terça-feira, 15 de setembro de 2015

Adobe também amplia licença-maternidade

Empresa é a terceira gigante a anunciar aumento das licenças para maternidade e paternidade nos últimos dias

É, parece mesmo que ampliar os benefícios para novos pais e mães virou uma tendência. Depois da Netflix anunciar uma licença ilimitada durante o primeiro ano de vida do bebê e da Microsoft aumentar o tempo de afastamento remunerado, é a vez da Adobe, empresa de softwares, divulgar novas medidas, em prol dos funcionários que têm filhos.

A companhia passa a oferecer 10 semanas de licença paga para quem se submete a vários tipos de cirurgia, quem tem parto ou alguma outra emergência médica. Eles também concedem 16 semanas para pais ou cuidadores primários. Mães que dão à luz podem combinar esses dois benefícios e obter 26 semanas de afastamento, sem deixar de receber seus salários.

A companhia permite ainda que seu funcionários se afastem por até quatro semanas remuneradas para cuidar de algum membro da família que esteja doente. As medidas passam a valer a partir de 1º de novembro, mesmo dia em que entram em vigência as novas normas da Microsoft.

"Cuidar de você e da sua família em casa colabora para que você dê o seu melhor no trabalho. Mas as leis do governo dos Estados Unidos para licenças remuneradas são poucas e quase não existentes. Isso significa que as companhias precisam gerenciar o difícil balanço entre apoiar seus funcionários durante os maiores acontecimentos de suas vidas e bater metas de negócios. Muitas vezes, os funcionários não têm o suporte de que precisam", diz Donna Morris, vice-presidente sênior de pessoal e instalações da Adobe.

"Hoje anunciamos algumas melhoras empolgantes aos nossos programas de licenças relacionadas à família. Nos unimos a um movimento da indústria para apoiar melhor nossos funcionários, esforçando-nos para aumentar a diversidade na força de trabalho. Estou muito orgulhosa por que a Adobe e outras empresas na indústria da tecnologia, como Microsoft e Netflix, estão dando os primeiros passos para gerar mudanças fundamentais em apoio às famílias de trabalhadores", completou a executiva.


Fonte: http://revistacrescer.globo.com/

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