulher venha a ganhar entre 9 e 12 kg dependendo do seu peso pré-gestacional.
Ela deve fazer de 5 a 6 refeições ao dia (café da manhã; lanche da manhã; almoço; lanche da tarde; jantar e ceia); comer pouco e várias vezes ao dia; deve beber bastante líquido (cerca de 2 litros de água diariamente); preferir nas refeições maiores saladas, legumes e grelhados; não exagerar nos carboidratos e substituir os doces por frutas. Segundo Ogeda, “as deficiências nutricionais podem acarretar aumento nos índices de abortamentos, malformações, restrição de crescimento intra-uterino e, anemia entre os mais freqüentes.”
O ganho ponderal exagerado também pode predispor ao aparecimento de problemas na gravidez com risco aumentado de Diabetes Gestacional e as Síndromes Hipertensivas da Gestação. Por isso, a importância de se fazer um acompanhamento pré-natal conjuntamente com a equipe de nutrição, que pode dar melhores condições e oportunidades para uma gestação mais tranqüila e saudável, diminuindo os riscos para a mãe e bebê, retornando ao peso anterior à gestação mais rapidamente.


 PASSO 5 – ATIVIDADE FÍSICA E GESTAÇÃO
As gestantes devem tomar alguns cuidados na hora de escolher exercícios físicos. Deve-se primeiramente diferenciar entre as gestantes que faziam atividade física ou não previamente à gestação. Quem já fazia alguma atividade física é necessário apenas adequá-la ao novo estado da gestação, ou seja, manter os exercícios que manterão o tônus muscular, o condicionamento físico e não terão grande impacto ao solo. “Não recomendamos a prática de exercícios com a finalidade de competição. Aquelas grávidas que apresentavam vida sedentária devem ter atividades físicas de baixo impacto ao solo, como por exemplo, natação, hidroginástica, ioga ou caminhada. Esses exercícios podem ser praticados a partir da 12ª semana, em condições normais, e mantidos até o 8º mês de gravidez, não sem nenhum problema, apesar de que algumas mulheres poderem praticá-los até a 38º semana”, diz o médico.


 PASSO 6 – GESTAÇÃO GEMELAR
A gestação gemelar, aquela que apresenta dois ou mais fetos numa gravidez simultaneamente, tem aumentado a sua incidência à custa de tratamentos de fertilização assistida e procedimentos correlatos para o tratamento dos casais com infertilidade conjugal. Em 80% dos casos as gestações gemelares são dizigóticas, ou seja, gêmeos originados da fecundação de 2 óvulos por 2 espermatozóides distintos; estes podem ou não ser do mesmo sexo. Podem influenciar a herança genética da mãe e tratamentos de fertilização. Nos 20% restantes, os gêmeos são monozigóticos, ou seja, frutos de 1 único espermatozóide fecundando 1 único óvulo, e sofrendo uma divisão celular bem inicial. Desta forma, serão idênticos na sua fisionomia e no sexo.
A grande importância da gestação gemelar é no seu seguimento pré-natal. Existe uma incidência maior de algumas doenças que devem ser seguidas de perto, como: diabetes gestacional; anemia; aumento da pressão arterial durante a gestação (pré-eclâmpsia) e hemorragias no pós-parto.
Outro dado que deva preocupar a gestante de gêmeos é o fato de que a gravidez antecipa em média 4 semanas, ou seja, existe um risco concreto de termos recém-nascidos prematuros. “Por isso, um adequado acompanhamento pré-natal, com dieta adequada e repouso principalmente a partir do 7º mês de gravidez é fundamental para uma gestação segura e tranqüila”, diz Ogeda.



PASSO 7 – MEDICINA FETAL: O FUTURO HOJE
A Medicina Fetal trata de uma área de atuação da Obstetrícia em focar como o paciente o feto. Um ramo da atenção dada no pré-natal, que tem por finalidade o diagnóstico e a terapêutica em muitas situações bastante delicadas na gravidez. A necessidade de se fazer um bom acompanhamento pré-natal já é uma idéia bem sedimentada em todos nós. Assim como fazer todos os exames laboratoriais e ultrassonográficos. Mas quando se observa alguma anormalidade significativa, estamos diante da Medicina Fetal. 
Intervenções como retirada de fragmentos da placenta (vilo corial) ou mesmo líquido amniótico (amniocentese) para a realização do estudo citogenético do embrião são corriqueiros atualmente, e com muita precisão conseguem estabelecer se aquela criança é portadora de alguma alteração cromossômica, como Síndrome de Down, por exemplo.
Transfusões intra-útero quando fetos acometidos de anemia grave que poderá levar ao óbito intra-uterino, como ocorre na Doença Hemolítica (mãe Rh negativa com anticorpos anti-Rh, que agridem os glóbulos vermelhos do feto Rh positivo). Esta ação pode salvar a vida do bebê.
Tão importante quanto o tratamento, é o diagnóstico. Um correto diagnóstico pode levar a um correto tratamento. Por isso, a importância da realização do acompanhamento pré-natal e a realização dos exames nas datas adequadas, podem ser a garantia de um final feliz para a sua gravidez!



PASSO 8 – PARTO NORMAL OU CESÁREA?
Este dilema é muito comum para a grande maioria das mulheres grávidas: qual é o melhor tipo de parto? Atualmente no Brasil, quase 85% dos partos na rede privada e 31% da rede pública são cesarianas. Mas quais são os benefícios e quando são indicados esses tipos de parto?
Ainda hoje, algumas mulheres optam pelo parto natural – que é basicamente quando o médico simplesmente acompanha o parto, sem intervenções – como anestesias, induções ou rompimento artificial da bolsa. Neste caso, o ritmo e o tempo do trabalho de parto são respeitados e, para alívio das dores, são utilizadas técnicas de respiração e relaxamento. A principal desvantagem desse processo é que pode levar várias horas, principalmente na primeira gravidez. A vantagem em relação à cesárea é a recuperação pós-parto que é muito mais rápida. Além disso, há menor risco de infecções e hemorragias.
Tanto o parto normal sem anestesia quanto o natural pode ser realizado na posição em que a mulher julgar mais confortável: em pé, de cócoras ou até mesmo dentro da água. 
Mas, quando optar pela cesárea? Essa opção é essencialmente tomada pelo médico obstetra, e muitas vezes relacionada a alguns fatores que podem por em risco a vida da mãe e do bebê. A cesárea deve ser realizada sempre que o risco do parto vaginal for maior do que pela cesariana. Isso pode ocorrer em situações clínicas ou obstétricas que aumentem o risco para a mãe ou para o bebê, como por exemplo, em caso de desproporção do tamanho do bebê em relação à bacia óssea da mãe; infecções maternas graves; gestantes diabéticas ou hipertensas complicando significativamente o bem estar do bebê; sofrimento fetal; posição desfavorável do bebê; ou quando um trabalho de parto não progredir satisfatoriamente.



PASSO 9 – ACHO QUE VAI NASCER!
Neste momento, o importante é manter a calma, principalmente do marido quem geralmente fica mais nervoso. Os principais sinais ou sintomas do início de que o bebê está chegando são: contrações; rompimento da bolsa; sangramento ou dor; parada da movimentação do bebê (embora, muitas vezes, não seja nada); perda do tampão (geralmente percebida como uma secreção espessa, gelatinosa, transparente, branca ou até esverdeada; pode aparecer com uns laivos de sangue). 
É importante manter a calma, avisar o médico obstetra do que está acontecendo e dirigir-se à Maternidade, não esquecendo de levar o necessário: exames, carta de internação, documentos pessoais, mala da mamãe e do bebê. Este é o grande dia! A vida vai nascer!


 Divulgação: Rojas Comunicação

terça-feira

Isabella Fiorentino dá à luz trigêmeos em São Paulo


Bernardo, Nicholas e Lorenzo vieram ao mundo na manhã de segunda-feira, 1º.
Isabella Fiorentino deu à luz os trigêmeos Bernardo, Nicholas e Lorenzo na manhã desta segunda-feira, 1º, no hospital Albert Einstein, em São Paulo. A confirmação foi dada pela assessoria de imprensa da apresentadora.


Segundo boletim médico divulgado pelo hospital, tanto Isabella quanto os meninos passam bem. A apresentadora é casada há três anos com o empresário Stefano Hawilla.


Gravidez rara


O nascimento dos meninos, através de cesariana, estava previsto para setembro. Em entrevista ao EGO no início de julho, Isabella contou que a gravidez tripla de univitelinos (idênticos), sem inseminação artficial, foi uma grande surpresa para a família.
"É muito raro, uma chance em milhões! Por isso me senti escolhida por Deus para essa. Até tem casos de gêmeos na família, por isso pensei que poderia acontecer comigo. Mas trigêmeos, nunca", disse a apresentadora, na época com cinco meses.


Fonte: Ego.com

segunda-feira

Menino ou menina?

Fazer sexo na lua cheia favoreceria a gravidez de uma menina. E permanecer deitada após a relação ajudaria na concepção de um menino. O que é mito e o que é verdade? Fomos atrás de respostas

01. Os espermatozoides é que determinam o sexo do bebê
Verdade. O espermatozoide é a célula sexual, ou gameta, do homem. Ele fecunda o óvulo da mulher e nesse processo define o sexo do bebê. Isso acontece por causa do chamado cromossomo, que carrega toda a informação genética de cada um de nós, como cor dos olhos, dos cabelos, tipo de pele etc. Os óvulos possuem apenas o cromossomo X, enquanto os espermatozoides podem ter cromossomo X ou Y. O cruzamento XX resulta em um embrião feminino, e o XY, em um masculino. Por isso, pode-se dizer que há espermatozoides masculinos, os que carregam o cromossomo Y, e femininos, os que carregam o X.

02. Fazer sexo durante a lua cheia favorece o nascimento de uma menina
Mito. Não há o que justifique essa crendice popular. Até onde se sabe, pelo menos nos meios científicos, não há relação entre o sexo do bebê e o satélite natural da Terra.

03. Ter relação próxima da data da ovulação POTENCIALIZA as chances de vir um menino
Verdade. O espermatozoide masculino, mais conhecido como Y, é mais rápido e menos resistente ao ambiente vaginal do que o feminino, também chamado X. Portanto, há fundamento na afirmação de que eles vão chegar primeiro ao óvulo se a relação sexual acontecer em um horário próximo daquele em que acontece a ovulação. Nesse caso, o segredo é saber o momento exato da ovulação. Isso é possível por meio de exames como o ultrassom e também pela temperatura basal da mulher – trata-se da temperatura corporal medida ao amanhecer, que se eleva ligeiramente quando se está ovulando. Mas essa técnica não oferece garantias, apenas aumenta as esperanças de ter um menino.

04. Fazer sexo dois dias antes da ovulação ajuda no nascimento de menina
Em termos. Existe fundamento nessa teoria, mas não é uma garantia. O espermatozoide, por assim dizer, feminino , ou X, tem uma maior sobrevida no corpo da mulher do que o masculino, ou Y. Por isso tem um potencial de fecundação de 48 horas. Ou seja, ele prevalece na disputa com o masculino, que chega primeiro, mas não encontra o óvulo e acaba morrendo antes do tempo. Nesse caso, é preciso identificar o momento exato da fecundação com exames de ultrassom ou monitoramento da temperatura basal para saber o dia da relação.

05. Permanecer deitada após a relação aumenta a chance de vir um menino
Mito. Quem apregoa essa técnica diz que o espermatozoide com o cromosso Y, por ser mais rápido, beneficia-se da posição horizontal do corpo da mulher, mas isso não interfere no seu deslocamento. Uma vez instalado, ele vai ter o mesmo comportamento, mesmo que a pessoa esteja em pé ou deitada.

06. Banhar a vagina com vinagre ou bicarbonato de sódio favorece a chegada de uma garota
Em termos. Existe base fisiológica para essa afirmação, mas nenhum médico vai indicar esse tratamento para sua paciente. O que se sabe é que um ambiente ácido será mais hostil para o espermatozoide masculino, o que beneficiaria o feminino. Mas não há nenhuma comprovação de que banhar a vagina com vinagre ou bicarbonato de sódio antes da relação favorecerá o nascimento de uma menina, além de ser uma prática pouco excitante para o casal.

07. A inseminação artificial pode garantir a escolha do sexo do filho
Em termos. Garantir, não, mas pode ajudar bastante. Na inseminação intrauterina, como também é chamada, especialistas preparam o esperma em laboratório e depois o injetam na vagina. Aqui o que se pode fazer é uma seleção de esperma para coletar mais gametas masculinos do que femininos, ou vice-versa. Nesse caso, a chance de sucesso pode chegar a 70%. Há técnicas ainda mais novas, como a citometria de fluxo, em fase experimental, que aumenta a precisão da escolha de espermatozoides. Porém, como são usados corantes, apesar de atingir 90% de certeza do sexo, os pesquisadores acreditam que ainda não há segurança para aplicá-la no dia a dia das clínicas de reprodução humana, pelo menos por enquanto.

08. A fertilização in vitro oferece 100% de garantia na escolha do sexo do bebê
Verdade. A sexagem, como é chamada a escolha do sexo da criança, tornou-se uma realidade nas clínicas de reprodução humana assistida. Depois da fertilização in vitro, em que a fecundação do espermatozoide no óvulo ocorre em laboratório, os especialistas conseguem identificar os embriões masculinos e femininos e só depositam os representantes de uma categoria ou outra no útero da mulher, conforme o que for decidido – eles fazem isso usando uma técnica chamada diagnóstico genético pré-implantação, ou PGD. Mas, no Brasil, os médicos só têm autorização do Conselho Federal de Medicina para utilizar esse método se houver risco de a criança desenvolver uma doença determinada pelo sexo, como hemofilia e daltonismo. Caso contrário, há uma taxativa proibição, sob pena de sanções éticas. Portanto, a sexagem só pode ocorrer por indicação médica. Se você tem três meninos e quer uma menina, não poderá contar com essa técnica. Além disso, aqueles que optam pela sexagem não podem descartar o embrião preterido, que precisará ficar congelado e acarretará custos para o casal.


quinta-feira

Gravidez Planejada

Escolhendo o momento de gestar
Encontrar sua alma gêmea e viver feliz para sempre. Esse é o grande sonho, aprendido desde a infância, quando escutamos os tradicionais contos de fadas. O princípe e a princesa tem muitos filhos e vivem felizes para sempre no seu castelo.
Mas não é o destino nem o capítulo final de um casamento feliz que trazem os filhos.
Ter filhos, dar espaço para eles na relação implica em várias decisões e avaliá-las com rigor pode ser um bom começo para esta emocionamente aventura.
Na verdade o que determina quando é chegada a hora de um casal se transformar em família é o emocional, o psicológico: o estar preparado enquanto casal para assumir esta responsabilidade e arcar com ela para todo o sempre, já que ter um filho é uma decisão sem volta.
Mas existem alguns parâmetros que ajudam a avaliar se o momento que vocês estão vivendo e pelo qual passa a relação é o mais indicado, e se o filho vai chegar numa boa hora para os dois.
A relação vai bem e o filho só vem a acrescentar?
Filho não é a solução para nenhuma crise conjugal e não evita o naufrágio do casal.
Pelo contrário, nos primeiros tempos, uma criança significa uma revolução tão grande que até os mais sólidos casamentos podem balançar temporariamente. Portanto, ter filhos só pode ser decidido num momento de estabilidade da relação.
O desejo de ter um filho é comum aos dois?
Os bebês não vem mais ao mundo "sem querer", as gestações ocorrem pelo desejo de ter um filho quer seja consciente ou inconsciente. O que garante o afeto e o amor ao bebê que está chegando é a certeza de que ele chegou com mútuo consentimento e desejo dos dois.
Existe uma pré- disponibilidade interna de cada um em abrir mão de uma vida mais descompromissada em prol do bebê que vai chegar?
Essa terceira pessoa que vem se juntar ao casal, exige cuidados, carinho e disponibilidade dos dois. Se os companheiros estão dispostos a lidar com os medos e ansiedades da gestação, com as noites maldormidas sem se sentir lesados por isso é um bom indicio de que é chegada a hora.
O momento foi planejado considerando os prós e contras da vida profissional de cada um?
Hoje é comum que homem e mulher trabalhem fora. Um filho pode causar mudanças e sacrifícios à carreira, sobretudo da mulher, que vai diminuir ou interromper suas atividades profissionais por um tempo ou definitivamente. E ainda vai querer contar com a ajuda e presença do marido ao lado dela.
Se vocês estão de acordo sobre isso e não vêem o bebê como um empecilho, então este filho será bem- vindo.
Vocês acreditam que realmente chegou o momento, é agora ou nunca?
Só vocês dois de corações abertos podem avaliar. E se juntos chegarem a esta decisão, está na hora de encomendar o berço, começar a lista do enxoval e buscar orientação sobre essa nova tarefa a que vocês estão dispostos : a de ser pais.
E não se envergonhem de buscar ajuda profissional para desvendar os "segredos "da maternidade e da paternidade. Afinal se para tirar carteira de habilitação é necessário fazer uma série de provas e testes, para ser pai e mãe e conduzir uma criança que vai chegar são necessários : amor, disponibilidade, afeto e muita, mais muita orientação.
Plagiando Chico Buarque de Hollanda, que esse bebê que vai chegar seja "o fruto mais bendito do amor de vocês". E que com muito carinho possam arrumar o "berço" para este mais novo membro da família.
Felicidades a vocês e aos bebês já presentes e aos que vão chegar . Trazendo mais alegria, sorrisos e felicidade.
Clarice Skalkowicz Jreissati

Psicóloga

terça-feira

Sexo com compromisso

Por Rachel Campello

Quando um casal resolve ter um bebê, fazer sexo ganha status de compromisso, com dia e hora marcados. Se a gravidez não acontece rapidamente, o estresse toma conta. Então, antes de entrar nessa tensão, saiba exatamente quando você está ovulando, pois é nesse período que aumentam suas chances de engravidar. E durante o resto do ciclo tente relaxar. Em outras palavras, preocupe-se com a concepção apenas no período da ovulação. No restante, aproveite a vida sexual sem cobranças ou expectativas. "Ao contrário do que as pessoas pensam, não é possível controlar todo o processo até conseguir engravidar", esclarece o ginecologista Marco Antônio Lenci, do Hospital Albert Einstein, de São Paulo. E essa tensão, ao invés de ajudar, pode atrapalhar, alerta. Para facilitar sua vida, veja como calcular os dias da ovulação: Temperatura basal: o método, indicado para mulheres que têm o ciclo regular consiste em medir a temperatura diariamente pela manhã, quando ela está mais baixa.
No dia da ovulação, devido à ação da progesterona, ela tende a subir cerca de 1 grau. A questão é que a temperatura pode subir alguns dias antes e se manter elevada alguns dias depois da ovulação. Ou seja, fica impossível ter certeza do dia exato por esse método. O ideal é manter as temperaturas anotadas por vários meses para que você observe em que período do ciclo ela sobe. Com essa informação, tenha relações alguns dias antes e alguns dias depois. Tabelinha: o método também é indicado para mulheres que têm ciclos regulares. Você considera o primeiro dia da menstruação e conta até o primeiro dia da menstruação seguinte. Subtraia 18 dias do número total e tenha relações em dias alternados, por uma semana. Exemplo: para um ciclo de 30 dias, diminua 18. A partir do dia 12, faça sexo dia sim, dia não.
Cólica: cerca de 20% das mulheres sentem cólica leve ou pressão no abdômen durante o período ovulatório. O desconforto pode durar alguns minutos ou até mesmo algumas horas.
Mudança no muco cervical: devido às flutuações hormonais do organismo durante o ciclo menstrual, o muco cervical também muda de cor e textura. Antes da ovulação, a quantidade é pequena ou inexistente e a vagina fica mais seca.
No período ovulatório (que inclui alguns dias antes e outros depois da ovulação), a secreção é abundante e transparente. Para algumas mulheres, lembra a clara do ovo. Além da proximidade com a ovulação, a chance de engravidar também aumenta porque os espermatozóides têm vida mais longa nesse ambiente. E após esse período, ele fica como no início do ciclo.
Teste de ovulação: comprado em farmácia, ele funciona como um exame de gravidez. A mulher coloca três gotas de urina no estojo e aguarda alguns minutos. O resultado indica se ela está ovulando. Para ter mais precisão, é necessário começar usá-lo logo que a menstruação terminar.

As vantagens e desvantagens de engravidar no inverno

A estação é mais confortável para as gestantes, que sofrem menos com inchaços e calor. Mas pele, cabelos e corpo continuam a exigir cuidados. Confira as dicas

Água quente
A temporada de frio convida a banhos mais quentes, mas eles prejudicam a camada de proteção natural da pele, chamada de lipoprotéica. Por isso, você não deve esquecer da vida nesses banhos e, principalmente, sempre hidratar bem o corpo com cremes ou óleos ao sair do chuveiro. É essa hidratação que também ajuda a prevenir as estrias. A mesma cautela vale para os lábios, que tendem a ficar mais ressecados no inverno. Se você preferir, a manteiga de cacau pode ser substituída por batom com hidratante.

Cabelos
Eles costumam ficar esquecidos fora da estação de praia e piscina e, no inverno, tanto quanto a pele, podem se ressentir da água quente dos banhos, ficando mais ressecados e sem brilho. Os especialistas recomendam água morna para lavar as madeixas.

Ao sol
Não é hora de dispensar o protetor solar porque você se expõe menos ao sol nesse período. Saiba que a ação dos raios ultravioleta é a mesma no inverno. Proteja-se com produtos que reúnem filtro solar e hidratante.

Hidrate-se
O organismo continua a precisar de irrigação no inverno. Mesmo que você não sinta tanta sede quanto no verão, mantenha o hábito de beber pelo menos 2 litros de água por dia. Sem moleza O clima também dá preguiça e favorece programas mais sedentários, invariavelmente acompanhados de gulodices. Além disso, o organismo armazena mais gordura a fim de se proteger do frio. A combinação é fatal para ganhar quilos extras. Por isso cuide-se, movimente-se, faça exercícios.

Alimentação
Ainda que o inchaço seja menor do que no calor, mantenha os cuidados: evite alimentos muito salgados, que fazem o organismo reter mais líquido; não fique muito tempo na mesma posição, em pé ou sentada; coloque as pernas para o alto por uma hora, no final do dia; use meias elásticas e consulte seu médico sobre uma massagem adequada ao seu tempo de gravidez.

Emoções
Lembre-se de que cuidar da beleza faz bem para o corpo e eleva a autoestima, melhorando até o humor — tão vulnerável na gravidez em qualquer estação.

Fonte: Revista Crescer

sexta-feira

Lily Allen levanta suspeitas de gravidez

Lily Allen pode estar esperando seu primeiro filho. A cantora, que sofreu um aborto há três anos, levantou suspeitas de gravidez depois de ser fotografada com uma barriguinha saliente na saída de uma farmácia, em Londres, neste final de semana. O flagra aconteceu poucos dias depois de Lily Allen declarar, em entrevista a um programa de rádio, seus planos de engravidar do namorado, Sam Cooper, até o final do ano.

"Quero ter um filho até o final do ano." Por conta de seu desejo de se tornar mãe, a cantora afirmou que irá se afastar por pelo menos cinco anos da carreira musical. "Dentro de quatro ou cinco anos eu irei fazer um disco de novo. Quero ficar ao lado do meu filho em seus dois, três primeiros anos. Não quero deixá-lo", afirmou. Mesmo com as especulações, Lily Allen negou os boatos de gravidez. "Não estou grávida", escreveu a cantora no Twitter.

Fonte: Revista Quem

quinta-feira

Reprodução Assistida

Ovodoação compartilhada: uma realidade aceita pela sociedade que beneficia ambas as mulheres

As razões que levam uma mulher a necessitar de óvulos doados para que possa realizar seu projeto maternal têm se ampliado nos últimos tempos. Tais indicações se estendem desde as que envolvem os fatores genéticos, que podem justificar a opção pela doação de oócitos, aquelas ligadas essencialmente ao envelhecimento ovariano e que abrigam o maior leque de situações, onde a única alternativa para o processo reprodutivo fica restrita à aceitação de óvulos doados. “Também não podemos deixar de destacar as mudanças no comportamento social da mulher, onde um exaustivo preparo profissional tornou-se necessário para enfrentar as questões de gênero que norteiam o desigual mercado de trabalho, e que levam a retardar seu projeto de maternidade”, enfatiza o especialista em Reprodução Humana, Vinicius Medina Lopes, do Instituto Verhum.
Essa postura, comprovada em muitos países, cede aos anseios reprodutivos apenas quando a mulher alcança o momento de maior estabilidade no campo profissional, de modo a enfrentar as limitações impostas pelos afastamentos no período grávido-puerperal. “Hoje, constata-se que a mulher engravida cada vez mais tarde, ao atingir o período de declínio de sua vida reprodutiva, quando é elevado o risco reprodutivo materno-fetal, sobretudo no que tange às cromossomopatias. Assim, considerável número de mulheres com dificuldades de conceber procura os serviços de reprodução assistida”, explica Dr. Vinicius.
Na Catalunha (Espanha), a percentagem de mulheres que tiveram seu primeiro filho após os 35 anos aumentou em 30% nos últimos cinco anos (Barri et al.,2002). Nos Estados Unidos, a idade média da mulher ao ter o primeiro filho aumentou de 21.4 anos, em 1975, para 24.9 anos em 2000 (Speroff & Fritz, 2005). No Brasil, segundo pesquisa da Marplan, 57% das mulheres de 20 a 29 anos possuíam uma criança de um ano de idade. Em 1998, esse percentual caiu para 44%. Por outro lado, entre mulheres na faixa de 30 a 44 anos, no mesmo intervalo de tempo, esse percentual aumentou de 31 para 40% (Granato,1998).
Uma série de alternativas tem sido utilizada para melhorar o prognóstico reprodutivo, preservando na prole a herança genética do casal, quando a mulher decide engravidar ao atingir faixas etárias mais elevadas. O uso das técnicas de reprodução assistida, em especial a fertilização “in vitro” (FIV) e suas variantes, como a ICSI, o “assisted hatching” e a doação de citoplasma tem resultados controversos. O envelhecimento folicular, indiscutivelmente, representa um obstáculo que empobrece as chances de gravidez mesmo diante de recursos mais avançados.
É notório que, na vigência de uma reserva ovariana exaurida, a alternativa mais exitosa para permitir uma gravidez é a FIV com óvulos doados. Nesse procedimento, os custos e os óvulos obtidos são partilhados pelas pacientes. “É a doação compartilhada de óvulos (DCO), que teve início no Brasil em 1993. Seus critérios preliminares, que sofreram progressiva atualização, foram publicados em 1995 (Lopes et al,). Em 1999, a DCO passou a ser empregada no Reino Unido, após obter a aprovação da HFEA, órgão que disciplina a prática de reprodução assistida (Blyth, 2002). O órgão de controle ético inglês tomou tal decisão considerando que a DCO tinha vantagens sobre a doação direta porque evitava que a doadora usasse drogas apenas para doar óvulos, as medicações usadas na doação compartilhada serviriam para o seu próprio tratamento e o esquema beneficiava diretamente ambas as mulheres”, finaliza o médico.

terça-feira

Gravidez planejada

Um bebê aos 35 anos de idade?
Existe muita preocupação com a gravidez tardia, considerada de risco, mas esta poderá correr tranqüilamente, se a mulher contar com o acompanhamento médico adequado.
O universo feminino mudou muito desde a década de 60. As mulheres foram para as universidades e passaram a disputar espaço no mercado de trabalho. Paralelamente, o desenvolvimento de métodos anticoncepcionais seguros, como a pílula, permitiu que a mulher definisse o momento mais oportuno para engravidar. Hoje, devido ao competitivo mercado de trabalho e ao acúmulo de funções sociais, muitas optam por ter filhos mais tarde, depois dos 35 anos.
A decisão de adiar a maternidade também é reflexo do aumento da expectativa de vida do brasileiro, que já vive, em média, 71,3 anos. Segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE, para cada 100 jovens, há 25 idosos no Brasil. O número de brasileiros maiores de 60 anos é de cerca de 17,6 milhões, o que significa dizer que 9,7% da população brasileira é formada por pessoas da terceira idade. Como a mulher estabeleceu prioridades além do casamento e da maternidade, aos poucos, ela foi postergando o momento de ser mãe. “Neste contexto, a maioria das mulheres que procura uma clínica especializada para tratamento de infertilidade já tem mais de 35 anos. Mas, a idade máxima ideal em termos biológico para a mulher ter o primeiro filho não mudou, continua sendo 28 anos. Por outro lado, a medicina avançou e mostrou que os resultados do tratamento para infertilidade também são eficazes, mesmo em mulheres de 35 anos, devido à utilização das novas tecnologias. Após esta idade, realmente os riscos para a primeira gravidez aumentam”, afirma o especialista em reprodução humana, Joji Ueno.
O IBGE revela que o número de mães com mais de 40 anos no Brasil cresceu 27%, entre 1991 e 2000. Dados da Fundação Seade, Sistema Estadual de Análise de Dados, no Estado de São Paulo, indicam que em um período de 10 anos (1995-2005), houve um aumento de 2,3% em relação ao número de filhos (nascidos vivos) de mães dos 35 aos 39 anos. Ou seja, em 1995, de um total de 680.643 bebês (de mães de todas as idades), 44.891 foram de mães desta faixa etária, o que representa 6,6%. Já em 2005, o número de nascidos caiu para 619.137, porém, mais mulheres dos 35 aos 39 anos engravidaram e o número de bebês aumentou para 55.152 (8,9%). “Depois dos 35 é mais difícil engravidar. A mulher tem menos óvulos e é menos fértil”, diz Ueno, que também é Doutor em Medicina pela Faculdade de Medicina da USP. “Engravidando mais tarde, a possibilidade de ter um filho com síndrome de Down aumenta, bem como o risco de desenvolver hipertensão, diabetes ou de apresentar uma doença de base pré-existente”, afirma o médico.
As chances de gestação diminuem com a idade, em decorrência de vários problemas ginecológicos como cistos, miomas, infecções e endometriose, além da diminuição da reserva e da qualidade dos óvulos, fatores estes decorrentes da idade que é uma das causas da infertilidade.


Precauções necessárias
Normalmente, mulheres que esperam para ter filhos depois dos 35 anos são profissionais de vida corrida, que trabalham muito. “Elas terão que aprender a diminuir o ritmo em prol do bem estar do bebê”, defende o médico. Existe muita preocupação com a gravidez tardia, considerada de risco, mas esta poderá correr tranqüilamente, se a mulher contar com o acompanhamento médico adequado.
Joji Ueno recomenda às mulheres que desejam engravidar após os 35 anos de idade alguns cuidados. “O primeiro deles é procurar o médico antes de engravidar. Depois, é importante fazer exames laboratoriais de rotina, tais como hemogramas, tipagem sangüínea, sorologias, exames de urina. Se tudo estiver bem, recomendo também uma suplementação vitamínica de ácido fólico, três meses antes da concepção. Esta pode diminuir o risco de má formação do sistema nervoso central do bebê”, explica o médico.
As grávidas acima de 35 anos estão mais sujeitas a abortamento, por isto, “depois de confirmada a gravidez, a mulher deve fazer um exame de ultra-som para verificar se o embrião está dentro do útero e se a gestação é única ou múltipla. Mulheres com mais de 35 anos também estão mais propensas a ter gestações múltiplas, anômalas ou fora do útero”, diz Joji Ueno, coordenador do curso de pós-graduação, Especialização em Medicina Reprodutiva, ministrado pelo Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo. O ultra-som permite diagnosticar a gestação anembrionada, com desenvolvimento do saco gestacional, mas sem formar o embrião.

Possibilidades de tratamento
Se a mulher chegar aos 35 anos de idade sem conseguir engravidar naturalmente, ela pode contar, hoje, com diversos tratamentos que poderão auxiliá-la disponíveis nas clínicas de reprodução humana. “Para cada caso há uma indicação terapêutica, desde uma indução da ovulação, passando pela fertilização in vitro, ou optando pela doação de óvulos ou doação temporária de útero, dentre muitos outros tratamentos”, diz Joji Ueno.
Uma das técnicas de reprodução assistida mais simples, utilizada quando a mulher não ovula regularmente, consiste em administrar hormônios para superestimular os ovários. Normalmente, a mulher produz um óvulo por ciclo menstrual. Com o medicamento, ela pode formar diversos folículos e liberar muitos óvulos. Entretanto, não é recomendável realizar a inseminação intra-uterina quando há mais que três folículos, devido ao risco de uma gravidez múltipla. O método funciona em 10% dos casos indicados. Casos mais delicados exigem a inseminação artificial. Os espermatozóides do marido ou de um doador são recolhidos, assim como os óvulos, e a fecundação é feita "artificialmente", fora do corpo. “A chance de sucesso é de 30%, dependendo da paciente. Após, no máximo, três tentativas, a probabilidade de gravidez para uma mulher de 35 anos pode aumentar em até 50%”, informa o especialista em reprodução humana.
A probabilidade de gestações múltiplas aumenta com o emprego dos métodos de fertilização. Numa gravidez natural, em geral apenas um óvulo é fecundado. Na artificial, feita nas clínicas de reprodução assistida, tenta-se formar o maior número possível de embriões de boa qualidade, produzidos de óvulos coletados da mãe e espermatozóides do pai. “Como as chances do embrião se fixar no útero e prosperar são pequenas, colocam-se mais de um. Eleva-se, assim, a probabilidade de gravidez, mas também, é claro, de haver uma gestação múltipla, fato que deve ser evitado, devido aos inúmeros riscos da multiparidade”, afirma
Joji Ueno.

PAE
Diante desta nova realidade social, em que a maternidade é adiada e os problemas de fertilidade femininos surgem com mais freqüência, em 2006, a Clínica Gera lançou o seu programa de responsabilidade social para tratar a infertilidade. O PAE (Programa Assistencial e Educativo) objetiva oferecer soluções para problemas de fertilidade aos casais que enfrentam dificuldades para engravidar. “Oferecemos aos casais inférteis a possibilidade de encontrar uma solução para o problema específico de cada um, utilizando estratégias que facilitem o acesso aos tratamentos de infertilidade”, informa Joji Ueno, idealizador do projeto.
Em um ano de atividades, o PAE já atendeu a aproximadamente 100 casais. Para participar, é necessário marcar uma consulta com o diretor da Clínica Gera, onde serão diagnosticados os problemas de fertilidade do casal. Em seguida, a Clínica realizará um estudo para a adequação do custo do tratamento ao perfil sócio-econômico do casal, que deverá arcar com custos mínimos. As inscrições para participar do PAE devem ser feitas pelo telefone (11) 3266 7974, de segunda a sexta, durante o horário comercial.

Joji Ueno
O ginecologista-obstetra Joji Ueno é especialista em reprodução humana. Integra e dirige o corpo clínico da Clínica Gera, referência em laparoscopia ginecológica e histeroscopia. É Doutor em Medicina pela Faculdade de Medicina da USP. É também o responsável pelo Setor de Histeroscopia Ambulatorial do Hospital Sírio Libanês e fellow do The Jones Institute for Reproductive Medicine da Eastern Virginia Medical School, nos Estados Unidos.