quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Nove meses e alguns longos dias


Dicas para lidar com a ansiedade do final da gravidez
A duração da gravidez é de até 42 semanas, mas, em tom de brincadeira, alguns casais costumam dizer que ela dura “nove meses e uma eternidade”, fazendo referência ao período final, em que os dias demoram a passar. Se a ansiedade é normal, com algumas dicas a futura mamãe pode relaxar e tornar a espera mais amena. Confira:

Considere a data flexível: No início da gravidez, ao realizar o primeiro ultrassom, as gestantes são informadas da sua DPP: data provável para o parto. Ela é, habitualmente, calculada a partir da última menstruação, sem considerar o dia exato da concepção, por isso não é uma data exata. É muito importante lembrar que é apenas uma estimativa e que é bastante comum a gestação durar até duas semanas além da DPP, sem prejuízos à mãe ou ao bebê.

Aceite a ansiedade: Mesmo sabendo que a data pode variar e que o bebê saberá a hora de chegar, é inevitável que nos últimos dias a ansiedade chegue. Segundo a terapeuta Cristina Toledano, de São Paulo, especialista em atendimento a gestantes, a ansiedade não deve ser negada, e sim reconhecida e cuidada. “Aceitando as fragilidades, conseguimos lidar com elas. É o momento de olhar para si, perceber o que está sentindo e encontrar formas de relaxar”, afirma.

Fique offline: Além de lidar com as próprias neuras, muitas vezes a gestante se vê questionada por familiares e amigos querendo saber quando o bebê chega. Essa pergunta é especialmente difícil para quem está desejando um parto normal, já que ninguém pode prever quando o nascimento vai acontecer. Então, a melhor estratégia para fugir da pressão é ficar a sós consigo mesma. “É o momento para respirar, caminhar, focar em si mesma e passar a bola das responsabilidades para outras pessoas. Nem tudo precisa estar absolutamente resolvido, basta dar uma pausa”, explica Cristina.

Cama, mesa e banho: Ao invés de ficar contando as horas, a grávida pode aproveitar os últimos dias para se bajular um pouco, respeitando as necessidades do seu corpo, como as de comer e dormir bem. Como a água tem efeito relaxante, banhos de piscina também são recomendados. Para a terapeuta, a mulher precisa se dar a máxima importância nesse momento, sabendo que seu bem-estar é essencial para o bebê. “Essa conexão com as próprias necessidades físicas e emocionais contribui para o andamento do parto, em que é preciso entender o próprio corpo”, explica Cristina.

Respire: Yoga, tai chi, caminhada, cinema ou atividades mais passivas, como ler, meditar, receber uma massagem ou apenas descansar, acalmam a mente e relaxam o corpo. Para Cristina, o simples ato de observar a respiração já ajuda a mulher a se centrar e a se conectar com seu bebê. Mas se, ao contrário, a vontade for de conversar com uma amiga, a mulher pode – e deve – atender a seus desejos gravídicos. Afinal, vale tudo para driblar a ansiedade.

Fonte: http://mamae-e-bebe.bebe.abril.com.br/

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