terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Corte do cordão umbilical


Nasceu, cortou. Antigamente, essa era uma prática constante nas maternidades, mas que pode privar o recém-nascido de receber até 25% do sangue da placenta, representando uma perda significativa. Enquanto isso, o bebê pode e deve permanecer nos braços maternos. Adiar o clampeamento garante a transferência de 30 ml a 150 ml adicionais de sangue para o bebê, levando a um acréscimo de até 50% em sua reserva de ferro.

A Organização Mundial de Saúde estima que o clampeamento tardio leva a uma redução de 61% na ocorrência de anemia neonatal, doença relacionada à deficiência do mineral. Por isso, a recomendação do Ministério é esperar que o cordão pare de pulsar, o que leva de um a três minutos. Quando o recém-nascido precisa de intervenção imediata, a ordenha do cordão – técnica que acelera a transferência do sangue presente nele para o bebê – pode ser feita antes de cortá-lo, para evitar a perda dos benefícios.

Fonte: revista Crescer

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