sexta-feira, 21 de abril de 2017

Gravidez: reconheça os 20 sintomas mais e menos comuns

Alguns são bastante conhecidos. Outros, por sua vez, não estão na lista dos mais frequentes, mas vão fazer parte da vida de muitas futuras mamães

Basta a menstruação de uma mulher falhar um mês, ela se sentir enjoada, ficar com mais sono ou mais fome do que o normal ou tudo isso junto para alguém logo dizer que ela está grávida. Se a suspeita se confirmar, ela sabe que possivelmente vai apresentar nos próximos nove meses outros sinais que indicam que há um bebê se desenvolvendo no seu útero, o inchaço dos pés, por exemplo. Mas existem alguns que dão as caras em número menor de gestantes e, por isso, não são conhecidos por muita gente. Faz parte da turma que está preparando o enxoval da maternidade? Então conheça a lista dos sintomas que provavelmente estarão presentes na sua rotina e aqueles com os quais você corre um risco menor de lidar, mas que nem por isso são menos importantes.

Foto: iStock


Os mais comuns

Náuseas, vômitos e tonturas: eles aparecem em mais da metade das gestantes especialmente nos três primeiros meses e são provocados por alterações hormonais. Podem ser combatidos com mudanças na alimentação, como uma dieta mais fracionada e a diminuição na ingestão de alimentos muito gordurosos.

Azia: também está ligada a atuação de hormônios que agem nessa fase da vida e deixam a digestão mais lenta e ao acúmulo de gases no estômago. Podem ser tratadas com a ajuda de alterações alimentares e com o uso de um travesseiro mais alto.

Salivação em excesso: muitas gestantes nem se dão conta do que exatamente está acontecendo, mas se sentem incomodadas com o excesso de líquido acumulado na boca. Trata-se de mais um quadro que pode ser beneficiado com refeições menores e mais frequentes, aliadas à ingestão de líquidos frios e em pequenas doses.

Flatulência e constipação: o excesso de gases surge por causa da ação de hormônios que deixam o funcionamento intestinal mais lento e a redução na ingestão de verduras e legumes crus fora de casa por causa do risco da toxoplasmose e na realização de atividades físicas. Já a dificuldade de evacuar acontece porque o útero dilata, comprimindo o intestino e a progesterona deixa o funcionamento intestinal mais lento.

Cólicas e dores abdominais: se a intensidade do incômodo for leve, não há razão para preocupação, pois elas normalmente são provocadas pelo aumento do tamanho do útero e o acúmulo de líquidos no órgão. Mas se elas forem muito frequentes ou fortes ou simplesmente estiverem sendo razão de preocupação, valem uma conversa com o médico.

Problemas urinários: é normal que o número de vezes que a mulher vá ao banheiro aumente com o crescimento do feto e a consequente compressão da bexiga, mas dor ou sangue ao urinar, assim como a elevação exagerada das micções com pequenas quantidades de urina são fatos que devem ser reportados ao especialista.

Dor ou tensão nas mamas: elas são comuns desde o início da gestação em graus variáveis por causa do aumento de circulação na região e, consequentemente, do seu maior volume. Recomenda-se usar sutiã com boa sustentação e no caso de persistência ou dúvida conversar com o profissional. Também não se espante se a cor das auréolas ficar mais escura, o que costuma ser amenizado após o parto .

Corrimento vaginal: se ele for leitoso, sem cheiro e sem cor é normal por causa das alterações hormonais e o aumento de fluxo sanguíneo nessa parte do corpo durante a gestação. Se apresentar outras características, é bom falar com o seu médico.

Inchaço nas pernas e pés: as mudanças hormonais alteram o retorno venoso durante a gravidez, o que leva à elevação na retenção de líquidos. Além disso, há o aumento do tamanho do útero, o que comprime os vasos da região pélvica, piorando o quadro.

Dor nas costas: elas aparecem especialmente por causa do aumento do peso da barriga e a mudança no eixo de gravidade do corpo. Usar sapato de salto baixo e tomar cuidado com a postura ajuda a evitá-la. Na crise, compressas quentes são bem-vindas.

Os menos comuns
Hemorroidas: elas acontecem em 15% das gestantes e são provocadas pela compressão dos vasos sanguíneos da região pélvica causada pela expansão do útero. Ao mesmo tempo, a maior produção de progesterona pode levar à prisão de ventre, o que favorece o seu aparecimento.

Falta de ar: é decorrente do aumento uterino ou mesmo da ansiedade exagerada da gestante . Em pequena quantidade é normal, mas se ficar muito intensa ou atrapalhar a rotina, o obstetra deve verificar se não está sendo causada por outro problema.

Sangramento gengival: ele costuma acontecer porque as grávidas têm mais tendência a desenvolver gengivite por causa do aumento dos níveis hormonais, o que torna os tecidos gengivais mais suscetíveis às irritações provocadas pela placa bacteriana.

Varizes: trata-se de mais um sintoma causado pelo aumento do abdômen da mulher que faz mais pressão sobre os vasos da pelve, provocando o seu aumento e, por tabela, alterando os vasos das pernas. A elevação na circulação sanguínea característica da gestação e o ganho excessivo de peso podem piorar o problema.

Manchas escuras no rosto: conhecidas como cloasmas gravídicos, elas aparecem porque os hormônios da gravidez deixam a pele mais sensível à pigmentação quando é exposta ao sol, especialmente sem protetor adequado.

Câimbras: elas costumam surgir a partir do segundo trimestre, quando a barriga já está maior e pesa sobre os músculos. No terceiro trimestre o feto ainda utiliza o cálcio da mãe para construir o seu esqueleto, o que piora o quadro. Alongar e massagear o músculo contraído alivia o incômodo.

Estrias: o estiramento rápido e excessivo da pele e as alterações hormonais da gestação podem romper as fibras de colágeno da pele, o que provoca as marcas. Hidratar bem o tecido e evitar ganhar muito peso durante os nove meses ajuda a evitar o problema.

Anemia : alterações no volume e na composição do sangue favorecem o surgimento dessa doença. Mudar o cardápio acrescentando mais alimentos que são fontes de ferro e investir na reposição desse mineral pode corrigí-la.

Desmaio e sensação de fraqueza: esses sintomas podem surgir quando a gestante fica muito tempo sem comer ou faz movimentos muito bruscos. Na hora da crise o ideal é sentar-se com a cabeça baixa ou deitar-se do lado esquerdo e respirar profundamente.

Fontes: Claudio Basbaum, ginecologista e obstetra do corpo clínico do Hospital São Luiz e da Clínica Pró-Matrix, ambos em São Paulo, e Marcello Valle, ginecologista e especialista em reprodução humana diretor da Clínica Origen, no Rio de Janeiro.

quarta-feira, 19 de abril de 2017

43 dicas para garantir a segurança das crianças no lar


Recentemente, um caso de acidente doméstico infantil comoveu o país. Uma bebê de 10 meses de idade da cidade de Jaú (SP) morreu intoxicada após ser induzida pela avó a ingerir um produto de limpeza que, confundido com suco de uva, foi adicionado à sua mamadeira.

Esse tipo de acontecimento, apesar de triste, se repete com frequência. É isso o que indica um levantamento realizado em 2013 pelo Ministério da Saúde: os acidentes domésticos são a principal causa de morte de crianças brasileiras de até 9 anos de idade. “Nada dentro de casa deve ficar jogado ou sem identificação. Todos os objetos devem ter acesso restrito”, explica o pediatra Nelson Douglas Ejzenbaum, membro da Sociedade Brasileira de Pediatria.

Por isso, é extremamente importante que os pais se atentem sobre a segurança de seus bebês e crianças dentro do lar e que estejam cientes de todos os cuidados que devem ser tomados. Confira a lista abaixo, produzida de acordo com as indicações de Ejzenbaum e da Sociedade Brasileira de Pediatria, e certifique-se que sua casa não oferece perigos aos seus filhos:

Cozinha
É o cômodo mais perigoso da casa para crianças, pois lá estão os objetos pontiagudos (como facas e garfos) e o fogão. Confira como evitar cortes,lacerações, queimaduras e intoxicações nos pequenos:
- Se possível, deixe o bujão de gás do lado de fora.
- Quando for cozinhar, prefira utilizar as bocas de trás do fogão e vire os cabos das panelas para o lado da parede ou para dentro do fogão. Isso evita que a criança possa tentar alcançá-lo.
- Os objetos cortantes (facas, garfos, copos de vidro, espetos etc.) devem ficar em gavetas e armários com travas.
- Fósforos e isqueiros também precisam ser mantidos em áreas com trancas e de difícil acesso.
- Recolha os fios de eletrodomésticos. Uma alternativa é enrolá-los com elásticos.
- Mantenha sempre produtos de limpeza em suas embalagens originais. Quando não for possível, coloque avisos alertando o que há dentro de cada garrafa. Guarde essas embalagens fora do alcance de crianças e longe de bebidas e alimentos.  
- Nunca deixe a criança no banheiro sem a supervisão de um adulto.

Banheiro
É o segundo ambiente do lar que mais oferece riscos para as crianças.
- Mantenha a porta fechada sempre que possível.
- Mantenha a tampa do vaso sanitário fechada. É interessante adquirir uma trava.
- Certifique-se de que o piso do cômodo está sempre seco e coloque tapetes antiderrapantes em áreas onde ele costuma ficar molhado.
- Disponha medicamentos e cosméticos em armários altos que a criança alcança. Se os armários foram baixos, tranque-os.
- Retire aparelhos elétricos da tomada após o uso.
- Confira periodicamente o funcionamento do aquecedor de gás do banheiro.


Quarto infantil
- Opte por móveis de cantos arredondados. As quinas são perigosas para bebês que estão aprendendo a andar. Em casos de móveis com quinas, cubra-os com protetores de silicone.
- Evite móveis com rodinhas e posicione-os longe de janelas.
- Guarde todos os brinquedos após brincar. Objetos espalhados pelo chão causam acidentes e tombos.
- Atente-se aos brinquedos que são oferecidos às crianças. Considere a idade seguindo as recomendações do fabricante e confie apenas naqueles com o selo do Inmetro.
- Evite televisão e abajures no quarto da criança.
- Assegure-se que a cama da criança possui proteção lateral, como grades. 
- Tenha cuidado ao optar por beliches. Eles devem ter grades.
- Prenda cortinas para evitar asfixia. Por essa mesma razão, prenda os cobertores e lençóis nos “pés” da cama.

Quarto do adulto
- Fumar no lar aumenta os riscos de incêndio. Tome cuidado e evite.
- Posicione a televisão e os aparelhos eletrônicos em móveis estáveis (sem rodinhas). 
- Evite utilizar a mesma tomada para mais de um eletrodoméstico.
- Cuidado com bolinhas de naftalina no armário. Se realmente precisar, coloque-as em uma área em que a criança não consiga acessar.

Sala
- Posicione sofás ou cadeiras longe das janelas.
- Coloque portões ou grades no primeiro e no último degrau das escadas.
- Guarde bebidas alcoólicas em armários altos e trancados.
- Mantenha os fios de eletrônicos enrolados.
- Evite cortinas com puxadores (como as persianas), pois eles podem ocasionar enforcamento.
- Cuidado com planas ornamentais muito pontudas.

Jardim, quintal e lavanderia
- Cerque a piscina e mantenha o portão sempre fechado. Também é válido cobrir com lona e adquirir um alarme.
- Mantenha as crianças longe de churrasqueiras e não utilize álcool líquido, pois ele eleva o risco de incêndio.
- Pesticidas, herbicidas e produtos de carro precisam ser mantidos em armários elevados.
- Informe-se sobre plaanta tóxicas e evite-as dentro de casa.
- Não deixe baldes e bacias com água no chão. Coloque-os sempre em locais altos.
- Verifique a fixação do tanque de lavar roupas e evite deixa-lo cheio de água.

Em todos os cômodos
- Garanta que a fiação da casa esteja em bom estado e presa ao teto.
- Confira se a iluminação em todos os ambientes é o suficiente.
- Proteja as tomadas elétricas que estão fora de uso.
- Janelas e sacadas receber redes ou grades de proteção.
- Se houver portas de vidro no ambiente, sinalize-as.
- Prefira móveis de cantos arredondados. Caso não seja possível, adquira protetores de quina.

Fique ligado
Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, os acidentes mais comuns conforme a idade são:


IdadeAcidentes mais comuns
0 a 1 ano
Quedas (trocador, cama e colo), asfixia, sufocação, aspiração de corpos estranhos, intoxicações e queimaduras (água quente e cigarro)
2 a 4 anos
Quedas, asfixia, sufocação, afogamentos, intoxicações, choques elétricos e trauma
5 a 9 anos
Quedas, atropelamentos, queimaduras, afogamentos, choques elétricos, intoxicações e traumas


Em caso de acidente, recorra à ajuda médica o mais rápido possível. 

Fonte: http://revistacrescer.globo.com

segunda-feira, 17 de abril de 2017

A melhor hora para colocar seu filho na cama


É difícil encontrar alguém que não goste de dormir. Fechar os olhos após um dia cheio de atividades é relaxante e traz uma deliciosa calmaria. Para as crianças, esse momento é ainda mais importante, já que ciência constantemente se debruça sobre o assunto e revela como o sono é fundamental para o desenvolvimento de diversas funções cerebrais. Também é durante a noite que ocorre a maior parte da liberação dos hormônios do crescimento.

No entanto, mesmo sabendo que o descanso noturno é importantíssimo, ainda há algumas divergências entre os pais quando o assunto é o melhor horário para colocar os pequenos para dormir. Segundo uma enquete feita com os leitores da CRESCER na página do Facebook, a maioria dos pais (36%) leva as crianças para a cama entre 21h e 22h. Logo atrás, com 30% dos votos, estão os que colocam os filhos para dormir entre 20h e 21h; mas há também aqueles que levam apenas depois das 22h (26% dos votos). Apenas na minoria das famílias (8%) as crianças se deitam antes das 20h.

Os resultados parecem condizentes com os hábitos de sono dos brasileiros.“Pelo que podemos ver nessa enquete, grande parte dos pais (36%) está dentro do que se vê no padrão da população”, analisa a neurologista Lucila Bizari Fernandes do Prado, presidente do Departamento Científico de Medicina do Sono da Sociedade Brasileira de Pediatria.
Mas se o seu pequeno vai para a cama antes ou depois do horário mais votado, não se desespere. Esse não é único fator que mede se a criança está dormindo bem. Segundo a neurologista Letícia Soster, coordenadora do Laboratório do Sono do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas (SP), a qualidade e quantidade de sono depende também do horário que a criança desperta, da faixa etária dela e se ela tira cochilos ao longo do dia. “Quanto mais nova a criança, mais horas de sono são necessárias. Mas é claro que se ela tirar sonecas durante o dia, não irá sentir sono tão cedo durante a noite e vai acabar indo dormir um pouco mais tarde”, explica a especialista.

Tenho que dormir agora mesmo?
Segundo as especialistas Lucila e Letícia, a decisão do horário de levar a criança para a cama deve ser feita considerando a hora que ela irá despertar na manhã seguinte e quanto tempo de sono terá somado ao longo do dia. A necessidade total diária varia conforme a faixa etária. A seguir, confira as recomendações de tempo de sono da organização americana National Sleep Foundation, para um período de 24 horas:

- 0 a 3 meses: 11 a 19 horas
- 4 a 11 meses: 10 a 18 horas
- 1 a 2 anos: 9 a 16 horas
- 3 a 5 anos: 8 a 14 horas
- 6 a 13 anos: 7 a 12 horas
ada casa, um caso
Assim como os adultos, as crianças de hoje dormem muito mais tarde do que as de antigamente. Com o advento da luz elétrica, deixamos de depender estritamente da luz solar para fazer as atividades diárias. Além disso, também surgiram os fatores externos – como televisão, computador e celular –, que bagunçaram ainda mais o tradicional horário. Mas vale lembrar que o corpo humano continua funcionando da mesma maneira, mesmo com todas essas mudanças tecnológicas. A melatonina (um hormônio produzido pelo cérebro) é liberada no organismo toda noite, quando o ambiente começa a escurecer. É ela que sinaliza ao corpo que está chegando a hora de dormir. Por esse motivo, manter o ambiente da casa à meia luz (e evitar os eletrônicos) é tão importante para o seu filho se acalmar e entender que está chegando a hora de adormecer.

Outro fator a ser levado em consideração no momento de se escolher a hora de levar a criança para dormir é a dinâmica familiar. Atualmente, é comum que os pequenos passem as manhãs e tardes na escola ou com um cuidador, portanto, longe dos pais. Por isso, em boa parte dos casos, a criança tende a se privar do sono parar esperar pela chegada da família.

“As crianças hoje dormem mais tarde? Sim. Mas temos que considerar outros fatores. Se for dormir muito cedo, ela, possivelmente, não terá convívio com os pais. Por isso, a hora de ir para cama é relativa. Elas estão indo deitar mais tarde, mas será que há prejuízo? Isso depende da dinâmica de cada família”, considera a neurologista Letícia.

Como a rotina de trabalho dos pais também interfere no sono da criança, não fique tão preso aos horários que amigos e familiares dizem que é o melhor. Leve em consideração o período em que ambos os pais chegam do trabalho para decidir o momento de colocar o pequeno para dormir. “Muitos pais escutam que devem colocar os filhos para dormir em determinado horário e fazem uma luta em casa para conseguir isso. Mas, às vezes, a criança só quer brincar meia hora com o pai e a mãe”, comenta a médica. Se a criança está tranquila e relaxada, vale a pena que ela fique alguns minutos interagindo com a família. Já se ela está irritada e cansada, o ideal é leva-la para dormir.

Fechando os olhos
Agora que você já conhece os fatores que devem ser levados em conta no momento de dar boa noite ao seu filho, aprenda alguns passos para fazê-lo adormecer sem dificuldades:

- Crie uma rotina do sono e repita todos os dias, como se fosse um ritual.

- Não alimente a criança minutos antes de dormir.

- Apague as luzes e desligue os aparelhos eletrônicos.

- Invista em um banho quente, uma massagem, leituras e brincadeiras relaxantes com a criança. O ideal é que elas aconteçam sempre na mesma sequência todos os dias para que a criança assimile que cada etapa faz parte de um processo e o sono possa chegar.

Só mais alguns minutinhos...
Se os sinais de irritabilidade, ansiedade e cansaço são recorrentes na criança, ela pode estar sofrendo de privação de sono. Isso tende a afetar o desenvolvimento infantil de diversas formas, como, por exemplo, trazer problemas de aprendizagem, de memória e dificuldades de atenção e concentração. Em casos mais extremos, pode até ocasionar o ganho de peso. Se a criança estiver passando por essa situação, estipule mais tempo de sono para ela. “Uma variação de uma hora ou até de meia hora faz diferença”, sintetiza Lucila.

Fonte: revista crescer